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quarta-feira, 10 de junho de 2015

A Crise Da Linguagem



A crise da linguagem



Investigar a linguagem, e sua "crise", é um dos desafios mais intrincados para os pensadores. Conheça a visão de três grandes autores sobre o assunto

POR SIMONE DE NARDI GRAMA*




Platão, Sócrates, Crátilo e tantos outros já se debruçaram sobre a investigação da linguagem, sobre a significação dos nomes e sobre a relação entre a linguagem e o ser. Os sofistas fizeram uso hábil da linguagem, transformando o que poderia ser "falso", em "real". A Filosofia faz uso da linguagem para buscar o conhecimento, e vamos tentar identificar o que levou a linguagem a entrar em crise, se ela mesma por não conseguir expressar o mundo em palavras, ou se o ser humano a fez entrar em crise por fazer um uso degenerado das palavras com as quais ela nos serve.

COMMONS
Qual seria efetivamente a relação do ser humano com a linguagem, essa nunca foi uma pergunta nova, contudo, essa questão foi um dos temas que chamou a atenção de Mauthner que como muitos outros filósofos, tentou buscar na essência da linguagem a solução para o problema que se apresentava. Realmente seriam as palavras capazes de expressar a beleza da vida, a concepção humana de mundo?Estaria ela limitada e se estivesse, quais seriam seus limites e qual o papel que ela desempenha? Para responder a essas questões Mauthner vai examinar a linguagem em si, não as linguagens dos povos, mas a Linguagem, aquilo ao qual ele poderia chamar de essência da linguagem. Em sua crítica, ele não deseja separar ou diferenciar, como fez Kant, pois para ele isso seria uma mera observação da linguagem e não é essa sua intenção, ele deseja buscar uma visão mais clara, ou seja, a essência da linguagem em si. Suas reflexões visam demonstrar que a linguagem nada mais é do que uma grande ilusão, uma abstração, para isso ele vai demolir essas ilusões, revelando assim a verdadeira face da linguagem.
Mauthner
Fritz Mauthner (1849- 1923) foi um filósofo, novelista, crítico teatral e ensaísta austro-húngaro, especializado em filosofia da linguagem.

Nossas convenções
Hermógenes defendia uma visão convencionalista, que defendia que os nomes eram escolhidos por uma convenção, não podendo, portanto , existir nomes falsos, aqui na crise da linguagem, como também o fará Kraus, veremos que muitas vezes ela é usada conforme o desejo humano, por uma convenção que possa beneficiar algumas classes.

Segundo podemos encontrar no texto " A crise da Linguagem na Viena Fin-De-Siécle", para Mauthner a linguagem está subordinada aos nossos hábitos e as nossas convenções, não tento por isso, elementos universais, por isso a ausência da unidade e a variação no significado das palavras. Mauthner nos diz então, que devido a tudo isso, a linguagem não possui uma essência, sendo apenas um apanhado de convenções que, apesar de precárias, desempenham de forma eficiente, seu papel dentro da sociedade, sendo que tais convenções ocorrem exatamente por causa do "papel vil", entre as relações humanas, reduzindo a linguagem ao uso que fazemos dela que pode ser Bom ou Mau. Mauthner propõe então o suicídio da linguagem, sua desconstrução, insinuando o ingresso da filosofia no reino do silêncio, pois para ele apenas entre os incultos existe uma linguagem sã, enquanto que, no seio intelectual e artístico, evidenciava-se o uso vazio da linguagem. Mauthner propõe também o silêncio para alcançar o mítico,de forma a se alcançar uma vida harmoniosa com o mundo, ou seja, o silêncio faria com que o homem se harmonizasse novamente consigo mesmo e com o mundo que o rodeia.

Hofmannsthal também se debruçou sobre o problema da linguagem. Assim como Mauthner, Hofmannsthal acreditava que a linguagem era solidão, sobretudo porque sentia-se mal ao dizer palavras como "alma", espírito" ou "corpo", certos diálogos o deixavam furioso e lhe pareciam sobretudo, falsos, o que o fazia sentir-se amargamente solitário, para ele as palavras eram estéreis, destituídas de um sentido e lhe traziam imobilidade, afastando-o e anulando-o frente ao mundo. Assim como Mauthner, Hofmannsthal apelou ao místico, buscou uma ligação mais forte com o mundo pautada apenas nos sentidos, buscando como Mauthner, o reino do silêncio, onde para ele a Vida sim se revelava com sua verdadeira linguagem. Assim ele coloca que a crise da linguagem ocorre porque ela não possui uma capacidade eficiente, para a expressar a Vida em palavras. Como Mauthner, Hofmannsthal acusa a linguagem de ser incapaz de demonstrar o mundo, por ser restrita e limitada.

KRAUS: DEGENERAÇÃO DA CULTURA, DEGENERAÇÃO DA LINGUAGEM

Karl Kraus, ao contrário de Mauthner e Hofmannsthal, dirige ao ser humano, a culpa pela crise da linguagem. A degeneração da cultura vienense para ele, causou também a degeneração da linguagem, que foi asfixiada pelo mau uso que fizeram dela, sobretudo artistas e jornalistas. Devemos lembrar que Hofmannsthal, embora tenha rompido com sua veia poética, escrevia peças de óperas. Kraus concordava com Mauthnner ao dizer que o povo humilde é que conhecia a verdadeira linguagem, porém para Kraus, isso vinha sendo tirado pelo mau uso dela em folhetins, e a crise da linguagem ocorreu exatamente com a relação de mau uso da imprensa no uso da língua, foi esse uso degenerado da imprensa que destruiu a linguagem. Ao contrário de Mautner e Hofmannsthal, Karl Kraus não acreditava que a linguagem em si fosse o problema, não acreditava que fosse incapaz de demonstrar o mundo em palavras , nem por isso inconsistente, sua corrupção ocorreu com a morte da cultura, onde para ele, a imprensa teve enorme influência. Era, na opinião de Kraus, a imprensa quem fornecia novas práticas e novos valores sociais a cultura vienense, era ela quem os manipulava e conduzia para onde bem entendesse e desejasse. O jornal possuía poder, e seu poder se espalhava por todas as classes, construindo aos poucos a opinião pública, produzindo um novo paradigma, uma nova cultura, através de interesses, puramente financeiros de quem pudesse pagar mais. "Ela tornou-se a principal responsável pela redução da palavra escrita a um envelope conveniente para uma opinião"( "A crise da Linguagem na Viena Fin-De-Siécle")

Mauthner
Fritz Mauthner (1849-1923) foi um filósofo, novelista, crítico teatral e ensaísta austro-húngaro, especializado em filosofia da linguagem.
Nossas convenções
Hermógenes defendia uma visão convencionalista, que defendia que os nomes eram escolhidos por uma convenção, não podendo, portanto , existir nomes falsos, aqui na crise da linguagem, como também o fará Kraus, veremos que muitas vezes ela é usada conforme o desejo humano, por uma convenção que possa beneficiar algumas classes.

A linguagem usada nos folhetins era ornamentada, maquiada, nada mais era do que uma linguagem estéril, coberta de más intenções e que possuía, simplesmente, a função de moldar opiniões, o que foi destruindo assim, a cultura vienense e destruindo, distorcendo por assim dizer a essência da linguagem. Essa "morte da cultura" afastava mais e mais a sociedade do místico, do real, de si mesma e talvez um detalhe que Kraus tenha disto, e que nos remete aos dias atuais: "escrever com a linguagem ou escrever guiado pela linguagem?", o certo é que os folhetins vienenses escreviam com a linguagem, encobriam, enganavam e iniciavam, para Kraus, a crise da linguagem. Karl Kraus pede a revalorização da linguagem, a superação de sua crise através do envolvimento no "interior da linguagem", de sua lógica, à volta ao bom uso da palavra, o que havia sido, com certeza, esquecido pela cultura vienense.
COMMONS
Três pensadores, um só objetivo, desvendar o que levou a linguagem a uma crise, de um lado a acusação de Mauthner e Hofmannsthal a linguagem, como sendo ela uma mera ilusão, incapaz de definir o mundo em que vivemos, segundo eles, apenas no reino do silêncio, dos sentimentos é que permaneceria a verdadeira linguagem, que não poderia ser descrita em palavras; esse retorno ao místico une Mauthner e Hofmannsthal, esse retorno ao mundo, a hora de aprender a calar, a silenciar, pois para eles, não há um universal, não há uma essência que possa tornar a linguagem algo eficiente para demonstrar a vida, por isso a necessidade da destruição da linguagem e a busca pelo mundo interior. De outro lado Karl Kraus, que dirige a culpa pela crise da linguagem a própria sociedade, ao uso degenerativo que as pessoas fizeram das palavras, aos interesses financeiros que os conduziram e a degeneraram, ela sim uma vítima da incapacidade humana de comunicar-se, pede ele a revalorização da mesma, para que possa , a linguagem, sobreviver.
Será que a crise da linguagem foi realmente superada?Pela visão de Kraus, é possível dizer que não, pois hoje os folhetins foram substituídos pelos telejornais, pela internet que fazem a massificação da sociedade, e a leva a morte da cultura,esmagando sob seus pés a linguagem das palavras, tal como ocorreu em Viena, sinal de que talvez também estejamos, em nosso fim de século cultural, e que Como Mauthner e Hofmannsthal concluíram, talvez apenas no silêncio, o homem possa realmente encontrar a verdadeira linguagem.
Hofmannsthal
Um dos fundadores do Festival de Salzburgo, o escritor e dramaturgo austríaco Hugo Laurenz August Hofmann von Hofmannsthal (1874- 1929) foi um colaborador do compositor e maestro alemão Richard Strauss (1864-1949).
REFERÊNCIAS
PANSARELLI, Daniel (org.) Metafísica, Epistemologia e Linguagem. São Bernardo do Campo: Umesp, 2009.
SILVA, José Fernando da. "A crise da Linguagem na Viena Fin-De-Siécle". Tese de Doutorado. Universidade Estadual de Campinas - Unicamp, 2008.
*Simone De Nardi Grama é graduada em Filosofia e especialista em Filosofia Contemporânea e História pela Universidade Metodista de São Paulo (UMESP).


Link original:

A crise da linguagem

 Filosofia - Conhecimento Prático
filosofia.uol.com.br/filosofia
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quarta-feira, 27 de novembro de 2013

A Homeopatia no tratamento do sistema urinário em gatos

Imagem: Gatinho


Os gatos têm uma grande propensão a ter problemas no trato urinário. Depois de castrados merecem uma maior observação, já que a maioria dos casos acontece em gatos nessa condição. Entretanto, as principais causas podem ser má nutrição ou rações de má qualidade, hereditariedade e até má higiene. 


Um dos sintomas do problema é o surgimento de sangue na urina. Em muitos casos o gato não consegue urinar. Por isso é difícil perceber a doença no início, principalmente se o bichano vive solto em quintais e não usa a caixinha de areia.


Em minha experiência com gatos, felizmente até hoje, tive apenas um gatinho com esse problema. E por pouco não o perdi . Só descobri quando o gatinho começou a me mostrar que não conseguia urinar. Sempre que estava perto de mim agachava e me mostrava que nada saía. Era como se me pedisse ajuda. Então, liguei para a veterinária e ela recomendou que eu o levasse imediatamente porque, nesses casos, torna-se imprescindível a intervenção de um profissional da área.

O gato é anestesiado e é introduzida uma sonda para desobstruir o fluxo uretral. Formam-se espécies de cristais que obstruem o canal causando muita dor e caso não seja feito esse procedimento o gato pode vir a óbito por falência nos rins. Por isso, nunca abra mão do tratamento veterinário. 

Depois da passagem da sonda são receitados medicamentos antibióticos e anti-inflamatórios que ajudam na melhora do animalzinho. 

Passado o susto, as recomendações dos veterinários são que se dê uma boa alimentação ao gato_ ração bem balanceada. Muita água fresca e à disposição em vários lugares por onde ele anda. 

Existem rações específicas para dar aos gatos quando é detectado esse problema. São rações especiais para animais com doenças do trato urinário. Vale a pena investir nessas rações, pois são mais uma das aliadas para que seu gato continue saudável e feliz. 

O que eu gostaria de passar para todos que estão vivendo esse problema é que existe também mais uma forte aliada para ajudar o seu gatinho: a Homeopatia. Quando descobri a doença fiquei muito preocupada porque em minhas pesquisas descobri que os sintomas eram recorrentes e que possivelmente não seriam raras as vezes em que eu e meu gatinho teríamos que sair correndo novamente para o veterinário, para fazer todo o procedimento novamente. Isso seria um desgaste emocional muito grande para mim, por ter que vê-lo sofrer, mas principalmente para ele, que sentiria as fortes dores novamente. Então, lembrei-me do livro do Dr. Marcel Benedeti, "Curando animais com a Homeopatia". 
Assim que comprei, mandei fazer os medicamentos homeopáticos nele indicados. Desde então, já se passou quase um ano e o meu gatinho nunca mais apresentou os sintomas. Ele vive feliz e de forma saudável. 

Quem puder encontrar um veterinário homeopata poderá trocar ideias com ele e, com as dicas do Dr. Marcel em seu livro, chegar a uma fórmula específica para esse problema, como muitos outros nos quais a Homeopatia pode nos ajudar. 

Esta é a minha dica. Espero que possa ajudar a quem passa pelo mesmo problema e quer ver seu gato com saúde novamente. 


Ao lado o livro de Marcel Benedeti, Curando Animais com a Homeopatia. 



Fernanda Almada








A lista com veterinários Homeopatas pelo Brasil pode ser baixado no site da amiga , veterinária homeopata Carmem Cocca. vale a pena Visitar o site todo.


Veterinários Holísticos Brasileiros


Mais sobre o uso da Homeopatia leia em:






 















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segunda-feira, 29 de julho de 2013

As casas espíritas e a assistência espiritual aos irmãos menores animais :Informação, amor e caridade


Chakras nos animais
A literatura sobre a alma dos animais é bem vasta, não há mais como negar a sua existência e com a evolução dos estudos e a orientação de benfeitores espirituais, aos poucos a alma animal, antes tão desconhecida e perturbadora, tem agora  um grande aliado. Antes de falarmos dele é preciso nos lembrarmos que , desde que seres humanos e animais se aproximaram, começamos aos poucos a incluí-los em nossas famílias e com a agitação da vida cotidiana, em nossos problemas, o que causou a eles também inúmeros transtornos. A falta de tempo fez com que os tutores deixassem de fazer a comida dos animais e optassem pela facilidade, nem sempre saudável, das rações industrializadas. Essa mesma falta de tempo impede que o tutor leve o animal para passear e que o deixe sozinho por longos períodos sem receber a atenção necessária. Não apenas seu lado material adoeceu, mas seu lado psicológico e espiritual.

Tal como os seres humanos, os animais igualmente possuem seus chakras, ou seja, seus centros de força que com as dificuldades criadas pelos próprios tutores começam a trabalhar com mais lentidão, causando assim transtornos ao corpo material dos animais e abrindo espaço para que muitas doenças ocorram. Foi para orientar tutores e auxiliar os animais que em 2006 Marcel Benedeti, médico veterinário e autor de vários livros sobre a alma dos animais, fundou uma das primeiras Casas que iriam começar  trabalhar no tratamento e na assistência espiritual dos irmãos menores animais.

A dúvida que se formou entre muitos espíritas era como realizar o passe nos animais sem prejudicá-los devido ao famoso caso do sr. T que se encontra no Capitulo Mediunidade dos Animais, no Livro dos Espíritos e que narra a seguinte experiência:

“O Sr. T., dizem, magnetizou o seu cão. A que resultado chegou? Matou-o. Porque esse infeliz animal morreu depois de haver caído numa espécie de atonia, de langor, consequência de sua magnetização. Com efeito, infiltrando-lhe um fluido haurido numa essência superior à essência especial da sua natureza, ele o esmagou, agindo sobre ele, embora mais lentamente, à semelhança do raio. Assim, não havendo nenhuma possibilidade de assimilação entre o nosso perispírito e o envoltório fluídico dos animais propriamente ditos, nós os esmagaríamos imediatamente ao mediunizá-los.”

É clara a explicação pela qual ocorreu o desencarne do animal “infiltrando-lhe um fluido haurido numa essência superior à essência especial da sua natureza (...)não havendo nenhuma possibilidade de assimilação entre o nosso perispírito e o envoltório fluídico dos animais propriamente ditos, nós os esmagaríamos”. “Numa essência superior à essência especial de sua natureza”, ou seja, os campos magnéticos de seres humanos e animais diferem tal qual suas almas, o que implicaria na transformação dessas energias magnéticas para que o passe pudesse ser aplicado sem qualquer perigo nos animais e assim é realizado em todas as Casas que se dispuseram a abrir suas portas para estes irmãos .

Chakras


No trabalho de  tratamento e assistência espiritual aos animais são trabalhados apenas 3 Chakras: o Chakra Base ou Raiz, o Chakra do coração e o Chakra Coroa. Para o início dos tratamentos, a equipe de médiuns que irá aplicar os passes nos animais se prepara durante um longo período para que as energias fluídicas sejam trocadas pelos benfeitores espirituais de forma  não prejudicar os animais, transformando-o numa energia mais sutil. O passe que os animais recebem é assim modificado pela espiritualidade exatamente pela diferença de energias entre os corpos e sua aplicação é indicada a fim de sincronizar os centros de força destes irmãos menores, fortalecendo-lhes a matéria para que o tratamento realizado com os médicos terrenos, os veterinários, surta um efeito melhor. O passe ,como vimos anteriormente, se não modificado pode acelerar o desencarne dos animais devido ao magnetismo existente nos corpos humanos. Assim também ocorre com a irradiação e não fluidificação da água que é destinada ao tratamento dos animais. Tanto o passe quanto a água irradiada, agem na matéria dos animais, devido a isso a necessidade da sutileza das energias que ali estarão.

Mas não é somente para receber os passes e a água irradiada que os animais “levam” seus tutores até as Casas Espíritas, o trabalho dessas Casas vai além do tratamento dos irmãos animais, elas levaram para dentro de seus espaços todo um trabalho de conscientização delas e dos tutores em relação a todos os demais animais e ao sofrimento que os seres humanos lhes impõem no dia a dia, as palestras que antes falavam apenas sobre o Evangelho destinado ao amor de seres humanos para seres humanos, hoje conseguiram uni-lo dentro de uma ética que relacione animais e seres humanos num mesmo ato de caridade. Palestras sobre vegetarianismo, experimentação animal, ética animal, eutanásia, maus tratos, abandono , espiritualidade animal entre outras unem-se perfeitamente as palavras do Evangelho que pregam amor, benevolência, caridade e compaixão, conscientizando todos que buscam mais esclarecimento, sobre a imensa responsabilidade  que o termo “irmãos animais” traz consigo. As pessoas somente  se transformam quando começam a compreender o que suas ações realizam de bom ou de mau, quando percebem que há uma outra realidade além daquela que conheciam, informar e conscientizar são os trabalhos que hoje, embora poucas, essas Casas Espíritas realizam em relação aos animais.

O trabalho de conscientização é a grande obra deixada pelo querido amigo Marcel Benedeti.



Simone Nardi




Redação do blog Irmãos Animais - Consciência Humana




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segunda-feira, 16 de junho de 2008

Ser Espírita

Foto by: SN (Flor)
Noutro dia entre um grupo de amigos, ouvi uma discussão, no bom sentido, sobre o que é realmente ser espírita. Um amigo insistia que ser espírita é apenas acreditar em reencarnação e pronto, você já era espírita. Outro dizia que ser espírita era tentar mudar, melhorar a si mesmo. Um outro ainda dizia que não era, mas tentava ser.

E o que seria realmente ser espírita? Haveria uma fórmula ou uma oração? Ser espírita para alguns espíritas se torna uma verdadeira obsessão. Sim porque ele vive se cobrando sobre como ser espírita. Não pode falar alto, não pode perder o controle, não pode ser enérgico. Precisa aceitar tudo. Tudo?