Mostrando postagens com marcador seres humanos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador seres humanos. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

E agora?








Fonte: JB Online





Gostou desta tirinha?
Mande um recado pelo
Nos Ajude a divulgar 
Twitter 
Facebook 
Enviar por email




©Copyright Blog Irmãos Animais-Consciência Humana - Simone Nardi -2014 
 Todos os direitos reservados 
RESPEITE OS DIREITOS AUTORAIS - CÓPIA E REPRODUÇÃO  LIBERADAS DESDE QUE CITADA A FONTE - 2014

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Para raiar a Liberdade


(Sandra)




Universo

Romanos 12.2: E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.


Podemos muito bem avaliar as tribulações porque passam os infratores da Lei humana, sentenciados em razão de crimes praticados contra a sociedade que desrespeitaram.

Segregados do mundo, à margem do caminho estabelecido pela moral e ética vigente, são induzidos à restrição de seu espaço físico e psicológico, na humilhante condição de parias, a fim de que as corrigendas, no decurso do tempo estabelecido pelo magistrado, sejam efetuadas.

Apartados do convívio familiar, divorciados da primavera de seus filhos, sem lhes comungar o primeiro passo e a primeira fala, segregados dos carinhos de uma esposa e dos afagos de uma mãe, cuja presença os motivava a trabalhar e a viver; hoje, na companhia diária de malfeitores embrutecidos, entre paredes e ferrolhos hostis, sem esperança ou alegria, à mercê de carcereiros nem sempre pacientes e/ou compreensivos, quantos perdem até mesmo a noção do Deus de sua infância, esquecidos das orações que sabiam balbuciar de cor, todas as noites, quando eram inocentes.

Mergulhados em emoções contraditórias de revolta ou arrependimento, desejos de vingança ou anseios de renovação, a ninguém podendo transferir o peso de suas tribulações, ora querem matar, ora querem morrer...

Infelizmente, porque não relevaram provocações de adversários, nelas considerando apenas uma ira transitória que o tempo aplacaria, preferindo o imediato revide de golpes aniquiladores, destruíram, também, com isso, a bendita chance de perdoar, salvando-se da armadilha.

Apiedemo-nos deles, lamentando suas escolhas infelizes em arbítrio equivocado, rogando ao Deus de Justiça o seu retorno, um dia, ao mundo que deixaram, quando plenamente justificados.

Se esse quadro é a triste realidade dos prisioneiros, reflitamos mais profundamente nos sentenciados por engano da justiça, em razão de serem sósias de criminosos contumazes ou porque foram vítimas de circunstâncias e coincidências comprometedoras no local de ocorrência de um crime ou delito, responsabilizados, por isso por tal ação nefasta.

Embora a Sagrada Lei de Causa Efeito explique perfeitamente essa infeliz circunstância, em geral, quem a vivencia, não encontra nesses postulados, o conforto de que tanto necessita, no inferno de sua perplexidade.

A pena imposta a um inocente é sempre muito mais dolorosa do que  a imputada a criminosos confessos, porque ser confundido com um marginal, sem que ninguém acredite em sua verdade é vivenciar calvário de horrores inimagináveis, no subsolo das degradações.

Filhote atrás das grades
No entanto, exatamente isso é o que ocorre com os animais condenados sem culpa, réus de crime nenhum ou transgressão alguma, trancafiados em jaulas, gaiolas ou compartimentos exíguos,  à despeito de serem bons.

Desconsiderando-lhes as veementes súplicas, carcereiros humanos os enxergam como NADA, ZERO À ESQUERDA de qualquer medida paliativa ou conciliatória, alheios aos sofrimentos atrozes de que são vítimas, usando e abusando de seus corpos e almas, nos experimentos ou atividades alheias aos sagrados mandamentos do Deus de Misericórdia.

Ao invés dos inocentes que supliciam, estes feitores do mal é que precisariam habitar celas e  jaulas, criminosos que são, atuando, impunes em sagradas searas da Vida, comprovadamente responsáveis pelos crimes que praticam, como delinquentes INCONFESSOS.

Consideremos um pássaro engaiolado, debatendo-se em um palmo quadrado de espaço inútil, agitando-se num ritmo anormal, porque esquecido de voar. Anos a fio de reclusão em local nem sempre asseado, dependurado em alguma diminuta área de qualquer apartamento, persuadido a cantar, quando chora. Impedido de optar por momentos de sombra ou sol, chuva ou vento, solidão ou companhia, invejando asas que ainda voam, porque livres no céu que também lhe pertencia, por direito de nascimento. Assim, à espera da liberdade, ainda que chamada Morte.

Meditemos nos enjaulados sem culpa, manietados para o deleite ou repasto humano, à espera da exploração, tortura, zombaria, desprezo ou sentença final.

Macacos presos
Nos que agonizam sem remédio, alimento ou água em celas abjetas, nos estoicismos de experimentações crudelíssimas, sem o alívio de nenhuma espécie, porque nas mãos de humanos legalizados e garantidos para a execução destas práticas.

Pensemos, para respaldar o título de Espiritistas Cristãos que ostentamos, orgulhosos sobre o coração, nos inocentes que agora, nesse exato momento, estão sendo levados à patíbulos ignóbeis sem nenhuma voz que os salve ou redima de pecados não cometidos.

Sem nenhuma culpa ou demérito, tratados como criminosos bárbaros ou réprobos, os preferidos de Francisco, quando deveriam ser premiados pela doçura, humildade e inocência e devolvidos ao seu chão, oceano ou céu.

Ah... Senhor Deus Das Criaturas!

Pudéssemos consolar o seu choro, gemidos e urros de dor, assim como amparamos nossos filhos, após a raladura nos joelhos, quando correm para nós, aflitos, abrindo os bracinhos, molhados de lágrimas, na certeza dos braços fiéis, amigos e protetores que os esperam.

Pudéssemos balsamizar suas feridas como fazes conosco, Pai,  quando caímos, descuidados, nos espinheiros da vida, e nos acolhes sem reservas, de encontro ao peito alvinitente, como Jesus tão belamente o fez, com a ovelha desgarrada.

Gato
Já que no mesmo chão de pedra transitamos, passível de tropeços, razoável nos amparemos, mutuamente, humanos ou não, porque precisamos TODOS da coragem, do amor, da compaixão e da misericórdia a fim de não sucumbirmos em abismos letais e não perdemos de vista as luzes de pegadas divinas, à frente!

Quem sabe, assim, mereçamos, SEMPRE, o acolhimento de Teus Braços Santos, quando corremos para eles, chorosos e aflitos, com cruzes mais pesadas do que joelhos machucados.

QUEM SABE...



Sandra, autora e colaboradora do Blog







Gostou deste artigo?
Mande um recado pelo
FALE CONOSCO 
Nos Ajude a divulgar 
Twitter 
Facebook 
Enviar por email




©Copyright Blog Irmãos Animais-Consciência Humana - Simone Nardi -2014
 Todos os direitos reservados 
RESPEITE OS DIREITOS AUTORAIS - CÓPIA E REPRODUÇÃO  LIBERADAS DESDE QUE CITADA A FONTE - 2014

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Aos animais, de alma e coração



Animais


Os inflexíveis adeptos de Nossa Amada Doutrina Espírita, que não admitem a mudança de uma só vírgula em seus postulados, que me perdoem, mas...

Não me convém essa discussão secular e improfícua sobre a existência ou não de  uma alma nos animais; se dispõem de um princípio inteligente, fluido vital, percepções ou instinto; se deliberam, arbitram ou não; se permanecem na erraticidade após a “morte” ou são encaminhados a nova existência quase imediatamente; se aparições de animais são verdadeiras ou formas pensamento, projeções mentais ou ainda alucinações de mentes humanas desequilibradas.

Não valorizo o tempo despendido em lucubrações filosóficas, científicas e/ou religiosas com o respaldo ou não de professores no assunto “interação animal, mais ou menos significativa com a espécie humana”.

Priorizo porque comprovo que: ELES SOFREM!

Gato amarelo
SOFREM (e, muito!) quando o racional superior os manipula nas dolorosas experimentações dos laboratórios, sob o pretexto de estarem “contribuindo”(ainda que, à revelia) para o progresso humano.

SOFREM, submetidos a prolongadas e ininterruptas torturas, a fim de que o produto X ou Y, em futuro próximo, ocupe as prateleiras da vaidade humana livre de reações adversas, comprometedoras da saúde de sua derme.

SOFREM sem culpa no estreito corredor da morte, sentenciados por algozes cruéis a se transformar em comida, carimbada de “saudável” pela fiscalização, embora fluidos deletérios de horror e desespero nela estejam entranhados, camuflados por temperos mil, quando chegam, fumegantes, à mesa das majestades humanas.

Cão abandonado nas ruas
SOFREM, envelhecendo nas jaulas de modernos Zôos, porque foram arrancados, violentamente, um dia, do chão verde e do céu azul e trancafiados entre paredes cimentadas para que humanos possam curtir sua folga dos domingos,  na convivência de seus filhos queridos, entre beijos, abraços, pipocas e picolés, indiferentes à imensa tristeza de seus grandes olhos, logo  ali à frente! Animais que testemunharam a fragilidade de suas crias e ainda se recordam de suas súplicas, na dolorosa separação, não conseguem entender direito o riso daquelas crianças humanas já que seus filhos choravam...

ELES SOFREM (e, muito) enquanto autores famosos autografam obras de relevância espiritual, entre efusivos abraços e saudações cordiais, cujo contexto especula as emoções mais sagradas do Reino Animal, denominando-as INSTINTO, apenas.

Enquanto arautos da Nova Era polemizam nas tribunas importantes, os pequeninos anônimos estão a gritar sem voz todas estas faculdades inerentes a uma Alma: tristeza, saudade, decepção, inconformismo, desespero, amor e medo, manifestações invisíveis mas presentes em todos nós, inclusive nos humanos, com o nome de princípio inteligente ou que outro nome seja inventado, já que admitir uma alma nos animais parece mais desprezível do que aceitar que ela exista em humanos sem alma.

Estas vozes pequeninas clamam, para os que não tem ouvidos de ouvir, pelo socorro e pela chance  de viver em paz, mas  racionais, sem olhos para ver, estão ausentes, indiferentes aos clamores de proteção e ajuda porque já deveriam mas não aprenderam o nobre sentimento da Compaixão.

Em nome de não sei qual deus, viramos as costas para seres criados por uma Divindade do Bem enquanto  rogamos bênçãos nos templos de pedra,sem nada para oferecer-Lhe em nossas mãos vazias a não ser o sangue dos inocentes.

Pudéssemos ouvi-los e vê-los, porque “lá” estão eles, os pobrezinhos e injustiçados de Assis, arrastados à força de seus lares na floresta, por mãos humanas, mais selvagens do que suas patas, plumagem ou penas. Que pena...

Boi para o abate
Arapucas, alçapões e armadilhas são provas inequívocas do mal que ainda não foi extinto no ser humano, à despeito de seu grau superior hierárquico admitir o contrário.

Furtamos das aves tudo o que era a sua felicidade porque, imersos em sombras, julgamos pouco o tesouro de ter um ninho chamado lar e nada, nada além de todo o céu da floresta para vivenciar nas horas de claridade.

Não fôssemos tão inteligentes, audazes, espertos e sábios, quem sabe, poderíamos amar como “eles” amam, sem astúcia ou falsidade.

Não fôssemos tão “criativos”, concebendo quitutes “mirabolantes”, extravagantes e caros à custa dos animais e a fome saciada no mundo haveria de saciar também a nossa própria fome de justiça e de paz.


Fôssemosmenos e serìamos MAIS!


O que eu sei é que as baleias SOFREM no mar de sangue em que se agitam atingidas mortalmente por engenhocas humanas que as foram caçar em seu habitat... em nome de qual deus?!

Não houvéssemos inventado instrumentos torturadores de seres indefesos e teríamos, talvez, uma alma capaz de, à semelhança do Criador, conduzir-lhes os passos errantes e perdoar-lhes os tombos, assim como Ele costuma fazer conosco, quando caímos.

Não me cabe comprovar se os animais tem uma alma mas me pergunto se ainda resta no ser humano algum princípio inteligente capaz de capacitá-lo a sentir e a amar com a mesma pureza dos animais.

Pergunto-me se ainda existe um ponto de contato ínfimo com a compaixão, que o motive a proteger a Natureza, como os animais a respeitam, dela extraindo o necessário para a vida, sem destruí-la.

Não sei se um dia atingiremos esse patamar ideal em que estagiam alguns animais, protegendo o mais novo e o mais velho, o mais triste e o mais doente, doando-lhes, bondosos, o melhor naco do alimento, em abnegável RENÚNCIA!

Pergunto-me se esse princípio inteligente ainda vibra em nós, mesmo que abafado pelo fragor de batalhas inúteis.

Se ainda há tempo de entender de que maneira os animais descobriram os caminhos de DEUS sem nunca terem ouvido falar DELE.

Diante dos estragos que já deixamos após nossa passagem pela Terra, me pergunto se já não é muito tarde para voltar e curar todas as patas quebradas, juntar os ossos desconfigurados, as asas dilaceradas, os corpos mutilados, refazendo-lhes a integridade como num filme ao contrário, limpando o sangue e lavando as ulcerações, a fim de caminharmos juntos, sem ameaça ou medo, para o tão sonhado mundo de Regeneração!

Absolvidos e perdoados, enfim, devolvendo ao CRIADOR as vidas sagradas confiadas às nossas mãos, agora limpas, conscientes do dever cumprido, de SALVÁ-LAS!

Então, todos os animais compreenderão, sem palavras, que humanos tem, sim, sem sombra de dúvidas – um CORAÇÃO, como eles também.


Jubarte saltando
Não importa se queiram chamar de ALMA.













Sandra, autora e colaboradora do Blog

 



Gostou deste artigo?
Mande um recado pelo
Nos Ajude a divulgar 






©Copyright Blog Irmãos Animais-Consciência Humana - Simone Nardi -2014
 Todos os direitos reservados 
RESPEITE OS DIREITOS AUTORAIS - CÓPIA E REPRODUÇÃO  LIBERADAS DESDE QUE CITADA A FONTE - 2014










































domingo, 12 de janeiro de 2014

Programa Nossos Irmãos Animais

O Programa Nossos irmãos Animais foi idealizado pelo querido amigo Marcel Benedeti, logo após o lançamento de seu livros Todos os Animais Merecem o Céu, onde trazia mais informações sobre a espiritualidade dos animais.

O programa antes, com o Dr Marcel e dona Ana, contava com uma hora cheia para responder as dúvidas dos ouvintes. Marcel desencarnou e a cada ano o programa vem encurtando, de meia hora a 22 minutos, tempo insuficiente para tantas questões.

Se desejar ouvir o programa, basta acessar a página:


Ali o amigo internauta irá encontrar a relação dos programas passados para ouvir. Na sexta feira é possível ouvir ao vivo e ligar para a radio para fazer questionamentos.




Queremos agradecer aqui ao Ricardo Capuano, Médico Veterinário formado pela USP, Voluntário na “Casa da Criança Bentinho, Lar Espírita para Crianças Excepcionais”. Pela força que tem dado tanto no programa quanto no Blog e no site do ANDA .





Lamentamos apenas o desinteresse da Rádio sobre um assunto que vem se tornando um dos mais lidos na internet: A espiritualidade dos Animais.



Simone Nardi




Gostou deste artigo? 
Mande um recado pelo
Nos Ajude a divulgar 



©Copyright Blog Irmãos Animais-Consciência Humana - Simone Nardi -2014
 Todos os direitos reservados 
RESPEITE OS DIREITOS AUTORAIS - CÓPIA E REPRODUÇÃO  LIBERADAS DESDE QUE CITADA A FONTE - 2014

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

O SOFRIMENTO DOS ANIMAIS É CARMA?

Foto: Sebastião Salgado


A Bendita Lei de Causa e Efeito (carma, para alguns) explica, sem dúvida, por exemplo, a expiação de crianças nascidas com anomalias graves e/ou irreversíveis, que as sentenciam, muitas vezes, a décadas de sofrimento para si e seus familiares, quando não desencarnam precocemente.

Nenhum espiritualista questiona a explicação de que tão pesada cruz seja o resultado de pretéritas ações equivocadas do reencarnante e, por acréscimo, de sua família também.

Igualmente compreendemos, através desta Lei, as diferenças sociais aberrantes, poder e riqueza paralelos a situações de pobreza e ostracismo de seres humanos, nossos irmãos.

Tão magnânimo quanto justo é o Criador desta Lei, à cuja sombra sucedem-se encarnações e desencarnações, vida e “morte” com a única finalidade de evolução e aperfeiçoamento de Seus filhos, todos nós.

Nem todas as criaturas, porém, se beneficiariam desta Lei de Justiça, segundo a convicção de alguns. Nem todas.

Algumas correntes espiritualistas acreditam em dois pesos e duas medidas no que concerne à esta Lei de Justiça, pois de forma alguma se aplicaria àqueles seres da Criação que, apenas por se encontrarem em patamar “inferior” ao nosso, passariam pela fieira de dores atrozes e padecimentos inenarráveis sob o inconsistente pretexto de adquirir um aprendizado (!?)

Estariam os animais excluídos desta Justiça e Magnanimidade ou nosso orgulho, vaidade e prepotência é que os considera assim, tão pouca coisa para merecer, do Criador um pouco mais?

Apenas para “assimilar lições” seriam atingidos, assim, implacavelmente, não apenas por um sofrimento casual e leve (palmadinhas) mas por prolongadas torturas, abandonos, maus tratos, escravização e abate advindos, principalmente, das mãos do racional superior, exatamente: NÓS, os privilegiados pela Santa Lei do Carma!

Meus irmãos, POR DEUS DO CÉU!

Que pai humano, por mais rude fosse, em sã consciência, basicamente bom e afetuoso, aplicaria corretivos físicos e/ou morais em seus filhos inocentes, sob o pretexto de corrigir os seus erros ANTES de serem cometidos?

Pressupõe-se que os animais, crianças evolutivas, ignorantes do bem e do mal são então punidas com implacável rigor, mesmo sem terem escolhido qual das duas opções?!

Antes de ter errado sofrem punições para aprender a não errar?

Mesmo sem consultar o abençoado LIVRO DOS ESPÍRITOS é possível responder, sob a luz da Razão e da própria Consciência, se com humildade considerarmos os animais como os seres da Criação que um dia fomos, vivenciando experiências que foram nossas, em passado não muito distante, como viajores da Eternidade.

Pais humanos costumam aplicar reprimendas (verbais ou físicas) aos seus filhos, como uma consequência direta de faltas cometidas, jamais por erros ainda não praticados.

Aos bons, por que o “castigo”?

Seria Deus menos justo e coerente ao infringir sofrimento aos animais que ainda não pecaram? Claro que não!

Que explicação espiritual plausível para, exemplo, passarinhos engaiolados por toda a sua vida, décadas, enquanto outros, da mesma espécie, se destinam a escalar horizontes infinitos, escolhendo cada minúscula palha de seu ninho ou dourado grão de árvore abundante, dessedentando-se em poça d'água cristalina, optando pela chuva ou pelo sol?

Que lições de tão grande valor precisa aprender a pobre ave em minúsculo metro quadrado de espaço que não aprenderia lá, onde as outras estão?

Assim como para os humanos, as diferenças notórias de escravidão e liberdade não são meras lições de cruel professor mas, sim, respostas da Lei cuja justiça, quando lesada ou transgredida se aplica a todos os seres, TODOS!

Animais não são ROBÔS.

Pensam, amam, odeiam, sentem. Deduz-se, com isso, que efetuam escolhas
Escolher chama-se também: ARBITRAR.

Entretanto, impossibilitadas de arbitrar encontram-se, igualmente, as criaturas humanas padecentes de irreversíveis danos cerebrais, atrofiadas mental e fisicamente que, infelizmente, em razão da própria condição, situam-se, pelo menos nesta vida, quiçá em condição inferior aos animais que, livre de semelhante sofrimento, podem escolher opções do mal ou do bem, por exemplo. Tênue é esta linha de demarcação entre o raciocínio ou a idiotia e quase impossível demarcá-la, perfeitamente, entre as várias espécies da Criação de Deus.

Humanos agem por instinto selvagem, algumas vezes, onde animais se nos apresentam como heróis de coragem e bravura, salvando vidas.

Diariamente assistimos o filme de horror de noticiários em que animais são espancados sem piedade por humanos, atirados de grande altura, amarrados em veículos e arrastados até a morte, queimados vivos, abatidos para o consumo do ser racional “superior” privilegiado pela Santa Lei de Causa e Efeito: NÓS.

Infernos de animais não são castigos, tanto quanto paraísos de animais não são prêmios.
São apenas a colheita dos atos praticados, assim como a nossa.

Fidelidade e bravura não são prerrogativas, apenas, de alguns humanos. Poderíamos, então considerá-las expressões do instinto, apenas porque provenientes de seres “menos evoluídos”?
Ou, se pensarmos com justiça, para uns e outros, são a MESMA COISA?

Doutrinas espiritualistas não admitem inteligência e/ou livre arbítrio nos animais. No entanto, ao considerar, neles, um princípio inteligente, estão simplesmente corroborando que: se pensam, escolhem; se escolhem arbitram; e, se arbitram conseguem estruturar prisão em uma gaiola ou liberdade nos céus amanhã, dependendo, exclusivamente dos próprios atos, hoje.

Pronto, aí está, límpida como a água, porém inaceitável para muitos, a razão do sofrimento nos animais. O carma.

Na verdade todos somos o resultado das próprias escolhas anteriores. Os animais, idem.

Um cão se atira a um rio gelado, arriscando a própria vida para salvar a do seu tutor, ouvindo a voz do seu coração, mesmo quando o instinto grita-lhe para salvar a própria.

Animais abnegados doam o naco de alimento a outro, ferido, por Compaixão, quando o instinto os faria saciar a própria fome.

Mães animais amamentam bebês de outras espécies, por Amor, quando o instinto as faria guardar o leite para a própria cria.

Aonde a mão Divina se absteve de traçar limites a sentimentos tão sagrados, aí, não deveria a mão humana estabelecer diferenças de prerrogativas entre humanos e animais, ao considerá-los desprovidos de pensamentos, emoções e atos, não raras vezes, superiores aos de humanos.

Fidelidade ou altruísmo tanto quanto ódio ou crueldade são movimentos da alma, passíveis de consequências, boas ou más, tanto para nós, quanto para “eles”.

Existem animais perversos tanto quanto humanos, da mesma forma que animais bondosos e altruístas, tanto quanto nós. A colheita, em vida futura, chama-se  Lei de Causa e Efeito equivalente à Justiça, porque proveniente DELE.

Palavras humanas, infelizmente, ainda geram questionamentos, polêmicas, indefinições.

 Não há problema para os animais. Eles ENTENDEM. Pode se chamar de CARMA.



Sandra





Gostou deste artigo?
Mande um recado pelo
FALE CONOSCO 
Nos Ajude a divulgar 
Twitter 
Facebook 
Enviar por email




©Copyright Blog Irmãos Animais-Consciência Humana - Simone Nardi -2013
 Todos os direitos reservados 
RESPEITE OS DIREITOS AUTORAIS - CÓPIA E REPRODUÇÃO  LIBERADAS DESDE QUE CITADA A FONTE - 2013





quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Veganismo, Movimento Social pela Alteridade

  Veganismo, Movimento Social pela Alteridade : Pessoal está nas bancas a revista Filosofia: Conhecimento Prático- Editora Escala, com um artigo meu sobre veganismo.

 

Grande abraço

 

 

Simone Nardi  

 

Temas relacionados


Carne e mediunidade


A carne precisa da carne?

 

Alimentação carnívora:Pai Benedito responde


Carne vermelha e prática mediúnica


Grandes ícone do espiritismo comem carne e se defendem


Oradores espíritas X Vegetarianismo

 

Malefícios da alimentação vegetariana

 

Espiritismo, Alimentação e Vampirismo


Alimentação vegetariana é mais cara?