segunda-feira, 23 de março de 2015

Chakras nos Animais - Aulas em PPS

Chakras nos animais













Descrição do Slide


  • . CHAKRAS NOS ANIMAIS Blog :Irmãos Animais- Consciência Humana: Simone Nardi http://irmaosanimais-conscienciahumana.blogspot.com.br/
  • 2. OS CHAKRAS
  • 3. CHAKRAS • São centros ou órgãos superfísicos, através dos quais as energias dos diferentes campos são sincronizadas e distribuídas ao corpo físico. • São vórtices de energia.
  • 4. Funções Principais • Vitalizar cada corpo áurico e, assim, o corpo físico. • Absorver a energia universal, metabolizá-la e abastecer nosso corpo áurico. • Provocar o desenvolvimento de diferentes aspectos da autoconsciência.
  • 5. Funções Principais • Transmitir energia entre os níveis áuricos. Toda camada áurica tem seu próprio conjunto de sete chakras maiores, cada qual localizado no mesmo lugar do corpo físico.
  • 6. ANIMAIS • Tal como os seres humanos, os animais também possuem esses vórtices de força. • No Tratamento espiritual dos animais são trabalhados 3 Chakras principais.
  • 7. OS CHAKRAS • Normalmente afetam a área do corpo onde se localizam, e muitos dos desequilíbrios físicos são resultado de desequilíbrios nos Chakras. • Esse processo de desequilíbrio ocorre tanto em humanos quanto nos animais, a doença assim, começa a se manifestar do corpo sutil até o corpo material.
  • 8. CHAKRA BÁSICO • CHAKRA BASE ou RAIZ - É o primeiro Chakra, sua cor é o VERMELHO. Localiza-se na base da coluna próximo à inserção da cauda. Também está associado ao ânus. Este chakra supre as glândulas adrenais e esta associado a SOBREVIVÊNCIA. O instinto de comunicação como ronronar, latir, uivar, grunhir, relinchar, piar, etc, provém deste chakra. Ele é o responsável pelo bom ânimo, a estabilidade, o instinto de preservação e a força física. Liga o indivíduo a mãe terra.
  • 9. CHAKRA BASE
  • 10. CHAKRA BÁSICO
  • 11. CHAKRA DO CORAÇÃO • CHAKRA DO CORAÇÃO: é o quarto chakra, sua cor é o Verde. Localiza-se na área central do tórax. Relaciona-se ao coração, pulmões, fôlego e timo (exerce papel vital no sistema imune). É o chakra do amor, da compaixão e da piedade. Emoção,equilíbrio, partilha.Toque, sensibilidade.
  • 12. CHAKRA DO CORAÇÃO
  • 13. CHAKRA CARDÍACO
  • 14. CHAKRA DA COROA • 3.) CHAKRA DA COROA: é o sétimo chakra, sua cor é o Violeta. Localiza-se no topo da cabeça, entre as orelhas. Controla cada aspecto do corpo e da mente animal. É o chakra da conexão com o cosmos e a criação. Quando desequilibrado pode causar depressão, deslocamento e isolamento. É o chakra por onde se absorve a energia cósmica. Supre a glândula Pineal, o sistema nervoso central, o sistema crânio- sacral, a medula, pele e cabelos. • O sentido é o do pensamento. As palavras chave são serenidade, espiritualidade, paz, equilíbrio, libertação e sabedoria.
  • 15. CHAKRA DA COROA
  • 16. CHAKRA DA COROA
  • 17. CHAKRA DOS COXINS • CHAKRA DOS COXINS: Os Coxins Plantares são sensíveis e conduzem o animal a pontos de energia harmoniosa. Quando o animal encontrar algum local que seja harmonioso , ao deitar-se sobre ele, receberá essa energia através do Chakra do Plexo Solar e do Chakra Raiz – o coxins abrirá seus canais de energia, pois são a fonte para que os animais encontrem o local das energias positivas..
  • 18. CHAKRA SACRAL • CHAKRA SACRAL OU UMBILICAL: Relacionamentos afetivos, processo criativo, gosto pelas coisas belas, pelo amor a vida. Energia sexual e reprodutiva. Concessão e recebimento do prazer físico, mental e espiritual. Auto-respeito . Possessividade e comunhão • Glândula endócrina: ovários e testículos • Órgãos associados: Útero, intestino grosso, próstata.
  • 19. CHAKRA SACRAL
  • 20. CHAKRA PLEXO SOLAR • CHAKRA PLEXO SOLAR: Personalidade mente racional, vontade de aprender, comunicar e participar. Centro emocional para a auto estima; busca de aprovação. Sensibilidade - poder de atração, noção do próprio valor (valorizar as necessidades do Eu). Raiva, ressentimento, baixa auto- estima, culpa. • Localização: epigástrica, abaixo das costelas • Glândula endócrina: pâncreas • Órgãos associados: Fígado, baço, estômago, Intestino delgado
  • 21. CHAKRA PLEXO SOLAR
  • 22. CHAKRA LARÍNGEO • CHAKRA LARÍNGEO : Auto expressão e criatividade, capacidade de aceitar mudanças, frustração, liberdade . Comunicação. Receber e doar. Governa a postura corpo. • Localização: garganta • Glândula endócrina: Tireóide • Órgãos associados: Pulmão, garganta e Intestinos
  • 23. CHAKRA LARÍNGEO
  • 24. CHAKRA FRONTAL • CHAKRA FRONTAL : Responsabilidade sobre si mesmo, visão e equilíbrio , confusão e clareza. Sabedoria e discernimento.Percepção Extra sensorial. Intuição. • Localização: meio da testa • Glândula endócrina: Hipófise • Órgãos associados: Olhos, cabeça, sentidos
  • 25. CHAKRA FRONTAL
  • 26. Blog :Irmãos Animais- Consciência Humana: Simone Nardi http://irmaosanimais-conscienciahumana.blogspot.com.br/


Simone Nardi










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terça-feira, 17 de março de 2015

Parábola do semeador - Aula em PPS

Parábola do semeador













Descrição do Slide

  • 1. Blog :Irmãos Animais- Consciência Humana: Simone Nardi http://irmaosanimais-conscienciahumana.blogspot.com.br/
  • 2. Não permita que ninguém negligencie o peso de sua responsabilidade.Enquanto tantos animais continuam a ser maltratados, enquanto o lamento dos animais sedentos nos vagões de carga não sejam emudecidos, enquanto prevalecer tanta brutralidade em nossos matadouros, todos seremos culpados! Tudo o que tem vida tem valor como ser vivo, como uma manifestação do mistério da vida. Albert Schweitzer (1875 - 1965)
  • 3. Naquele mesmo dia, tendo saído de casa, Jesus sentou-se à borda do mar; em torno dele logo reuniu-se grande multidão de gente; pelo que entrou numa barca, onde sentou-se, permanecendo na margem todo o povo. - Disse então muitas coisas por parábolas, falando-lhes assim:
  • 4. Aquele que semeia saiu a semear; - e, semeando, uma parte da semente caiu ao longo do caminho e os pássaros do céu vieram e a comeram.
  • 5. Outra parte caiu em lugares pedregosos onde não havia muita terra; as sementes logo brotaram, porque carecia de profundidade a terra onde haviam caído. - Mas, levantando-se, o sol as queimou e, como não tinham raízes, secaram.
  • 6. Outra parte caiu entre espinheiros e estes, crescendo, as abafaram.
  • 7. Outra, finalmente, caiu em terra boa e Produziu frutos, dando algumas sementes cem por um, outras sessenta e outras trinta. - Ouça quem tem ouvidos de ouvir. (S. MATEUS, cap. XIII, vv. 1 a 9.)
  • 8. Nossa vontade de mudar ou não ,é apenas nossa e de mais ninguém, a conquista da evolução pertence a cada um de nós e independe da vontade do outro. Esse outro pode nos informar, porém o que fazemos com essa informação é de nossa inteira responsabilidade. Somos como o solo, prontos ou não para receber a semeadura.
  • 9. Quando recebemos a semente do esclarecimento , ao invés de refletirmos sobre ele nós o ignoramos sem sequer pesar sobre ele a análise filosófica.... jogamos aos pássaros esse esclarecimento como se não pudesse ela, trazer algo de bom para nós.Nosso coração está fechado para o novo e não permite transformar-se, ainda é cedo para que se chegue a ele.
  • 10. Doutras vezes até ouvimos esse novo conhecimento, mas já temos lá nossa própria opinião e não desejamos refletir mais sobre um assunto que talvez possa criar raízes fortes em nossos corações, tal conhecimento dura pouco e a vontade de fazê-lo dar frutos acaba morrendo e desaparecendo...o enterramos sobre as pedras do muro que construímos ao nosso redor e com o tempo, o esquecemos.
  • 11. Então ouvimos com certa atenção, porém envolvidos em nossos próprios espinhos, (nossa própria concepção de entendimento), relutamos em mudar pois nossos desejos materiais ainda nos controlam e esses espinhos, conhecidos como “medos morais” acabam por sufocar nosso desejo de aprender e frutificar , sufocando nosso esclarecimento e relegando-o ao esquecimento.
  • 12. Mas existem aqueles em que a semente consegue germinar e acaba por produzir frutos, porque eles conseguem abrir seus corações para o novo, porque conseguem refletir e não permitem que seus medos anteriores atrapalhem sua reflexão e sua transformação.
  • 13. A questão que nos fica por enquanto e que necessitamos refletir com urgência é: que tipo de solo nós somos?
  • 14. "Nossa tarefa deve ser nos libertarmos, aumentando o nosso círculo de compaixão para envolver todas as criaturas viventes, toda a natureza e sua beleza." Albert Schweitzer
  • 15. Valores internos  Medos  Nova ética, nova moral  Resistência a mudanças
  • 16.  Paradigma Ideologia social  Aparatos ideológicos  Capitalismo
  • 17. Álcool X Fumo Aborto X Eutanásia ANIMAIS!?!?!?
  • 18.  Informação  Busca pelo esclarecimento Difusão desse conhecimento Sinergia com as criaturas
  • 19. O SEMEADOR NÃO PODE DEIXAR DE SEMEAR... * Aquele que já tomou consciência de algo tem a obrigação moral de semear o que aprendeu, mesmo sabendo que suas sementes nem sempre atingirão um solo fértil. A lei do amor o obriga a perseverar.
  • 20. E quando se fala em caridade e amor pelos animais, a Parábola do Semeador fica ainda mais clara, porque a resistência de algumas pessoas se amolda as sementes perdidas Cada irmão preparou seu próprio solo e é nesse solo que a semente da informação vai cair.
  • 21. Este solo não é fértil porque Deus o abençoou com isso. Seu solo é fértil por seu próprio esforço e vontade, porque comunga ele com o bem planetário, pois já se compreendeu como um entre tantos e que pode ou não fazer a diferença, não importa em qual frente trabalhe, ele consegue compreender o novo sem medo e sem temores, pois adubou seu solo com o amor Divino.
  • 22. Preparemos então o solo para que fique fértil, para que os medos em forma de pedras e espinhos sejam arrancados, possibilitando que a semente do amor e da vida possa finalmente florescer em nossos corações.
  • 23. Blog :Irmãos Animais- Consciência Humana: Simone Nardi http://irmaosanimais-conscienciahumana.blogspot.com.br/ 
Simone Nardi

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segunda-feira, 16 de março de 2015

Memórias de uma Infância


Suzi, cocker, foi abandonada na velhice , nós a recolhemos e ela nos proporcionou 10 anos maravilhosos

Nós éramos muitos, eu me lembro, eu e meus irmãos. Chovia e eu sempre estava molhado, embora minha mãe sempre tentasse nos proteger. Uma vez ela saiu e nunca mais voltou, dois de meus irmãos tentaram encontrá-la e também não voltaram mais. Ficamos apenas os quatro, três irmãs e eu. Sozinhos.

Um dia apareceu um homem e nós olhou atentamente. Falou, fez perguntas. Olhou minhas irmãs, depois me pegou e me levou com ele. Nem tive tempo de pedir à ele que também levasse minhas irmãs, afinal elas ficariam sozinhas e desprotegidas. Fiquei nervoso, quis me soltar e voltar correndo, mas o homem me segurou com força e partimos num grande carro.

Prometi a mim mesmo que voltaria um dia, e que encontraria minha mãe e meus irmãos novamente . Quando chegamos na casa dele várias pessoas vieram me recepcionar, crianças, velhos, a esposa dele foi a única que não veio me abraçar. Não me incomodei, pensava apenas em ficar forte e voltar para ajudar minha família.

O tempo passou e eu fui crescendo, me acostumando aquela nova vida mas jamais esquecia da minha mãe e dos meus irmãos. Torcia paraque a sorte deles houvesse sido boa, melhor que a minha. Sim, eu já começava a entender as coisas da vida. Nada mudara muito desde que eu fora tirado da rua.

Comia uma vez por dia e trabalhava muito. Como eu estava mais crescido, as pessoas já não me tratavam com tanto carinho, ao contrário, a palavra que mais pronunciavam era feio, depois burro. Eu até me afeiçoara a eles, mas eles não desejavam mais meus mimos.

Eles não sabiam que eu os conhecia e compreendia o que queriam de mim. Claro que não era burro. Feio? Bem, não sei dizer, nunca me olhei de frente mas também não me importava.

As vezes chorava na minha solidão , lembrando-me do dia da separação. Pensei que minha vida seria melhor, que eu poderia voltar e salvar minha família. Nada, nenhum dos meus sonhos se realizava.

O tempo passou e fui amadurecendo. Já não era mais criança, mesmo assim trabalhava por comida e apanhava por qualquer motivo. Doía-me a lembrança de minha mãe, embora minha nova família insistisse em dizer que eu já não me lembrava mais dela. Mentira, meu coração guardara por ela aquele sentimento que só os filhos entendem.

Eu queria fugir, mas não conseguia, todos me vigiavam. Eu era um escravo cativo, sem desejos, sem liberdade, mas jamais sem sonhos e esperanças. Um dia, pensava eu, um dia irei rever a minha família.

O tempo passou e fui envelhecendo. Imprestável passou a ser a palavra mais usada por aquela família. As surras continuaram, a comida diminuiu. Muitas vezes dormi ao relento, tomei chuva e adoeci. Já não pensava mais em fugir.

Eles matavam aos poucos os sonhos que eu ainda podia ter. Mas no meu coração, a lembrança de minha mãe me dava forças para continuar.

Lembro-me que vi o portão se abrir. “Fora seu imprestável “. Gritou o dono da casa, o mesmo que anos atrás havia me separado de minhas irmãs.

Sai. Era um sonho que se realizava.

Clint, resgatado

Minhas costas doíam, minhas pernas fraquejavam. A fome tolheu-me as forças e minha visão já não era tão boa quanto antes. Mesmo assim deixei aquele lugar rumo ao meu velho aconchego, de onde um dia fora retirado.

Andei muito até encontrar o ninho de amor que havia deixado há anos atrás.

Estava vazio. Sentei-me desolado na calçada revendo as imagens agora já quase apagadas de minha família. Relembrando as brincadeiras e o carinho de minha mãe.

Chorei, porque vi perder-se ali, o último fio de esperança que retinha no peito.

Estava sozinho num mundo que não era mais meu. Adormeci e meus sonhos me levaram ao passado feliz de minha infância.

Senti um toque suave e quando abri os olhos vi que minha mãe sorria para mim. Meus olhos orvalhados pela emoção se fecharam, me ergui e corri até ela. Estava feliz, eu a encontrara finalmente.

Minhas pernas não mais fraquejavam. Minhas costas não mais doíam. Olhei ao redor e revi meus irmãos. Todos levemente iluminados, notei que eu mesmo exalava uma pequena luz, foi então que minha mãe me mostrou a realidade.

Eu vi o cachorro acinzentado deitado na calçada. O pelo ensopado pela garoa fina que caia. O focinho arranhado pela última surra. As costelas a mostra por causa da fome.

Olhei-me e vi o pelo acinzentado brilhando, o focinho curado , o corpo bem feito.

Não, eu não era feio, nem burro. Eu fora maltratado durante muitos anos e a morte viera trazer-me novamente a alegria de viver.

Cada um de meus irmãos sofrera o mesmo que eu. Alguns ainda pior. Mas isso não importava mais, estávamos juntos novamente. Éramos uma família e éramos felizes e ninguém mais agora, poderia nos separar.

Que Deus abençoasse a raça humana para que um dia eles pudessem ver que nós, seres irracionais, podemos ter por eles, muito mais amor do que eles por nós.

Agora eu partirei, pois sou um filhote novamente e espero um dia, renascer e viver, mas dessa vez.......com respeito.

Adeus.

 

 

Simone Nardi

 

 

 

 

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quinta-feira, 12 de março de 2015

Não julgueis para não serdes julgados



Não julgueis para não serdes julgados







Descrição do Slide

 

  • 1. Simone Nardi
  • 2.
Não julgueis, para que não sejais julgados. Pois, com o critério com que julgardes, sereis julgados; e, com a medida com que tiverdes medido, vos medirão também. Por que vês tu o argueiro no olho de teu irmão, porém não reparas na trave que está no teu próprio? Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, quando tens a trave no teu? Hipócrita! Tira primeiro a trave do teu olho e, então, verás claramente para tirar o argueiro do olho de teu irmão.
  • 3.  Julgar. Formar opinião, conceito a respeito de si mesmo, das pessoas e das coisas, fazer juízo de valores.
  • 4. Lei da causa e efeito(ação e reação) Pois fazer o mal ao semelhante é fazer a si mesmo Terceira Lei de Newton
  • 5. IMPOSSÍVEL QUE ALGUÉM SEJA MAL SEM FAZER MAL A SI MESMO
  • 6. Planeta de expiação e provas Planeta de aprendizado Planeta da reforma íntima MAL x BEM = julgamentos errôneos
  • 7. LEI CIVIL X LEIS DIVINAS
  • 8. Ninguém consegue nada dele Esse cara é perda de tempo Esse tipo não presta Ele jamais vai conseguir Esse não tem mais jeito
  • 9. Endeusamento do eu Egoísmo Ilusão de poder/soberania Interesse pessoal Juízo de valor
  • 10. “ O outro não é o inferno. O outro é o caminho para o céu. No fundo tudo passa pelo outro.A relação com o outro suscita a responsabilidade.É o outro que faz emergir a ética em nós. Ama o outro como a ti mesmo.” L.Boff
  • 11. Mas quem é o meu outro, ou, o meu próximo?
  • 12. ‘Olhar para os animais e as plantas me enchia de alegria.  Eu queria cuidar deles como quem cuida de algo frágil e precioso. Aí o mandamento cristão do amor me parecia pouco exigente. Pedia apenas amor ao próximo. Os cristãos entenderam que esse ‘próximo’ se referia apenas às pessoas. Eu, ao contrário, penso que todas as coisas que vivem são minhas irmãs. Elas possuem uma alma.(...) Amarás à mais insignificante das criaturas como a ti mesmo. Quem não fizer isso jamais verá a Deus face a face.(...) Rubem Alves, “Dando Voz a Gandhi
  • 13. Indulgência Caridade Paciência Amabilidade Amor
  • 14. Perdão as ofensas Benevolência Não-violência Mansidão Amor
  • 15. Reconhecimento das fraquezas alheias Reconhecimento das próprias fraquezas Esquecimento da vaidade Esquecimento do orgulho Amor

  •  

     Simone Nardi

     

     

     

     

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    segunda-feira, 2 de março de 2015

    Mecanismos para a banalização do mal- Aulas em PPS



    Mecanismos para a Banalização do Mal







    Descrição do Slide


    • 1. MECANISMOS PARA A BANALIZAÇÃO DO MAL Blog :Irmãos Animais- Consciência Humana: Simone Nardi http://irmaosanimais-conscienciahumana.blogspot.com.br/ Blog :Irmãos Animais- Consciência Humana: Simone Nardi http://irmaosanimais-conscienciahumana.blogspot.com.br/
    • 2. HANNA ARENDT Linden-Limmer -Alemanha,14 de outubro de 1906 – Nova York- USA, 4 de dezembro de 1975 .
    • 3. MAL X HISTÓRIA DA HUMANIDADE O mal existe? Quais seriam os mecanismos que o movimentam?
    • 4. ADOLF EICHMANN Solingen,19 de março de 1906 – Ramla, 01 de junho de 1962.Israel
    • 5. ADOLF EICHMANN- Solução Final “Responsável por embarcar milhões de homens, mulheres e crianças para a morte com grande aplicação e cuidado.” H.A. 2010.p.37
    • 6. Os Caminhos da Violência “Para muitos o mundo de hoje é uma luta entre forças do bem e do mal. E todos nós desejamos estar do lado do bem.” Immanuel Wallerstein
    • 7. Holocausto Colonização Latino Americana Crueldade animal
    • 8. Dominação/Poder/Força “O Dominante precisa sentir que se justifica moral e historicamente como grupo dominante.” I. W.
    • 9. Por que não enxergamos o mal? Para Arendt o mal... Não será visto pelo viés psiquiatrico nem religioso, nem tão pouco através de uma visão demonizada.
    • 10. MAL Para Arendt Ao menos o mal do Nazismo era visto como um exercício de poder que visava a destruição do SER, de suas forças,de sua vontade, anulando-o como SER e transformando-o em objeto.
    • 11. MAL Eliminação total da capacidade de PENSAR
    • 12. Um Homem Bom “O que faz as pessoas felizes não pode ser ruim, pode?
    • 13. ADOLF EICHMANN X HANNA ARENDT Personalidade apavorantemente natural. Não nutria ódio , Não havia fanatismo. Nenhum sinal de sadismo ou rancor.
    • 14. ADOLF EICHMANN X HANNA ARENDT ...normalidade muito mais apavorante do que todas as atrocidades juntas(um novo tipo de criminoso) que comete seus crimes em circunstâncias que torna praticamente impossível para ele saber/sentir que está agindo de modo errado. H.A. 2010, p. 299
    • 15. Cultura de Massa Apropriação do pensamento humano e seu esvaziamento gerando uma verdadeira Paraplegia Moral e Ética em relação ao outro...
    • 16. FRACASSO MORAL E ÉTICO Nós não podíamos abrir as portas, éramos responsáveis por elas...
    • 17. FRACASSO MORAL E ÉTICO Vítima ___ Por que vc tem tanto ódio de nós? Sequestrador ___ Eu não tenho ódio, eu apenas não me importo.
    • 18. Mecanismos Total inversão da moral e a absoluta assimilação dos costumes vigentes na sociedade. Restrição da capacidade de pensar, do querer e do julgar sobretudo do ponto de vista do Outro. Não estupidez, mas total irreflexão
    • 19. Qual o antídoto? O PENSAR seria a condição de possibilidade para a eliminação do mal
    • 20. Qual o antídoto? “Será possível que o problema do BEM e do MAL, de distinguir o certo do errado, está conectado a nossa faculdade de pensar?” H.A. 2010, p.19 Como pensar num mundo onde o exercício de poder é o esvaziamento do pensamento???
    • 21. Qual o antídoto? Médico ___Porque obedecer por obedecer, assim sem pensar, é para homens como o senhor capitão.
    • 22. Diálogo Silencioso O pensamento seria a “Condição” e não a garantia para a eliminação do mal. Pensamento = Ação Fazer o BEM ou executar o MAL Através da saída do mundo, do estranhamento e do rompimento das coisas do mundo, através do milagre da ação.
    • 23. MILAGRE Milagre não dogmático, não religioso, mas como Condição Humana, ou seja, não mais metafísico mas materializado na ação humana de criar condições para que mudanças comecem a acontecer, pois somos construtores da História. “O pensamento é a única atividade que não precisa de nada além de si mesmo para seu exercício.” H.A. 2010, p.184
    • 24. NÓS VEMOS O MAL?
    • 25. REEDUCAÇÃO MORAL “Não há pensamentos perigosos, o próprio pensar é perigoso em si mesmo.” H.A “Nem a erudição ou a instrução curam a estupidez”. Kant
    • 26. REEDUCAÇÃO MORAL “Bactérias podem causar epidemias e destruir nações, mas elas permanecem meramente bactérias.” Karl Japers
    • 27. Mecanismos para a Eliminação do Mal “O que faz as pessoas felizes não pode ser ruim, pode? Blog :Irmãos Animais- Consciência Humana: Simone Nardi http://irmaosanimais-conscienciahumana.blogspot.com.br/ Blog :Irmãos Animais- Consciência Humana: Simone Nardi http://irmaosanimais-conscienciahumana.blogspot.com.br/

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