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segunda-feira, 11 de dezembro de 2017
E-Books IACH
domingo, 22 de dezembro de 2013
“NESTA DATA QUERIDA”
Por
mais irreverente a afirmativa, o Natal de Jesus não é de Jesus (!!!).
É
do comércio.
É
do Papai Noel.
Pergunte-se
a uma criança, a partir dos seus três anos de idade, o que é o Natal para ela e
a resposta será “Dia de ganhar presente!”
Existe,
é inegável, o espírito de confraternização nas empresas, a solidariedade em
família, abraços, risos, lágrimas, emoções, enfim.
No
entanto, no clima da euforia geral dificilmente se vislumbra o semblante do
meigo Nazareno, através de ilibações alcoólicas nem sempre ponderadas em suas
manifestações ou delineado nos vapores dos pernis e perus assados, sobre a mesa
ricamente ornada, rodeada de rostos felizes.
Não
por acaso, a história registra o Seu nascimento em singela manjedoura, entre
palhas de berço improvisado, na companhia dos animais do pasto que, pacíficos e
dóceis, compartilharam com ele o próprio espaço, embora alheios à sua
importância extraordinária mas quem sabe, pressupondo-a, nessa ocasião
significativa para a espécie humana (ou não humana).
Hoje,
nos lares, pacotes embrulhados festivamente com fitas brilhantes e cordões
coloridos, têm o rosto do simpático velhinho estampado neles mas, não, a Imagem Dele.
Ainda
que, histórica e biblicamente nenhum vínculo exista entre Jesus e Noel, algumas crianças mais precoces e
imaginativas o poderiam relacionar, quem sabe, inconscientemente, com algum
vovôzinho de Jesus (!?).
Mas
a época é de festão, minha gente! Chamadas ensurdecedoras ecoam através dos
monitores das Tvs, convocando para compras imperdíveis e promoções “da hora”; e
os incautos se atiram às ruas, se atropelam, aflitos para alcançar o que não
sabem ao certo o que seja, no Shoping atraente, de árvores natalinas altíssimas
e a cada ano mais faiscantes e enfeitadas, endividando-se, até a medula, na
compra dos presentes – não para Ele.
O
presépio, delicadamente arrumado, O relembra, é verdade.
As
figuras que o compõem priorizam o bebezinho importante cercado de seus pais, reis,
pastores e pelos animais, respeitosos e serenos que ali moravam.
Mas
os animais do presépio, que aqueceram o nascituro com seu hálito primitivo mas
útil, preservando-Lhe o calor da vida, ali estão, mortos sobre a mesa enfeitada,sob o pretexto de homenageá-Lo, em
nome de uma tradição milenar consagrada sim, mas nunca por amor a Ele.
Condimentados,
fatiados e regados com molhos picantes, ali está o que restou deles para
apreciação de todos, menos a de Jesus.
Que
se criasse então uma data simbólica para comemorar, com exclusividade, o
aniversário Dele, com o nome de Natal de Jesus, óbvio, onde se valorizasse o real significado de Sua Vinda ao trazer,
na simplicidade do cenário em que chegou ao mundo, a prioridade do Amor e da Paz
à Terra, tão pobre deles.
A
fim de que, recordar os Seus Ensinos fosse mais adequado, nessa data, no
silencio de nós mesmos do que em festejos demais, onde Sua Voz, serena e mansa,
nem sempre audível se encontra.
Pelo menos
nesse dia nossa fome tivesse outra
conotação que não a das iguarias e libações extravagantes, à exemplo Dele
quando, repartindo pedaços de um desguarnecido pão aos amigos, fez uso do vinho
com a parcimônia de seu espírito equilibrado, ensinando-nos muito mais do que
boas maneiras à mesa, a convivermos como irmãos.
Que
saíssemos às ruas por exemplo, nessa noite, como minorias abençoadas o fazem
hoje, em grupos abnegados, carregando sacolas e caixas repletas de presentes e
utensílios, na repartição da mesma fartura compartilhada em seus lares,
alimentando, vestindo e dessedentando os irmãozinhos Dele, em Seu Bendito Nome
e o estaríamos festejando mais apropriadamente.
Vivenciarmos
o verdadeiro espírito do Natal de Jesus deveria ser nos lembrarmos dos
desprezados (humanos ou não humanos), em nossa intenção, assim como Ele não os esquece.
Ao
valorizar o nome do aniversariante nas celebrações corriqueiras humanas não
costumamos confundi-lo com outros, ao cantarmos o “Parabéns pra você” justificando os
abraços e presentes para o homenageado com o fato de sua chegada à terra, em
mais uma reencarnação.
Valorizemo-LO,
acima de tudo e de todos, porém com o cuidado de não misturá-LO ou confundi-LO
nas inconseqüentes brincadeiras humanas, nas quais, sob o pretexto de iniciar
uma importante celebração, arriscamo-nos a esquecer justamente o Aniversariante
na calçada, após cerradas as portas.
Não
por acaso Ele veio.
Valorizemos
Sua chegada presenteando-O com o que gostaria de receber de cada um de nós, nem
sempre o que ostentamos fartamente, na
maioria das vezes, na “festa Dele” há tanto tempo.
Já
é tarde.
Reis e pastores partem, os animais dormem, a estrela
de Belém se apaga, os anjos se despedem e “quase não há mais tempo!” se ouve,
quando os sinos tocam.
Sandra
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sábado, 7 de dezembro de 2013
Pão de queijo vegano
As vezes sentimos vontade de comer aquele pão de queijo gostoso, quentinho, trazemos aqui a receitinha super fácil e com ingredientes fáceis de serem encontrados, de Pão de Queijo Vegano, fizemos a receita dobrada e congelamos metade para ver se funcionava e deu certo
PÃO DE QUEIJO VEGANO
4 batatas médias cozidas e amassadas
1 copo de polvilho doce e outro de polvilho azedo
Meia xícara de azeite
Tempero a gosto
Como fazer
Amassar tudo até formar uma massa homogênea.
Forme bolinhas pequenas com as mãos e leve ao forno até dourar.
Nos testamos o congelamento do pãozinho e ele ficou no freezer por 3 meses, quando assado está ótimo.
Bom Apetite
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quinta-feira, 3 de outubro de 2013
O Grito do Bicho

Queremos agradecer a amiga Sheila Moura do site O Grito do Bicho, não só pelo trabalho que exerce diariamente em prol dos animais, mas pela ajuda que tem nos dado. Em um único dia recebemos 522 visitas somente porque estávamos na primeira página do Grito do Bicho, com o Cardápio Vegetariano Semanal.
Isso demostra a força de um trabalho que vem de anos de esforço e dedicação.
Obrigada e Parabéns Sheila.
Bjs
Simone
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