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quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Veganismo e Alteridade - E-book Grátis


Mais um e-book do IACH disponível gratuitamente :







VEGANISMO: mOVIMENTO SOCIAL PELA  ALTERIDADE



Os movimentos sociais são reconhecidamente uma das principais ferramentas de mudança das quais as pessoas podem se utilizar para efetuar grandes modificações dentro de uma sociedade, e é dentro dessa estrutura de movimento social em franca expansão que, nos parece, o veganismo já se encontra


Boa leitura


Contamos com a colaboração de nossos leitores na divulgação deste e-book, e já nos preparamos para lançar muitos outros.

Grande abraço

Simone Nardi








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segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

ESTRAGANDO O NATAL


Quadri-book especial de Natal: na luta contínua para que mais pessoas despertem 

para bondade que deveriam ter em relação aos animais.





É um conto de Natal, onde dois personagens tentam a todo custo salvar os animais da fazenda da Ceia de Natal.


Simone Nardi




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quarta-feira, 16 de agosto de 2017

5 razões espiritas para você respeitar os animais






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quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Qual a real preocupação dos Espiritas em relação aos animais e a alimentação Vegetariana?

FALE CONOSCO



Outro dia recebemos por email a seguinte questão:

“Li um artigo na internet que dizia que antes, há anos atrás, ninguém dizia que a carne fazia mal ao médium, e que só de uns tempos para cá quem virou vegetariano vinha dizendo isso, no meu Centro os trabalhadores todos comem carne  ao questionar sobre isso me disseram que a carne só faz mal para quem acha que ela faz mal, e que o médium é protegido espiritualmente , por isso não é crime comer carne. Queria saber qual preocupação dos Espiritas em relação aos animais e a alimentação Vegetariana?” (J.P.)

Embora já tenhamos respondido ao amigo leitor, achamos importante tornar esta questão um artigo para sanar a dúvida daqueles que muitas vezes leem o Blog mas não se manifestam.

Hoje vemos algumas categorias de espiritas:


  • ·         Os que permanecem ignorando o assunto Vegetarianismo e Animais.

  • ·         Os que se preocupam com os animais e com a própria alimentação.

Posto isso devemos ver o seguinte:

A primeira categoria normalmente é formada por trabalhadores que fizerem cursos espiritas e galgaram seus lugares dentro da Casa Espirita, são oradores, escritores, palestrantes, passistas, conhecem quase tudo sobre o Pentateuco, citam páginas, parágrafos, porém não estão abertos a maiores discussões que escapem de seu campo de estudo e de seu próprio campo de visão. As palavras: Animais e Vegetarianismo normalmente entram pela Casa “deles” através das pessoas que vão até ali buscar auxilio. O que nós faz pensar e inverter o problema:

Será que estas pessoas estão indo para buscar auxilio ou para auxiliar a estes Cegos que guiam Cegos?

O certo é, e sei por experiência própria, que raramente uma Casa irá por ela mesma tocar neste assunto.

A segunda categoria são exatamente as pessoas que muitas vezes vão até as Casas ou em busca de cura ou em busca de conhecimento. Destes alguns já leram o Pentateuco outros não, mas muitos já sabem que os animais têm alma, que reencarnam e que é um crime moral comer seus corpos.

Mas a questão era:

Sapo preocupadamente procupado

Qual a Real preocupação dos Espiritas em relação aos animais e a alimentação Vegetariana?

De modo bem simples em relação aos animais a resposta é:

Aos da primeira categoria a única preocupação é comê-los, aos da segunda é preservar suas vidas.

De modo bem simples em relação ao vegetarianismo a resposta é:

Aos da primeira categoria um assunto polêmico que nada tem a ver com o Espiritismo, aos da segunda é a obrigação moral de resguardar as vidas de seres igualmente criados por Deus.

Fica fácil reconhecer o espirita da primeira categoria quando ele fala do vegetarianismo ou de animais como se fossem sujeitos ocultos, colocando os médiuns em evidência.

Quando falam, por exemplo:

“O médium pode se alimentar do seu bifinho, pois em nada irá influenciar sua energia”

“ É melhor ao espirita comer seu bifinho do que se emburrar sem ele”

“ O corpo do espirita necessita da carne”

Existem muitas outras frases do mesmo gênero e em todas podemos ver que os animais, sujeitos realmente ocultos nelas, não possuem qualquer chance de serem notados. Os Animais são tidos como “bifinho” ou “carninha”. Afinal ambos não possuem mais alma.

Vejamos se os animais não ficassem ocultos como seria:

“O médium pode se alimentar do corpo de um animal criado por Deus e abatido por um de nossos irmãos humanos, pois em nada irá influenciar sua energia”

“ É melhor ao espirita comer seu animalzinho senciente do que se emburrar sem ele”

“ O corpo do espirita necessita da carne morta de um animal que estava em evolução”

Cão assutado: Os Animais tem Alma??????

Acredito que se fosse possível a esta categoria de espiritas falar a verdade objetiva, toda a Casa se tornaria vegetariana. Já que conseguiriam ver que seu alimento era na verdade uma vida. Mas eles ainda não conseguem ver os animais como um reino em evolução como conseguiriam passar isso para os demais?

A segunda categoria realmente se preocupa com a energia deletéria que a carne gera no corpo do médium, tanto que a espiritualidade necessita bloquear tal energia antes que prejudique a pessoa que irá receber o passe. Que dirá então o passe nos animais.

Não se engane o leitor acreditando que as Casas que realizam tratamento de animais são todas vegetarianas. Há uma cultura dentro delas mais de medo do que de racionalidade que não lhes permite aceitarem o vegetarianismo de braços abertos. As desculpas são bem parecidas com os espiritas da primeira categoria:

“ Cada um tem o seu tempo”

“Nem todos conseguem ficar sem a carne”

“ É melhor ter trabalhadores carnívoros do que não ter nenhum”

È possível notarmos que aqui também, apesar da Casa receber animais para tratamento, que os animais igualmente permanecem ocultos.

“ Cada um tem o seu tempo para parar de matar animais”

“Nem todos conseguem ficar sem a carne de um animal em evolução”

“ É melhor ter trabalhadores carnívoros, ou seja, que comem a carne de animais sencientes do que não ter nenhum”

Qual a vantagem de manter trabalhadores que não se afinem moralmente com o trabalho? Sim, porque é exatamente isso o que ocorre, para ter trabalhadores se aceitam pessoas que nem sempre estão dispostas a ver animais como merecedores de seu amor, principalmente se não forem cães e gatos.

Já dissemos tantas vezes e vamos repetir:

Não seria melhor estudar um ano antes e só depois que todos forem vegetarianos abrir tais trabalhos? E avisar que para trabalhar ali é preciso estudar e reaprender a se alimentar.

Agora a pergunta começa a ficar mais difícil de responder, talvez por isso muitas pessoas estejam abandonando as Casas Espiritas e algumas até mesmo tenham enveredado pelo ateísmo, já que os Ideais Espiritas não condizem com o que os espiritas praticam.

Qual a Real preocupação dos Espiritas em relação aos animais e a alimentação Vegetariana?

A deles não podemos dizer com certeza, mas a nossa é:

Divulgar ao máximo a espiritualidade dos animais, o respeito por suas vidas e todo o sofrimento pelo qual estes irmãos passam para que alguns satisfaçam sua gula, por isso disponibilizamos artigos dos mais diversos, aceitamos artigos de outros amigos, elaboramos e-books sobre alimentação vegetariana tudo para que aqueles espiritas que possuem realmente Fé raciocinada e boa vontade possam encontrar aqui um pouco de paz, apoio e compreensão de seus duvidas.

Águia, um dia foi o o simbolo do Blog há mais de 15 anos atrás


Simone Nardi




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segunda-feira, 20 de março de 2017

Os animais também possuem livre arbítrio






O homem, apesar das regras sociais e dos outros tipos de restrições, goza de livre arbítrio. Segundo pesquisadores, os animais também, desde as moscas até os mais evoluídos.
Claro que a ideia de “livre arbítrio” precisa ser redefinida. Entre os animais, o processo é semelhante, não idêntico.

Os animais têm sempre uma variedade de opções disponíveis para eles. Essas “escolhas” se encaixam numa probabilidade complexa. Entre os seres humanos, as escolhas são vistas como decisões conscientes. E nos animais?
Foi estabelecido há muito tempo que o “comportamento determinístico” – a ideia de que um animal provocado de tal forma vai reagir com a mesma resposta toda vez – não é uma descrição completa do comportamento animal.
Segundo os pesquisadores, mesmo os animais mais simples não são previsíveis. No entanto, a ausência de determinismo não sugere um comportamento completamente aleatório também – é por isso que a pesquisa mostra que o comportamento animal não é nem totalmente restrito, nem totalmente livre.
Experimentos com moscas revelaram que, embora o comportamento animal possa ser imprevisível, as respostas parecem vir de uma lista fixa de opções. Os cientistas acreditam que o livre arbítrio seja uma propriedade biológica, um traço de personalidade: o cérebro possui a liberdade de gerar comportamentos e opções.
O mecanismo exato pelo qual os cérebros de todos os animais produzem essa liberdade continua a ser uma questão sem resposta convincente.
Os pesquisadores utilizaram modelos matemáticos para simular a atividade do cérebro em um computador, descobrindo que o que funcionou melhor foi uma combinação de comportamento determinístico e um outro comportamento conhecido como estocástico (que parece aleatório, mas na verdade, segue um conjunto definido de probabilidades).
Essa “estocasticidade” mostra-se, por exemplo, em terremotos. Eles não podem ser previstos com precisão, mas ao longo do tempo se pode perceber que eles se encaixam perfeitamente em uma curva.
Tal como acontece com o comportamento animal, há uma ordem subjacente e a probabilidade de um processo que pode aparecer ao acaso. Segundo os pesquisadores, a probabilidade é a melhor descrição para a “livre escolha animal”, já que lidamos com a situação de que animais não pensam.
Ao pensar, os seres humanos têm todas as opções e, teoricamente, todas as opções têm a mesma probabilidade. Mas na vida real não é bem assim. Existem opções com probabilidades extremamente raras. Os pesquisadores também afirmam que os cérebros podem criar mecanismos que transtornem o elemento probabilístico do comportamento, dependendo da situação em mãos.
Os cientistas acreditam que o livro arbítrio animal seja resultado de uma evolução. A variabilidade que é inerente ao comportamento é um pré-requisito para a sobrevivência em um ambiente competitivo.
Ou seja, um predador não deve ser sempre capaz de adivinhar as ações de sua vítima, mas as ações não devem ser tão aleatórias que incluam opções ainda mais perigosas do que o predador.
No mundo da neurobiologia, a ideia tem certo apoio. Porém, são necessários mais resultados experimentais que correspondam aos modelos matemáticos.
Ainda assim, o debate sobre livro arbítrio é muito mais complexo, e a discussão atual não aborda temas como a consciência, as suas origens, ou se os animais a compartilham.
O livre-arbítrio, como descrito neste estudo, vem com um significado geral, um pré-requisito necessário, mas não está nem perto de ser suficiente para lidar com coisas como moralidade e responsabilidade. Ainda assim, lembram os cientistas, sem essa capacidade muito básica de escolher entre as opções, nós não teríamos que pensar em todas as outras coisas que vêm antes: consciência, educação, etc. [BBC]


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sexta-feira, 3 de março de 2017

Eu vejo , eu sei, eu faço

Filhote abandonado



Esses são os três princípios que norteiam todos aqueles que lutam por um mundo melhor; seja em qual área for, são eles que devem guiar os seres rumo ao bem maior. Todos os grandes mestres se guiaram por eles e ensinaram seus  discípulos, o mesmo caminho.

Eu vejo é quando eu decido abrir meus olhos e enfrentar a luz da verdade com coragem, é quando eu deixo de esconder de mim mesmo que existe algo para o qual, até então, eu havia fechado meus olhos.

Eu sei é quando eu realmente saio de dentro da caverna platônica e enxergo a realidade ao meu redor, eu vejo a fome que assola a terra, eu vejo a desolação e dor, eu vejo o medo em cada criatura divina.

Eu faço, é quando eu finalmente tomo uma atitude em relação a tudo o que eu vi, e ao que eu aprendi como realidade inegável, e me sentindo incomodado com o que eu desconhecia, com toda dor e com todo sofrimento, deixo de me omitir e tomo meu lugar no mundo, tomando uma atitude que o melhore a cada dia.

A grande maioria das pessoas não deseja ver o sofrimento animal, elas se esquivam, se desculpam, ironizam porque isso as incomodaria, e elas não desejam se incomodar; a maioria não deseja saber o que se passa com eles dentro dos abatedouros, dentro dos cárceres nos quais são obrigados a passarem toda uma vida em “benefício” humano. E não desejam ver, nem saber, para que simplesmente não tenham que tomar uma atitude diante dessa realidade da qual fugiram tanto.

Concordamos que é realmente muito difícil abrirmos nossos olhos para algo que nunca nos foi ensinado, para algo que sempre nos ficou oculto pela prodigiosa razão humana, que se julga insuperável. Porque quando vemos, e quando sabemos, somos, forçosamente obrigados, a mudar nossas atitudes. E mudar nem sempre é fácil.

Mas estamos aqui, todos para aprender, todos somos irmãos e como irmãos, dividimos o mesmo Planeta, sabendo disso quem é capaz de destruir a própria morada?

Uma frase de Edward Keneddy resume nossas atitudes, o que somos e o que seremos:

“Nós todos vamos viver no futuro que construirmos”


Qual o futuro que desejamos?


Simone Nardi





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