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sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Educação para sanar todo o mal -pt3

Pantera,pastor alemão, abandonada

O que seremos,superiores ou inferiores?





“ Porque somos superiores.”

Assim disse um professor referindo-se na internet ao uso de animais em experiências laboratoriais.

E é exatamente esse tipo de raciocínio que cria guerras entre as Nações.Porque alguns se acham superiores a outros e se achando assim, sentem-se livres para invadir e matar aqueles que seriam os inferiores. E o algoz, sempre poderoso, sempre se sentindo superior, torna escravos aqueles que são mais fracos e não podem se defender a altura.

Muitas raças foram exterminadas assim.

Muitos dos grandes líderes se achavam superiores . Matavam. Muitos dos grandes lideres se achavam poderosos. Vilipendiavam.

Alexandre, o grande.Júlio César.Napoleão. 

Hitler, talvez o mais odiado de todos. Sim, os grandes líderes superiores acabaram sendo odiados pela História. Resultado de sua superioridade.

Milhões de pessoas mortas.Pessoas que ele considerava inferiores a ele, o que para ele, dava-lhe todo o direito de matá-las, roubá-las e usá-las em experimentos médicos. Tirou vidas que jamais seriam recuperadas novamente.

Jerry Lee, pastor alemão, abandonado
Isso é um sinal de superioridade?

Somos intelectualmente superiores às crianças, principalmente as bem pequenas e o que fazemos? Armados de nossa inteligência superior nós as Protegemos.Nós as tratamos com carinho porque sabemos, elas são incapazes de se defender sozinhas.

Isso é sinal de superioridade.Usar a inteligência e a pseudo-superioridade de outra forma é tornar-se um tirano tão cruel quanto Hitler.

Não devemos, pois, cuidar melhor daqueles que sabemos, podem ser inferiores a nós? Não é obrigação do mais forte proteger o mais fraco? Ou a regra de moral nos diz que o mais forte deve esmagar o mais fraco?

Quem nos outorgou esse direito?

Ninguém a não ser o próprio homem.

Tal como alguns se outorgam o direito de matar outros homens, ilegal ou legalmente, lembrando que em muitos países a pena de morte é permitida, mais uma vez o homem surge roubando o direito que deveria pertencer apenas a Divindade.

O que é ser superior?

Matar?Abusar? Corromper?Torturar?Escondendo tudo isso por trás de uma tola superioridade? Não, em minha opinião isso é que é ser inferior, mesquinho e negligente para com a Natureza.

O homem só será superior quando aprender a cuidar daqueles que são incapazes de se defenderem sozinhos.Quando aprender que sua superioridade intelectual foi conquistada  para que ele a use para o bem de todas as criaturas e não apenas o dele, do contrário ele não passará de um tirano escondido nas sombras de sua própria crueldade.

Hitler matava aqueles que ele considerava inferiores e alguns loucos compartilhavam os mesmos ideais dele.

Hoje os grandes  homens da ciência fazem isso com os animais.

Hitler era louco.

Qual a sua desculpa ?

Somos o que fazemos, lembre-se disso.


Simone Nardi








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quarta-feira, 13 de agosto de 2014

- Educação para sanar todo o mal -pt2

Imagem: Cão, Samuel

Enfrentando o Preconceito




Todas as mudanças mais difíceis que a humanidade já enfrentou foram por causas morais.Há séculos atrás quando vozes se levantavam contra a escravidão, muitas outras acusavam os abolicionistas de loucos e imorais. A luta prosseguiu e os loucos conseguiram libertar do jugo do homem branco o homem negro que apesar da liberdade ainda não possuía direitos porque segundo alguns, não possuía alma.

Mais tarde foi a vez de lutar pelas mulheres que alguns diziam ser inferiores e tal como os negros não possuíam alma. Uma questão moral defendida por uns e repelida por outros. A verdade prevaleceu.

E desde então a humanidade tem lutado por outras questões morais: o racismo, o anti-semitismo, o sexismo e agora uma nova palavra surge para causar furor naquelas pessoas de sempre, aquelas que não aceitam mudanças no qual o orgulho já está tão enraizado que qualquer atitude contrária, pode causar uma explosão : O Especismo.

E você deve estar se perguntando: O que é Especismo?


Suzy, coker abandonada
O Especismo é um tipo de racismo ,quando alguém considera sua raça superior a uma outra, nesse caso , o Especismo é quando um ser humano acredita que nenhuma espécie vivente além dele possui qualquer valor, passando a considerar que é moralmente possível infringir qualquer tipo de sofrimento a esses seres não-humanos. E o que são seres não humanos? Os animais é claro.

Mas, animais? Algumas pessoas vão dizer que estou brincando, falando em racismo para com os animais.

Isso é o que deve estar passando pela cabeça dos orgulhosos nesse exato momento, pois uma pessoa mais racional sabe que já passou da hora de começarmos a respeitar esses irmãos terrenos.

Pois é, acreditem ou não, eles são nossos irmãos.Não somos mais ou menos importantes que eles para Deus, por isso , diante da Divindade, eles possuem os mesmos direitos que nós. Embora muitos se neguem a aceitar isso.

É o orgulho criando vítimas inocentes.

Quem foi que deu ao homem o poder de reinar sobre os animais, senão sua própria mente cruel ? Quem garante que o homem é superior diante dos animais não humanos? Que direito o homem possui de usar seus corpos, de divertir-se as suas custas, de abandoná-los como tem feito ao longo dos séculos?

Mel, srd abandonada
Achar que somos superiores a qualquer criação Divina é ser especista. Aceitar que os animais não humanos não possuem direitos, é ser especista. Alimentar-se deles , fechando os olhos para seu sofrimento é ser especista.

O Especismo será uma outra luta moral. Árdua como outra qualquer.Cheia de inimigos. Cheia de tristezas, de perdas e vitórias, porém, como qualquer outra luta Moral ela vai vencer os cegos e orgulhosos, os poderosos senhores da morte, e fará o verdadeiro amor prevalecer. O espiritismo não pode manter-se alheio a isso.

Não importa quantas derrotas tivermos, o que não podemos é esmorecer na caminhada para o Divino.

Chegará o dia em que um estábulo será tão sagrado quanto a família.

Sim, esse dia chegará.Com você, sem você e apesar de você, e quando esse dia chegar eu quero estar do lado daqueles que lutaram pela moral e pela misericórdia.

E você? De qual lado quer estar? 

Espero sinceramente te encontrar do lado dos “loucos” que lutam pelos Direitos Animais.



Simone Nardi






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terça-feira, 12 de agosto de 2014

- Educação para sanar todo o mal -pt1


Imagem; Cão de rua, Prince




Consciência na Via Pública




Antes de falar sobre educação, vou contar uma pequena história que ocorreu comigo e com a minha família há alguns anos atrás.Eu a escrevi em forma de conto, pois é mais fácil ler sem que a revolta e as lágrimas cheguem a nossos olhos:

“ Foram os minutos mais longos da minha vida. Aos poucos a dor foi sumindo, acho que era porque estava tão forte que eu não conseguia mais senti-la. As vozes ao meu redor pareciam vir de um túnel, pois ecoavam longe, fracas e tais como eu, doloridas.Alguns cantavam algo que falava sobre um tal de Jesus, para que Ele lhes enviasse uma luz, que lhes mudasse o coração.Outros me olhavam e diziam coisas que eu não compreendia: que dó, minha nossa, quanto sangue, deve estar morto.


Não eu não estava morto.Estava vivo e queria viver.Senti que alguém me tirava do chão e me envolvia num cobertor, diziam que eu era filho de Deus. Me senti tão bem naquela hora.O aconchego daqueles braços, a preocupação naquelas vozes, o carinho daquelas mãos sobre mim.Tentei agradecer, mas sentia-me fraco demais. Cedi a dor.Quando dei por mim, um outro homem de olhar preocupado me examinava, dizia que nada mais poderia ser feito.Senti aquele mesmo toque carinhoso de antes e uma voz tão doce  me dizia:

 Não tenha medo, tudo vai ficar bem, tudo vai ficar bem.

Quando acordei eu já me sentia bem. Meu corpinho não doía mais.Tinha outros amiguinhos ao meu lado e de onde eu estava, podia ver bem abaixo de mim, as pessoas que cercavam um outro filhote, todo ensangüentado e ferido.Foi quando percebi que aquele filhote na verdade era eu mesmo.Aquelas pessoas deveriam ser os anjos de que eu sempre ouvi falar. Os anjos que nos ajudam nos momentos de dificuldade.Sim, hoje olhando para eles, tenho certeza de que eram anjos . Eram eles que tinham me recolhidos da via pública apôs eu ter sido atropelado. Tinham me levado para o médico, mas meu estado era tão grave que ele nada pudera fazer.É eu tinha morrido, mas incrivelmente me sentia vivo, vivo e agradecido por eles terem um coração bondoso, tão bondoso a ponto de se importarem com um filhote que eles nem sequer conheciam.

Eles não haviam apenas passado por mim e virado o rosto. Não, eles haviam tido compaixão e consciência de que eu, mesmo um filhote ainda, era filho de Deus assim como eles e como todos os anjos que nos ajudam. Esse é o meu agradecimento à vocês, nossos anjos da guarda, que dia a dia lutam pelo nosso bem estar, uma luta árdua e muitas vezes ingrata, mas saibam, que para nós vocês são especiais e que já habitam nossos corações. 

Desse filhote que morreu, mas vive ao lado de Deus!”

Filhote, srd, abandonado(Foto SN)
O filhote havia sido atropelado por volta das seis da manhã, quando nós o vimos por volta das sete horas corremos socorrê-lo. Durante o trajeto o acariciamos e ele respondeu ao carinho. Era possível sentir quão grande era seu medo, mas ele se sentiu calmo ao nosso lado.Infelizmente não foi possível salvá-lo, essa dor ainda corrói meu coração:

Por que não levantamos mais cedo?

Por que não olhamos antes na direção  onde ele estava caído?

Muitas pessoas, no ensaio da igreja, cantaram uma música para que Jesus lhes tocasse o coração. Lembro-me de ter acordado por volta das seis e meia com elas cantando. E foram essas mesmas pessoas que passaram pelo filhote e voltaram-lhe as costas.Talvez Jesus as tenha tocado e elas não tenham percebido. Talvez esse fosse o toque de suas mãos, mas eles a ignoraram. 

Por culpa delas? Por culpa dos pais que não as ensinaram a respeitar os animais?

Qual ser humano, religioso, bom e caridoso consegue passar por um filhote de 4 meses estendido na rua, ensanguentado, lutando para viver e mesmo assim, consegue virar-lhe as costas , seguir para sua Igreja e orar para Deus?

Não um ser humano normal.

Não aquele que compreende o significado da palavra Respeito.

Precisamos urgentemente começar a educar hoje, para que as consciências de amanhã não fiquem jogadas na sarjeta





Simone Nardi






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domingo, 23 de março de 2014

Faça a Conexão com a Vida

 











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terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Faça a conexão com a vida - Natal







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terça-feira, 14 de maio de 2013

A criminologia e o maltrato animal

Por Loren Claire Canales (da Redação do ANDA)

“Embozalado” (Amordaçado), obra de Daniel Segura Bonnet, artista colombiano.

Em um interessante artigo reproduzido esta semana nas redes sociais, Laurent Bègue, professor de Psicologia Social na Universidade Pierre Mèndes-France de Grenoble, se refere ao maltrato animal como um novo medidor que está servindo a criminologia internacional para analisar a extrema violência que o ser humano pode desenvolver no meio social.

Maltratar um animal é, em muitos casos, a consequência de uma frustação ou de um trauma e é um comportamento que se adquire durante a infância. Pode se desenvolver também na adolescência. O maltrato animal nasce no seio familiar ou escolar e pode se transformar em um comportamento anti-social.

O maltratado e em especial o maltrato aos animais de companhia está presente em qualquer grupo humano, pois as crianças assim como os animais domésticos são os primeiros catalizadores de nossas frustrações.

No entanto, em nossa época, o maltrato animal chegou a um nível considerável de tortura. Um exemplo disso é a denúncia que um colaborador do Soyperiodista.com fez há pouco tempo. “Os animais importam”, publicado dia 03 de maio e que se referia ao caso de um homem em Ibagué (Tolima, Colômbia), que matou um cachorro segurando pela cauda e lançando o animal violentamente contra o chão.

A violência contra os animais é mais frequente do que imaginamos, ainda que uma proteção para não vê-la e não sofrê-la seja a de tomá-la como uma violência banal: “são somente animais”.

Os atos de crueldade contra os animais falam muito sobre a personalidade de quem os comete. Esse tipo de crueldade pode variar desde golpes até a retirada da pele dos animais ainda vivos (cachorros e gatos pequenos), sem contar a utilização para fins sexuais a que são submetidos.

Essa relação de violência do homem com o animal impulsionou os pesquisadores de criminologia a tomá-la como um medidor fiável do grau de violência em indivíduos que cometeram ou que podem cometer crimes e outros delitos graves.

Psiquiatras e especialistas em Psicologia Social da Universidade do Pacífico, na Califórnia, comprovaram, por exemplo, que 45% dos autores de nove massacres cometidos em escolas nos Estados Unidos durante os últimos 20 anos haviam praticado atos de barbárie contra seus animais domésticos.

O professor Laurent Bègue cita um estudo que merece atenção, é o caso que aconteceu após o massacre na Escola de Columbine, Colorado, dia 20 de abril de 1999.

Os criminologistas constataram que Eric Harris e Dylan Klebold, os dois estudantes que mataram 12 de seus colegas de escola, um professor e feriram mais 20 pessoas antes de cometerem suicídio, haviam confessado que quando eram crianças gostavam de praticar mutilações e provocar sofrimento aos seus animais.

O professor Bègue se refere a outros dois casos: “Em um estudo retrospectivo realizado em uma prisão com 36 autores de assassinatos, 36% deles admitiram ter matado ou torturado animais durante a infância e 46% cometeram atos de crueldade durante a adolescência. Em outro estudo realizado em um meio carcerário com 180 presos, Brandy Henderson, da Universidade do Tennessee, comprovou que os atos de violência contra animais que os detidos declararam haver cometido eram particularmente frequentes”.

Tipos de maus-tratos que os detidos praticam com os seus animais ou com outros animais:

- afogamento (17,5%);
- espancamento (82,5%);
- disparos (33,0%);
- pontapés (35,9%);
- estrangulamento (17,5%);
- queimaduras (15,5%);
- utilizam para fins sexuais (22,3%)


A crueldade com os animais segundo Franck Ascione, da Universidade de Denver, é um comportamento socialmente inaceitável, pois o intuito do torturador é causar dor, sofrimento, angústia e/ou morte do animal por puro prazer.

A psiquiatria permite afirmar que os atos de crueldade cometidos por uma criança podem revelar uma precoce predisposição para desenvolver condutas anti-sociais. Uma criança torturadora de animais é suscetível a ter problemas com a justiça quando for adulta.

As razões que levam um indivíduo a maltratar um animal

Os americanos Stephen Kellert e Alan Felthous, das Universidades de Yale e do Texas, citam oito razões que levam um indivíduo a maltratar ou torturar os seus animais domésticos:
1-      Controle: o animal é golpeado para que não continue manifestando comportamentos indesejados (latir, saltar, brincar…);

2-      Castigo: aplicar um castigo extremo para que não volte a repetir algum hábito incômodo (ensujar ou vomitar em lugares que são proibidos para ele);

3-      Falta de respeito: Está relacionado a preconceitos culturais. É quando uma pessoa acredita que pode maltratar ou negligenciar um animal já que sua condição de inferioridade não o faz merecedor de nenhuma consideração;

4-      Instrumentalização: Utilizar os animais para “dramatizar” a violência, é o caso das rinhas de cães;

5-      Amplificação: o animal é utilizado para impressionar, ameaçar ou ferir uma pessoa. Aqui se verifica a transferência da violência humana contra o animal;

6-      A violência como provação ou como exemplo: Maltratar um animal perante um grupo com a finalidade de fazer com que os seus membros se convertam em testemunhas de uma forma de superioridade do agressor. O indivíduo também pode torturar por diversão;

7-      Vingança: O indivíduo agride um animal para vingar-se de seu proprietário;

8-      Por deslocamento: O animal é maltratado porque o indivíduo não tem a possibilidade ou é incapaz de maltratar quem lhe provocou uma frustração ou uma decepção. Não consegue fazê-lo porque tem medo ou porque a pessoa é inatingível. É o caso do empregado que espera uma promoção e que na impossibilidade de tê-la, regresa a casa e dá pontapés em seu animal doméstico.


A análise do professor Laurent Bègue nos leva a concluir que a tortura contra os animais nasce de uma má qualidade de vida. Os animais pagam pela nossa dificuldade para viver, pagam por serem testemunhas inocentes da nossa própria mediocridade.


Fonte: ANDA 




* O artigo saiu logo após o espancamento de  um filhote de poodle, o que causou indignação à muitas pessoas, mas não podemos nos esquecer também, que dentro dos frigorificos e granjas, trabalhadores cometem as mesmas atrocidades e dessa vez com a nossa permissão, pois pagamos a eles para que matem/maltratem os animais, que será consumido posteriormente.Não podemos nos indignar somente quando é um cão, mas devemos nos indignar pelo ser vivo que sofre, seja cão, gato, boi, galinha ou suino.




Redação do blog Irmão  Animais- Consciência Humana

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Ser Espírita

Foto by: SN (Flor)
Noutro dia entre um grupo de amigos, ouvi uma discussão, no bom sentido, sobre o que é realmente ser espírita. Um amigo insistia que ser espírita é apenas acreditar em reencarnação e pronto, você já era espírita. Outro dizia que ser espírita era tentar mudar, melhorar a si mesmo. Um outro ainda dizia que não era, mas tentava ser.

E o que seria realmente ser espírita? Haveria uma fórmula ou uma oração? Ser espírita para alguns espíritas se torna uma verdadeira obsessão. Sim porque ele vive se cobrando sobre como ser espírita. Não pode falar alto, não pode perder o controle, não pode ser enérgico. Precisa aceitar tudo. Tudo?