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quarta-feira, 16 de maio de 2018

PECADOS CAPITAIS - QUADRI-BOOKS


A gula é tida como um dos grandes pecados capitais. Será que comemos por necessidade ou por gula? Abaixo um conto real sobre uma palestra sobre "Alimentação Saudável", cuidado, isso pode estar acontecendo com você, com sua familia, seus amigos......



PECADOS CAPITAIS


Quadri-books: quadrinhos de humor ácido sobre os dia a dia que todo veg passa, seja nas ruas, no trabalho ou dentro de seu círculo religioso. É para diversão, por isso a leitura é suave e os desenhos simples. 


Boa leitura




Contamos com a colaboração de nossos leitores na divulgação deste e-book, e já nos preparamos para lançar muitos outros.

Grande abraço


Simone Nardi

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quarta-feira, 14 de março de 2018

OS ANIMAIS REENCARNAM - Quadri-books

Os animais reencarnam? Eles retornam para nossos lares? Isso é o que veremos neste novo quadri-book do IACH








Quadri-books: quadrinhos de humor ácido sobre os dia a dia que todo veg passa, seja nas ruas, no trabalho ou dentro de seu círculo religioso. É para diversão, por isso a leitura é suave e os desenhos simples. 


Boa leitura




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Simone Nardi





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quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

A GALINHA DA TIA FILÓ- QUADRI-BOOKS


Animais têm alma? A carne nutre a carne? Animais vão para o cêu? estas e outras respostas no divertido quadri-books 



A GALINHA DA FILÓ





Quadri-books: quadrinhos de humor ácido sobre os dia a dia que todo veg passa, seja nas ruas, no trabalho ou dentro de seu círculo religioso. É para diversão, por isso a leitura é suave e os desenhos simples. 


Boa leitura




Contamos com a colaboração de nossos leitores na divulgação deste e-book, e já nos preparamos para lançar muitos outros.

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Simone Nardi

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segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

ESTRAGANDO O NATAL


Quadri-book especial de Natal: na luta contínua para que mais pessoas despertem 

para a bondade que deveriam ter em relação aos animais.





É um conto de Natal, onde dois personagens tentam a todo custo salvar os animais da fazenda da Ceia de Natal.


Simone Nardi




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quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Tutor, dono, proprietário. . .

Cão abandonado


Acreditamos que a confusão já tenha passado, mas  sempre é bom relembrar.

Há alguns anos atrás  era costume/hábito, que as pessoas  falassem "dono de animais".

Com o tempo fomos modificando esse pensamento e passamos a usar "Tutores de animais", pois deveríamos Tutelar, ou seja orientar os animais em seu crescimento evolutivo. Ainda hoje ouvimos muitas pessoas dizendo "proprietários de animais", o que também nos remete a "donos", porque a palavra nos traz a lembrança de propriedade que vem do latim "proprietas" aquilo que nos pertence, da qual somos "donos legais".

Esse cuidado nas palavras revela uma mudança moral.Tanto donos quanto proprietários não possuem com ele a visão de que está em suas mãos uma vida, mas apenas um objeto. Um objeto que pode ser descartado, mutilado, explorado, dependendo para qual serventia o tenhamos "adquirido".

Cães de guarda/locação

Cavalos de corrida

Galinha poedeira

Vaca leiteira

Gado de corte


Elefante acorrentado
São apenas alguns exemplos de como são tratados animais sencientes e que também possuem uma alma em estado evolutivo. 

Ou seja, há por detrás da palavra principal um intuito secundário que , geralmente, é o de se obter lucro através da exploração daquele  que é visto como objeto.

O Tutor consciente tem imensa responsabilidade pelo seu tutelado , pois cabe a ele instruí-lo e guiá-lo pelo caminho correto. Educar com amor e promover a ele todas as possibilidades de uma evolução rica em aprendizado.

Mas, os "donos e proprietários" não possuem também essa obrigação?

Possuem, mas não o fazem, pois o desejo deles é o do crescimento financeiro e não propriamente o crescimento espiritual, muitos deles senão todos, já são sabedores ao menos da senciência animal , de sua alma e de ascensão evolutiva, e mesmo assim pouco ou quase nada  tais fatos lhe trazem preocupações.

Usar o animal para obtenção de lucro, para alimentação, para vestimenta é faltar com o respeito não somente para com o animal mas principalmente para com Aquele que os Criou. O "uso" (utilização) já transforma o animal em objeto e tira dele, animal, a possibilidade de evoluir plenamente na encarnação na qual se encontra, não podemos confundir uso com parceria, no caso de animais recolhidos há parceria entre tutor e tutelado, pois eles nos acompanham no dia a dia e podemos lhes ensinar a ser bons protetores sem precisar utilizá-los como guardas de propriedades.Podemos praticar com eles atividades laborais que auxiliem outras pessoas (idosos e crianças) sem contudo obrigá-los a isso. O tutor sabe reconhecer no animal quando ele faz algo por satisfação ou por obrigação.


Nina, tirada das ruas
Por isso o uso da palavra dono tem perdido espaço em alguns casos, já que muitas pessoas infelizmente ainda são "donas" de animais , já que os obrigam, exploram/sacrificam.

Tutor é quem tutela ( do latim tutelae, aquele que protege/defende), quem sabe da responsabilidade que lhe traz aquele irmão em estagio evolutivo ainda inferior e que dependerá de seu auxilio para ver seres Humanos ou h-umanos.



Simone Nardi




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terça-feira, 14 de maio de 2013

A criminologia e o maltrato animal

Por Loren Claire Canales (da Redação do ANDA)

“Embozalado” (Amordaçado), obra de Daniel Segura Bonnet, artista colombiano.

Em um interessante artigo reproduzido esta semana nas redes sociais, Laurent Bègue, professor de Psicologia Social na Universidade Pierre Mèndes-France de Grenoble, se refere ao maltrato animal como um novo medidor que está servindo a criminologia internacional para analisar a extrema violência que o ser humano pode desenvolver no meio social.

Maltratar um animal é, em muitos casos, a consequência de uma frustação ou de um trauma e é um comportamento que se adquire durante a infância. Pode se desenvolver também na adolescência. O maltrato animal nasce no seio familiar ou escolar e pode se transformar em um comportamento anti-social.

O maltratado e em especial o maltrato aos animais de companhia está presente em qualquer grupo humano, pois as crianças assim como os animais domésticos são os primeiros catalizadores de nossas frustrações.

No entanto, em nossa época, o maltrato animal chegou a um nível considerável de tortura. Um exemplo disso é a denúncia que um colaborador do Soyperiodista.com fez há pouco tempo. “Os animais importam”, publicado dia 03 de maio e que se referia ao caso de um homem em Ibagué (Tolima, Colômbia), que matou um cachorro segurando pela cauda e lançando o animal violentamente contra o chão.

A violência contra os animais é mais frequente do que imaginamos, ainda que uma proteção para não vê-la e não sofrê-la seja a de tomá-la como uma violência banal: “são somente animais”.

Os atos de crueldade contra os animais falam muito sobre a personalidade de quem os comete. Esse tipo de crueldade pode variar desde golpes até a retirada da pele dos animais ainda vivos (cachorros e gatos pequenos), sem contar a utilização para fins sexuais a que são submetidos.

Essa relação de violência do homem com o animal impulsionou os pesquisadores de criminologia a tomá-la como um medidor fiável do grau de violência em indivíduos que cometeram ou que podem cometer crimes e outros delitos graves.

Psiquiatras e especialistas em Psicologia Social da Universidade do Pacífico, na Califórnia, comprovaram, por exemplo, que 45% dos autores de nove massacres cometidos em escolas nos Estados Unidos durante os últimos 20 anos haviam praticado atos de barbárie contra seus animais domésticos.

O professor Laurent Bègue cita um estudo que merece atenção, é o caso que aconteceu após o massacre na Escola de Columbine, Colorado, dia 20 de abril de 1999.

Os criminologistas constataram que Eric Harris e Dylan Klebold, os dois estudantes que mataram 12 de seus colegas de escola, um professor e feriram mais 20 pessoas antes de cometerem suicídio, haviam confessado que quando eram crianças gostavam de praticar mutilações e provocar sofrimento aos seus animais.

O professor Bègue se refere a outros dois casos: “Em um estudo retrospectivo realizado em uma prisão com 36 autores de assassinatos, 36% deles admitiram ter matado ou torturado animais durante a infância e 46% cometeram atos de crueldade durante a adolescência. Em outro estudo realizado em um meio carcerário com 180 presos, Brandy Henderson, da Universidade do Tennessee, comprovou que os atos de violência contra animais que os detidos declararam haver cometido eram particularmente frequentes”.

Tipos de maus-tratos que os detidos praticam com os seus animais ou com outros animais:

- afogamento (17,5%);
- espancamento (82,5%);
- disparos (33,0%);
- pontapés (35,9%);
- estrangulamento (17,5%);
- queimaduras (15,5%);
- utilizam para fins sexuais (22,3%)


A crueldade com os animais segundo Franck Ascione, da Universidade de Denver, é um comportamento socialmente inaceitável, pois o intuito do torturador é causar dor, sofrimento, angústia e/ou morte do animal por puro prazer.

A psiquiatria permite afirmar que os atos de crueldade cometidos por uma criança podem revelar uma precoce predisposição para desenvolver condutas anti-sociais. Uma criança torturadora de animais é suscetível a ter problemas com a justiça quando for adulta.

As razões que levam um indivíduo a maltratar um animal

Os americanos Stephen Kellert e Alan Felthous, das Universidades de Yale e do Texas, citam oito razões que levam um indivíduo a maltratar ou torturar os seus animais domésticos:
1-      Controle: o animal é golpeado para que não continue manifestando comportamentos indesejados (latir, saltar, brincar…);

2-      Castigo: aplicar um castigo extremo para que não volte a repetir algum hábito incômodo (ensujar ou vomitar em lugares que são proibidos para ele);

3-      Falta de respeito: Está relacionado a preconceitos culturais. É quando uma pessoa acredita que pode maltratar ou negligenciar um animal já que sua condição de inferioridade não o faz merecedor de nenhuma consideração;

4-      Instrumentalização: Utilizar os animais para “dramatizar” a violência, é o caso das rinhas de cães;

5-      Amplificação: o animal é utilizado para impressionar, ameaçar ou ferir uma pessoa. Aqui se verifica a transferência da violência humana contra o animal;

6-      A violência como provação ou como exemplo: Maltratar um animal perante um grupo com a finalidade de fazer com que os seus membros se convertam em testemunhas de uma forma de superioridade do agressor. O indivíduo também pode torturar por diversão;

7-      Vingança: O indivíduo agride um animal para vingar-se de seu proprietário;

8-      Por deslocamento: O animal é maltratado porque o indivíduo não tem a possibilidade ou é incapaz de maltratar quem lhe provocou uma frustração ou uma decepção. Não consegue fazê-lo porque tem medo ou porque a pessoa é inatingível. É o caso do empregado que espera uma promoção e que na impossibilidade de tê-la, regresa a casa e dá pontapés em seu animal doméstico.


A análise do professor Laurent Bègue nos leva a concluir que a tortura contra os animais nasce de uma má qualidade de vida. Os animais pagam pela nossa dificuldade para viver, pagam por serem testemunhas inocentes da nossa própria mediocridade.


Fonte: ANDA 




* O artigo saiu logo após o espancamento de  um filhote de poodle, o que causou indignação à muitas pessoas, mas não podemos nos esquecer também, que dentro dos frigorificos e granjas, trabalhadores cometem as mesmas atrocidades e dessa vez com a nossa permissão, pois pagamos a eles para que matem/maltratem os animais, que será consumido posteriormente.Não podemos nos indignar somente quando é um cão, mas devemos nos indignar pelo ser vivo que sofre, seja cão, gato, boi, galinha ou suino.




Redação do blog Irmão  Animais- Consciência Humana