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segunda-feira, 11 de dezembro de 2017
E-Books IACH
quarta-feira, 26 de abril de 2017
O Vegetarianismo e o Movimento Hare Krsna

adaptado da obra The Hare Krsna Book of Vegetarian Cooking
Bhakti-yoga, a ciência da devoção a Krsna, ou Deus, é fielmente mantida por uma sucessão ininterrupta de mestres e discípulos ao longo das eras tendo em vista a saúde espiritual da humanidade. A cultura védica considera a pessoa que acata os caprichos do corpo e da mente, negligenciando as necessidades da alma, como sendo uma pessoa infectada pela doença do materialismo. Assim como um médico prescreve um medicamento e uma dieta especial para o doente que o busca, os sábios da antiga Índia recomendam o cantar dos santos nomes de Krsna como o medicamento para a doença materialista, e a prasada, o alimento santificado ao ser oferecido a Krsna mediante orações, como a dieta. As escrituras védicas predizem que esse remédio para o sofrimento humano chegará a toda vila e cidade do mundo.

Ansioso por apressar a concretização dessa predição, Sua Divina Graça A.C. Bhaktivedanta Swami Prabhupada, seguindo os passos de seus grandes predecessores espirituais, dedicou sua vida a difundir a consciência de Krsna. Em 1965, ele deixou a Índia, rumo aos Estados Unidos, a fim de introduzir a consciência de Krsna aos ocidentais, tal como seu mestre espiritual, Sua Divina Graça Bhaktisiddhanta Sarasvati, solicitara-lhe ainda jovem. Srila Prabhupada mostrou-se intrépido diante de sua idade avançada e dos outros obstáculos que se colocaram em seu caminho. Confiando inteiramente na misericórdia do Senhor Krsna, ele iniciou o que se tornaria um movimento mundial na forma da Sociedade Internacional para a Consciência de Krsna (ISKCON). Entre 1965, quando Srila Prabhupada foi para os Estados Unidos, e 1977, quando deixou este mundo, ele transmitiu a inteireza da vida espiritual através de suas palestras, cartas, livros e gravações, bem como através de seu exemplo pessoal. Estabeleceu mais de cem templos, traduziu quase oitenta volumes de literatura transcendental, e iniciou quase cinco mil discípulos.
Srila Prabhupada era motivado por um sentimento de urgência, pois ele podia ver que o mundo precisava da grande cultura espiritual da Índia, a qual estava desaparecendo rapidamente. Na Índia, ele via que os líderes que não tinham nem fé nos ensinamentos védicos nem conhecimento de como aplicá-los estavam tentando solucionar problemas essencialmente espirituais por meio de soluções materiais. Ele viu a geração jovem da Índia dando as costas para sua sublime herança espiritual em favor do materialismo ocidental, ao mesmo tempo em que muitos no Ocidente, desiludidos com o materialismo, estavam buscando por uma nova vida com um conjunto de valores de nível mais elevado.
Srila Prabhupada estava bastante ciente dos problemas tanto da Índia como do Ocidente, e ofereceu uma solução sensata. Ele comparou a Índia, que ainda tinha alguma visão espiritual porém carecia da tecnologia muito difundida por todo o mundo, a um homem aleijado; e comparou os países ocidentais, que se sobressaíam na esfera tecnológica porém eram destituídos de visão espiritual, a um homem cego. Se o aleijado que enxerga se sentar sobre os ombros do cego que consegue andar, eles se tornam como um homem que enxerga e caminha. A Sociedade Internacional para a Consciência de Krsna é esse homem que goza tanto de saudável visão como do poder de se locomover, utilizando o melhor da Índia e o melhor do Ocidente de maneira a difundir o conhecimento consciente de Krsna por todo o mundo e revivê-lo na Índia.
A consciência de Krsna, Srila Prabhupada dizia frequentemente, não é algo árido, e a prasada é um dos elementos que provam essa afirmação. Ele mostrou a seus discípulos como cozinhar muitos tipos de pratos vegetarianos, como oferecê-los a Krsna, o Senhor Supremo, e como saborear o alimento santificado como a misericórdia de Krsna. Srila Prabhupada sempre ficava contente vendo seus discípulos comendo unicamente a prasada de Krsna. Por muitas vezes, ele pessoalmente cozinhou prasada e serviu seus discípulos com suas próprias mãos.
No volume dois de sua obra O Néctar de Prabhupada, Sua Santidade Satsvarupa dasa Gosvami descreve a disposição na qual Srila Prabhupada distribuía prasada: “Ele gostava de dar prasada com suas próprias mãos, e todos gostavam de receber. Não era apenas comida, mas as bênçãos debhakti, a essência do serviço devocional. Srila Prabhupada distribuía prasada feliz, tranquilo e sem discriminação. Quando ele dava às crianças, elas gostavam do sabor adocicado, na forma de biscoitos ou docinhos, porém elas também gostavam disso como uma brincadeira especial com Prabhupada, que se sentava em seu assento de destaque e se curvava para frente para presentear as crianças. As mulheres gostavam do evento, pois era uma rara chance que tinham de chegar próximas de Prabhupada e estender a mão em sua direção. Elas se sentiam satisfeitas com a casta proximidade. E homens robustos iam à frente como crianças ansiosas, algumas vezes se empurrando uns aos outros apenas para receberem a misericórdia de Prabhupada. A Prabhupada, aquilo era sério e importante, e ele supervisionava pessoalmente que sempre houvesse uma grande bandeja sempre pronta para ele distribuir… Embora hoje a distribuição de prasada no Movimento da Consciência de Krsna tenha se tornado algo de grande escala, como desejou Prabhupada, tudo isso começou de suas próprias mãos, quando ele entregava afetuosamente a prasada às pessoas uma a uma”.

Srila Prabhupada ensinou que dar prasada a outros é uma importante parte do estilo de vida consciente de Krsna. Um movimento espiritual é inútil sem distribuição gratuita de alimentos santificados, Srila Prabhupada dizia. Ele queria que a distribuição gratuita de prasada fosse parte de toda festividade Hare Krsna. Com efeito, devido à completa fé na potência espiritual da prasada em elevar a humanidade à consciência de Deus, Srila Prabhupada queria que o mundo inteiro experimentasse essa categoria ímpar de alimento.

Foto: Indayara Moyano
As portas estão abertas ao público todos os dias em todos os nossos mais de trezentos templos, mais de cinquenta comunidades rurais e incontáveis centros culturais espalhados pelo mundo, onde todos podem saborear gratuitamente a prasada de Krsna. Especialmente aos domingos, todo centro convida o público para um suntuoso “banquete do amor”, um programa que Srila Prabhupada iniciou em 1966 no primeiro templo ocidental, no Lower East Side da cidade de Nova Iorque, que conta com canto de mantras devocionais, palestra introdutória sobre a filosofia védica e, é claro, prasada. Vários centros também possuem variados festivais públicos anuais, como o Ratha-yatra, o Festival dos Carros, possivelmente o festival religioso mais antigo do mundo. E, em cada festival como esse, dezenas de milhares de pessoas veem a bela forma de Krsna e comem Sua prasada.
Em 1979, alguns devotos na América do Norte criaram o “Festival da Índia”, um programa cultural itinerante que percorre diferentes países, como os Estados Unidos, Canadá, Polônia e Brasil. Em teatros ou tendas em praças públicas, centenas e milhares de pessoas conhecem a cultura védica, como foi apresentada ao Ocidente por Srila Prabhupada, por meio de teatro, dança, música, exibição de dioramas, literatura védica e, mais uma vez, prasada.

O movimento Hare Krsna também possui restaurantes nas maiores cidades do mundo, como em Londres, Paris, Milão, Los Angeles, Dallas, Sydney e São Paulo. Entre outros fins, tais restaurantes foram idealizados por Srila Prabhupada como uma opção de renda para os devotos de Krsna que optam pela vida de chefes de família, em contraste à posição de monges celibatários. Tanto quanto possível, os restaurantes se valem de ingredientes cultivados nas fazendas administradas pelos devotos de Krsna. Os devotos também oferecem frequentemente cursos de culinária centrados na preparação de prasada. Na Inglaterra, Estados Unidos, Austrália e gradualmente em outros países, o Clube Vegetariano Hare Krsna, presente nos campi das mais importantes universidades do mundo, fornece uma alternativa humana à alimentação dependente de fazendas-fábricas e abatedouros. Uma vez familiarizada com a filosofia consciente de Krsna, que engloba todas as esferas de argumentos em favor do vegetarianismo – e vai além, apresentando argumentos espirituais lúcidos –, considerável parte das pessoas que participa desses clubes adota resolutamente o vegetarianismo em seu dia-a-dia.
Outro programa de distribuição de prasada foi iniciado em 1973, quando Srila Prabhupada um dia olhou pela janela de seu quarto em Sri Mayapur, Índia, e viu uma mocinha procurando por comida em uma pilha de lixo. Naquele momento, ele decidiu que ninguém dentro de um raio de dez quilômetros do templo Hare Krsna de Sri Mayapur deveria passar fome, o que ele informou aos seus discípulos. Poucos dias depois, olhando pela mesma janela, Srila Prabhupada ficou feliz em ver seus discípulos distribuindo prasada para centenas de residentes locais, os quais se sentaram em longas fileiras comendo alegremente em pratos de folha de bananeira. “Continuem para sempre com essa atividade”, Srila Prabhupada disse a seus discípulos. “Sempre distribuam prasada”. Esse foi o nascimento do programa ISKCON Food Relief, que hoje distribui mais de cem mil refeições semanalmente, especialmente na Índia, Bangladesh e África.

Foto: Projeto Alimentos para a Vida de Campina Grande – PB
Um projeto similar, o Hare Krsna Alimentos para a Vida, distribui mais de quarenta mil pratos deprasada diariamente, tanto para pessoas necessitadas como para apreciadores casuais, o que também favorece a dessegregação social. O Movimento Hare Krsna é um dos principais promotores mundiais da dieta vegetariana em grande escala como solução para o problema da fome no mundo, e, para aliviar os efeitos imediatos da fome, os devotos de Krsna fornecem alimentos a vítimas de desastre, desabrigados, desempregados e outros em situações similares através deste programa Alimentos para a Vida. Trabalhando em cooperação com os órgãos competentes locais em diferentes países, o Alimentos para a Vida é frequentemente auxiliado por doações governamentais de artigos alimentícios produzidos em excesso e por diferentes tipos de isenções.
Tais programas, no entanto, fornecem mais do que comida. Srila Prabhupada enfatizava que simplesmente alimentar os famintos não é suficiente. Ele considerava ser falsa caridade dar alimento a alguém a menos que ele seja prasada, pois apenas esse alimento livra o indivíduo de complicações cármicas.
Assim, não é surpreendente que o Movimento Hare Krsna seja por vezes chamado de “A Religião da Culinária”, o movimento que combina filosofia com boa comida. Embora sempre haverá muitos que talvez não aceitem a filosofia, dificilmente há alguém que rejeite a comida. Com efeito, mais de quarenta milhões de pessoas saboreiam anualmente o alimento oferecido à Suprema Personalidade de Deus, o Senhor Sri Krsna.
Ansiamos pelo dia em que ilimitada quantia de prasada será distribuída por todo o mundo e as pessoas em todo lugar oferecerão seu alimento a Deus. Tal revolução neste mais universal dos rituais humanos – o comer – certamente curará a doença materialista da humanidade.
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sexta-feira, 3 de março de 2017
Eu vejo , eu sei, eu faço
Esses
são os três princípios que norteiam todos aqueles que lutam por um mundo
melhor; seja em qual área for, são eles que devem guiar os seres rumo ao bem
maior. Todos os grandes mestres se guiaram por eles e ensinaram seus discípulos, o mesmo caminho.
Eu
vejo é quando eu decido abrir meus olhos e enfrentar a luz da verdade com
coragem, é quando eu deixo de esconder de mim mesmo que existe algo para o
qual, até então, eu havia fechado meus olhos.
Eu
sei é quando eu realmente saio de dentro da caverna platônica e enxergo a
realidade ao meu redor, eu vejo a fome que assola a terra, eu vejo a desolação
e dor, eu vejo o medo em cada criatura divina.
Eu
faço, é quando eu finalmente tomo uma atitude em relação a tudo o que eu vi, e
ao que eu aprendi como realidade inegável, e me sentindo incomodado com o que
eu desconhecia, com toda dor e com todo sofrimento, deixo de me omitir e tomo
meu lugar no mundo, tomando uma atitude que o melhore a cada dia.
A
grande maioria das pessoas não deseja ver o sofrimento animal, elas se
esquivam, se desculpam, ironizam porque isso as incomodaria, e elas não desejam
se incomodar; a maioria não deseja saber o que se passa com eles dentro dos
abatedouros, dentro dos cárceres nos quais são obrigados a passarem toda uma
vida em “benefício” humano. E não desejam ver, nem saber, para que simplesmente
não tenham que tomar uma atitude diante dessa realidade da qual fugiram tanto.
Concordamos
que é realmente muito difícil abrirmos nossos olhos para algo que nunca nos foi
ensinado, para algo que sempre nos ficou oculto pela prodigiosa razão humana,
que se julga insuperável. Porque quando vemos, e quando sabemos, somos,
forçosamente obrigados, a mudar nossas atitudes. E mudar nem sempre é fácil.
Mas
estamos aqui, todos para aprender, todos somos irmãos e como irmãos, dividimos
o mesmo Planeta, sabendo disso quem é capaz de destruir a própria morada?
Uma
frase de Edward Keneddy resume nossas atitudes, o que somos e o que seremos:
“Nós todos vamos viver no futuro que construirmos”
Qual
o futuro que desejamos?
Simone Nardi
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sexta-feira, 30 de dezembro de 2016
Para achar animais perdidos...
Os tutores devem...
As pessoas que perdem seus bichinhos
de estimação costumam divulgar a fuga deles por email, Face, Blogs, sites...
Isto ajuda muito mas outras providências precisam ser
tomadas também, porque muitas pessoas que acham os animais não possuem Face ou
não terão acesso aos emails dos protetores, nem aos sites de busca à animais perdidos.
O trabalho de campo é muito importante,
pois o animal que sumiu pode estar vagando pelo bairro de onde fugiu ou nos bairros
vizinhos. Desta forma os anúncios espalhados pela região podem ajudar muito.
O que fazer?
*Distribuir cartazes em clínicas e pet
shops do bairro em que o animal fugiu e bairros adjacentes (estes são
os primeiros locais que algumas pessoas levam os animais achados nas ruas, para
banho, tosa, exame de saúde, perguntar se alguém do bairro perdeu...)
*Colocar faixas nas ruas (mesmo que a
prefeitura tire, basta um dia para muitas pessoas verem, o poder de divulgação é
muito grande)
*Distribuir cartazes em locais frequentados
por muitas pessoas como os comércios (padarias, farmácias, bancas de jornais,
supermercados, postos de gasolina, lojas, pontos de táxi...)
*Colar cartazes em postes
*Fazer um mutirão com amigos e parentes.
Colocar um cartaz do animal no vidro do carro, rodar pela região falando com
megafone e distribuindo cartazes. Percorrer a região com o grupo também a pé.
*Distribuir cartazes nas caixas de
correio das casas da região onde o animal fugiu.
*Distribuir cartazes nas portarias dos prédios
da região.
*Contratar carros de som para anunciar a
fuga do animal no bairro que o animal fugiu e bairros adjacentes (contatos abaixo).
*Anunciar numa rádio/jornal local
*Enviar o cartaz por e mail e Face para
amigos, parentes, Ongs e protetores de animais
*Colocar anúncio nos sites de animais
perdidos
*Deixar cartazes nos CCZs (Centro de
Controle de Zoonoses da cidade onde o animal fugiu) e ir de tempos em tempos
neste local
*Se o animal fugiu de sítio, espalhar
cartazes nos sítios da região, nos postos de gasolina da estrada e nas cidades
mais próximas.
*Contratar detetives que procuram animais (contatos abaixo do texto).
Importante:
*Muitas pessoas não conhecem raças de
animais, desta forma o cartaz deve conter a foto do animal e/ou a sua descrição
além da raça , mencionar se é mestiço ou então colocar SRD-sem raça definida.Quanto mais detalhes do animal em um pequeno espaço melhor.
*Colocar dia, mês e ano da fuga (porque
vai ficar nos sites de animais e rodando pela Internet)
*Colocar cidade/estado (o anúncio vai
para protetores de várias localidades)
*Colocar bairro de onde o animal fugiu ou
sumiu
*Colocar pelo menos 2 contatos (dono/parente):
Primeiro nome, telefone celular com código da cidade.
*Colocar e mail do tutor (importante para
o caso de alguém achar um animal parecido, poder enviar a foto) e Face se
tiver.
*Colocar
Gratifica-se: Não colocar valores
Roubo
de animais:
*Em
caso de assalto em casa onde o animal foi levado: A princípio recomenda-se que os tutores não
anunciem que o “animal foi roubado” porque os ladrões podem escondê-lo
ou soltarem o bichinho muito longe para não serem incriminados.
O ideal é que os tutores anunciem em
diversas localidades que o animal sumiu ou pode ter fugido durante o assalto na
residência ou no pet shop e que gratificam quem achá-lo. É comum os ladrões
soltarem o animal no mesmo dia ou depois de um tempo, devido ao medo de
denúncias de vizinhos ou outros.
*Se o
animal foi roubado em frente a um estabelecimento comercial como tem
acontecido com cães que ficam amarrados na porta de padarias, farmácias... o tutor pode anunciar que o animal deve ter escapado e que gratificam quem
achá-lo.
*Caso o
animal tenha sido levado no carro durante o assalto, anunciar
que não houve tempo de retirá-lo e que ele pode ter sido solto em qualquer
região ou cidade próxima. Acrescentar GRATIFICA-SE quem achá-lo.
Passado uns dias de intensa divulgação
através de cartazes, faixas, carros de som, Face, sites...se o animal não
aparecer, os tutores podem anunciar o roubo na mídia. Nestes casos é comum
receberem ligação anônima com denúncia de onde está o animal.
Recomenda-se ir com a polícia, nunca
sozinho no local indicado pelo denunciante.
A
persistência dos donos é fundamental...redistribuir os cartazes toda semana ou
a cada 15/20 dias, conforme as possibilidades.
Muitos animais são achados depois de 1,2, 3...6 meses, até 1 ano
ou mais.
Os tutores não devem desistir! Com essas medidas muitas pessoas
conseguiram recuperar seus animais.
Alguns cuidados
O
anúncio da fuga de um animalzinho mobiliza muita gente. Muitas pessoas querem
ajudar. Assaltos nestes casos não são frequentes, mas já aconteceram, desta
forma alguns cuidados devem ser tomados:
Se o tutor do animal receber ligações,
é recomendável que vá sempre acompanhado (a) com mais pessoas que fiquem
observando de longe ou que vá em dois ou três carros com amigos e parentes.
Dependendo do local, é melhor pedir para a pessoa trazer o animal e dizer que
gratifica. Caso a pessoa queira trazer o animal não é recomendável fornecer o
endereço da casa do tutor do animal. É mais seguro marcar numa padaria, posto de
gasolina ou algum local de movimento.
Para evitar este sofrimento é importante manter o animalzinho
permanentemente (mesmo dentro de casa) com coleira com plaquinha de
identificação com o telefone celular do tutor, cidade e código da cidade
(importante para o caso do animal fugir numa viagem de férias com a família em
outra localidade).
Também é interessante microchipar o animal, porém este método
ainda é pouco conhecido no Brasil. O ideal é utilizar-se das duas formas de
identificação.
As plaquinhas podem ser achadas em vários pet shops e lojas
que vendem produtos para animais.
________________________________________
Endereços de alguns CCZs de S.Paulo:
*CCZ DE SÃO
PAULO/CAPITAL: Rua Santa Eulália 86
*CCZ DE GUARULHOS: Rua
Padre Noronha nº 110 - Santa Mena - Guarulhos - S.P.
*CCZ DE DIADEMA: Rua Ipoá nº
40 - Jd. Inamar - Diadema - S.P.
*CCZ DE SANTO ANDRÉ: Rua
Igarapava nº 239 - Valparaíso - Santo André - S.P.
*CCZ DE SÃO BERNARDO: Endereço
novo: Av. Rudge Ramos, 1740 (o
endereço antigo era Av.Walace Simonsen nº 1900 - Nova Petrópolis).
*CCZ DE SÃO CAETANO: Rua Justino
Paixão nº 141 - Mauá - São Caetano - S.P.
*CCZ DE
OSASCO: Av. Lourenço Belloli, 1480 - Pq. Industrial Mazzei –
Osasco – S.P.
______________________________________________
Detetives
que procuram animais –
Em São Paulo é necessário acrescentar o número 9 na frente dos celulares
1)
Detetive Marcondes –Tel: (11) 6530-1515 ou 8555-3770 (Achou a cadela
Branquinha e descobriu o paradeiro do Shitzu Hulk)
2) Agência Philadelphia – Tel: (11)
3813-9988 ou 9454-5859.
3) Central Única Federal dos Detetives do Brasil – Tel: (11) 3522-9170
Alguns atendem pessoas de fora de São
Paulo.
_______________________________________________________
Teresa, colaboração para o Blog
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segunda-feira, 31 de outubro de 2016
BIZARRO COMICS, CARTUNS PELOS ANIMAIS

Daniel Charles Piraro (ou Dan Piraro, como é conhecido) é pintor, ilustrador e cartunista estadunidense, mais conhecido por seu premiado trabalho, o Bizarro Comics.
Em 2002, Piraro tornou-se vegano, depois de ler sobre a pecuária industrial e fazer uma visita a um santuário para animais da fazenda. Seu ativismo é visível no Bizarro Comics, muitas vezes incorporando temas como veganismo e direitos animais em seus cartuns. Piraro também incorporou uma seção inteira dedicada ao veganismo em seu site, detalhando suas razões para se tornar vegano e outras informações relacionadas comveganismo.
Você provavelmente já viu o trabalho de Piraro circulando pela internet e redes sociais.
“Eu sempre fui muito compassivo com os animais, mas tendia a fechar os olhos para a minha dieta acreditando que comer animais era apenas o que os humanos faziam para se manterem vivos. Quando conheci e começei a namorar minha esposa, Ashley Lou Smith, em 2001, eu comecei a aprender sobre o que acontece em fazendas industriais, circos, fazendas de peles, etc, comecei a ver as coisas de forma diferente quase que imediatamente, e um fim de semana no Farm Sanctuary (santuário para animais de fazenda) no interior de NY me mudou de uma só vez. Eu fui lá como um comedor de carne ocasional , mas saí como um vegano e nunca olhei para trás. ”
“Eu vi os bicos cortados, as cicatrizes, e isso me afetou. Eu sabia que era cruel, e eu não podia suportar mais. Tive que parar imediatamente.”
Veja alguns dos cartuns de Dan Piraro:






FONTE: VEGGIE E TAL
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