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terça-feira, 3 de julho de 2018

MÃE: VEGAN BONITO?







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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Espiritismo X Aquecimento Global

Luz sobre as Montanhas, foto de Sebastião Salgado

O amigo leitor deve estar se perguntando: O que tem haver o espiritismo com o aquecimento global?Ora, tudo! O que aprendemos na Doutrina?

Amar ao próximo.

Caridade - fora da caridade não há salvação, essa frase nunca foi tão correta quanto nesse momento -.

Compaixão.

Ação e reação.

Não importa o que digam algumas pessoas, a Terra é também nosso próximo, a quem devemos, ou deveríamos, querer o bem. Sendo um organismo vivo e que nos permite a vida, deveria ser respeitada e amada por todos.

A Caridade e a Compaixão para com a Terra deveria ser a primeira lição de nossas vidas, pois Ela é Mãe zelosa, nosso abrigo, nossa casa enquanto encarnados.

E o que fazemos então com essa mãe gentil?

Roubamos seus recursos, esgotamos suas fontes, desperdiçamos suas águas e poluímos seu ar, sem nos lembramos de uma coisa: Ação e Reação.

Nós agimos a Terra reage. E Ela finalmente, apos tantos anos de desrespeito, está reagindo e sua reação reflete-se agora, em nosso modo de viver. Ela nos coloca agora, de um modo firme, o freio que nunca tivemos. Nos impõe a força, a consciência que rejeitamos ao nos separarmos Dela, ao nos acharmos mais importantes que Ela.

Assim como nosso organismo reage diante de um vírus invasor que nos causa mal ao roubar nossa energia e vitalidade, a Terra reage contra aqueles que tentam destruí-la, e reage da única forma que pode reagir. O aquecimento global, o derretimento das geleiras, a acidez dos oceanos que levará a morte dos peixes, nada disso são pragas Divinas, são apenas reações de umorganismo vivo que luta para sobreviver, que tenta expulsar de si, um vírus letal : O homem.

A extinção de várias espécies não é plano Divino, é a intervenção do homem na Natureza que muda o rumo natural das coisas.Não adianta mais apontarmos para Deus, alegando que estava escrito e coisa e tal, quando nós mesmos sabemos que foram nossas ações que nos levaram à isso, a verdade é que, estamos aos poucos “matando” a Terra.Nós, não Deus.

Quem em sã consciência destruiria a casa onde reside, manchando as paredes, colocando fogo nos armários, escavando o jardim ou derrubando paredes?Porém, é isso o que, no dia a dia, fazemos com a Terra.Queiramos ouvir isso ou não, somos todos responsáveis, em graus diferentes, pela reação Dela contra nós.

E o leitor ainda poderá indagar: E o que eu, uma gotinha no oceano, poderei fazer?

Amar. Respeitar. Espalhar essa semente de caridade e compaixão pela terra. Passar a sentir-se realmente parte Dela ao invés de apenas viver Nela.

Amar ao próximo, não fazer a Terra àquilo que não gostaríamos que fizessem a nós.Isso é caridade, isso é compaixão, isso é amor.

Os governos não terão a solução final para o mal que já foi feito sem o auxilio da população, e nós, todos nós, nos mais simples gestos, podemos auxiliar na cura da Terra. Economizar água, luz, deter as queimadas e recuperar o verde, frear o consumo de carne, posto que a pecuária é uma das maiores responsáveis hoje, pelo aquecimento do Planeta.Há tantos pequenos gestos que podem ajudar.

A compaixão pela Terra é a única coisa que poderá nos salvar do extermínio. Estamos destruindo nossa casa, nossa escola de aprendizado, um dos muitos caminhos que nos levará ao Pai.A caridade com seus recursos naturais, o amor por Ela, o respeito, tudo nos levará a trilhar novamente o caminho do bem.Devemos nos lembrar que nosso Divino Mestre Jesus nos preparou uma linda moradia e com que cara iremos responder a Ele um dia, quando Ele nos perguntar:

– Que fizestes da Casa que vos dei com tanto amor?
A hora de agir é agora, a Terra pede socorro, sejamos caridosos e dignos da morada que Jesus nos ofereceu, não voltemos às costas para a voz que clama por socorro.Nós somos Terra, e Ela, como tudo que existe, é Centelha Divina. Amar a Obra é amar o Criador.


Simone Nardi




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terça-feira, 14 de maio de 2013

A criminologia e o maltrato animal

Por Loren Claire Canales (da Redação do ANDA)

“Embozalado” (Amordaçado), obra de Daniel Segura Bonnet, artista colombiano.

Em um interessante artigo reproduzido esta semana nas redes sociais, Laurent Bègue, professor de Psicologia Social na Universidade Pierre Mèndes-France de Grenoble, se refere ao maltrato animal como um novo medidor que está servindo a criminologia internacional para analisar a extrema violência que o ser humano pode desenvolver no meio social.

Maltratar um animal é, em muitos casos, a consequência de uma frustação ou de um trauma e é um comportamento que se adquire durante a infância. Pode se desenvolver também na adolescência. O maltrato animal nasce no seio familiar ou escolar e pode se transformar em um comportamento anti-social.

O maltratado e em especial o maltrato aos animais de companhia está presente em qualquer grupo humano, pois as crianças assim como os animais domésticos são os primeiros catalizadores de nossas frustrações.

No entanto, em nossa época, o maltrato animal chegou a um nível considerável de tortura. Um exemplo disso é a denúncia que um colaborador do Soyperiodista.com fez há pouco tempo. “Os animais importam”, publicado dia 03 de maio e que se referia ao caso de um homem em Ibagué (Tolima, Colômbia), que matou um cachorro segurando pela cauda e lançando o animal violentamente contra o chão.

A violência contra os animais é mais frequente do que imaginamos, ainda que uma proteção para não vê-la e não sofrê-la seja a de tomá-la como uma violência banal: “são somente animais”.

Os atos de crueldade contra os animais falam muito sobre a personalidade de quem os comete. Esse tipo de crueldade pode variar desde golpes até a retirada da pele dos animais ainda vivos (cachorros e gatos pequenos), sem contar a utilização para fins sexuais a que são submetidos.

Essa relação de violência do homem com o animal impulsionou os pesquisadores de criminologia a tomá-la como um medidor fiável do grau de violência em indivíduos que cometeram ou que podem cometer crimes e outros delitos graves.

Psiquiatras e especialistas em Psicologia Social da Universidade do Pacífico, na Califórnia, comprovaram, por exemplo, que 45% dos autores de nove massacres cometidos em escolas nos Estados Unidos durante os últimos 20 anos haviam praticado atos de barbárie contra seus animais domésticos.

O professor Laurent Bègue cita um estudo que merece atenção, é o caso que aconteceu após o massacre na Escola de Columbine, Colorado, dia 20 de abril de 1999.

Os criminologistas constataram que Eric Harris e Dylan Klebold, os dois estudantes que mataram 12 de seus colegas de escola, um professor e feriram mais 20 pessoas antes de cometerem suicídio, haviam confessado que quando eram crianças gostavam de praticar mutilações e provocar sofrimento aos seus animais.

O professor Bègue se refere a outros dois casos: “Em um estudo retrospectivo realizado em uma prisão com 36 autores de assassinatos, 36% deles admitiram ter matado ou torturado animais durante a infância e 46% cometeram atos de crueldade durante a adolescência. Em outro estudo realizado em um meio carcerário com 180 presos, Brandy Henderson, da Universidade do Tennessee, comprovou que os atos de violência contra animais que os detidos declararam haver cometido eram particularmente frequentes”.

Tipos de maus-tratos que os detidos praticam com os seus animais ou com outros animais:

- afogamento (17,5%);
- espancamento (82,5%);
- disparos (33,0%);
- pontapés (35,9%);
- estrangulamento (17,5%);
- queimaduras (15,5%);
- utilizam para fins sexuais (22,3%)


A crueldade com os animais segundo Franck Ascione, da Universidade de Denver, é um comportamento socialmente inaceitável, pois o intuito do torturador é causar dor, sofrimento, angústia e/ou morte do animal por puro prazer.

A psiquiatria permite afirmar que os atos de crueldade cometidos por uma criança podem revelar uma precoce predisposição para desenvolver condutas anti-sociais. Uma criança torturadora de animais é suscetível a ter problemas com a justiça quando for adulta.

As razões que levam um indivíduo a maltratar um animal

Os americanos Stephen Kellert e Alan Felthous, das Universidades de Yale e do Texas, citam oito razões que levam um indivíduo a maltratar ou torturar os seus animais domésticos:
1-      Controle: o animal é golpeado para que não continue manifestando comportamentos indesejados (latir, saltar, brincar…);

2-      Castigo: aplicar um castigo extremo para que não volte a repetir algum hábito incômodo (ensujar ou vomitar em lugares que são proibidos para ele);

3-      Falta de respeito: Está relacionado a preconceitos culturais. É quando uma pessoa acredita que pode maltratar ou negligenciar um animal já que sua condição de inferioridade não o faz merecedor de nenhuma consideração;

4-      Instrumentalização: Utilizar os animais para “dramatizar” a violência, é o caso das rinhas de cães;

5-      Amplificação: o animal é utilizado para impressionar, ameaçar ou ferir uma pessoa. Aqui se verifica a transferência da violência humana contra o animal;

6-      A violência como provação ou como exemplo: Maltratar um animal perante um grupo com a finalidade de fazer com que os seus membros se convertam em testemunhas de uma forma de superioridade do agressor. O indivíduo também pode torturar por diversão;

7-      Vingança: O indivíduo agride um animal para vingar-se de seu proprietário;

8-      Por deslocamento: O animal é maltratado porque o indivíduo não tem a possibilidade ou é incapaz de maltratar quem lhe provocou uma frustração ou uma decepção. Não consegue fazê-lo porque tem medo ou porque a pessoa é inatingível. É o caso do empregado que espera uma promoção e que na impossibilidade de tê-la, regresa a casa e dá pontapés em seu animal doméstico.


A análise do professor Laurent Bègue nos leva a concluir que a tortura contra os animais nasce de uma má qualidade de vida. Os animais pagam pela nossa dificuldade para viver, pagam por serem testemunhas inocentes da nossa própria mediocridade.


Fonte: ANDA 




* O artigo saiu logo após o espancamento de  um filhote de poodle, o que causou indignação à muitas pessoas, mas não podemos nos esquecer também, que dentro dos frigorificos e granjas, trabalhadores cometem as mesmas atrocidades e dessa vez com a nossa permissão, pois pagamos a eles para que matem/maltratem os animais, que será consumido posteriormente.Não podemos nos indignar somente quando é um cão, mas devemos nos indignar pelo ser vivo que sofre, seja cão, gato, boi, galinha ou suino.




Redação do blog Irmão  Animais- Consciência Humana

sábado, 15 de dezembro de 2012

Espiritismo e Alimentação


Em qualquer época e em qualquer lugar, quando o homem tenha perdido os seus pêlos, é provável que habitasse então um país quente, condições favoráveis para um regime Vegetariano que, segundo as Leis da Anatomia, devia ser o seu.
Charles Darwin



Atualmente, graças ao movimento de proteção animal e ao surgimento de Casas Espíritas que recebem animais, o tema “Alimentação” vem aguçando a curiosidade de muitas pessoas que, ao passarem a aceitar que os animais possuem senciência e uma alma semelhante a dos seres humanos, começaram a rever suas atitudes em relação a estes irmãos. Uma delas é a reeducação alimentar através da opção vegetariana. Embora muitas ideias a favor da alimentação a base de animais tenha, durante alguns anos, se alicerçado em algumas questões do Livro dos Espíritos , publicado em 18 de Abril de 1857, hoje, através do estudo mais refinado dessas mesmas questões, é possível notar que foi um erro interpretativo que fez com muitos acreditassem que Kardec e os Espíritos fossem a favor a morte de outros irmãos que estagiam conosco no orbe terrestre.

Seria impossível em poucas páginas realizarmos todo um estudo sobre o conteúdo do Livro dos Espíritos no que toque a alimentação de carne animal, por isso e com intuito de aguçar a curiosidade do querido leitor, escolhemos uma única questão que é capaz, também, de dar conta de toda a confusão que muitos fizeram em torno desta e de outras questões. Mas o que poderia ter causado tal confusão? Talvez o fato de não sabermos, em relação aos animais, o que sabemos hoje, a certeza de que possuem alma , de que são seres sencientes e de que possuem, cada um dentro de suas necessidades, um grau de inteligência.

Foram todas essas mudanças dentro do campo físico terrestre, nosso e dos animais, que fizeram com que hoje tenhamos a obrigação moral de ressignificar nossos antigos conhecimentos, olhando com ingenuidade para essas mesmas questões, a fim de poder enxergar tudo com um novo olhar. As questões 722, 723 e 724 são algumas das muitas questões que também tratam da alimentação a base da carne de nossos irmãos animais, mas que deixaremos para estudar numa outra oportunidade.

Em meados do século 19, época em que o Livro dos Espíritos foi publicado, bem pouco se conhecia sobre os animais. A Revista Espírita de Janeiro de 1866 ainda precisava reafirmar a realidade da alma das mulheres coisa que hoje em dia , somente a menção de que as mulheres , os índios e os negros não possuam alma, passa a ser ridícula. O conhecimento evoluiu desde então.

A questão 722 do Livro dos Espíritos trata - se nos atentarmos melhor a pergunta elaborada por Kardec - dos valores culturais de cada povo e da proibição de determinados alimentos , não necessariamente fala sobre a carne. Em muitas religiões consideravam-se duas categorias de animais : os limpos e os imundos. Os limpos seriam todos os animais que possuíssem unhas fendidas e ruminassem como os bois, cordeiros, carneiros entre outros. Os animais considerados imundos seriam todos os que possuíssem apenas as unhas fendidas ou apenas os que ruminassem tais como o porco, que possui a unha fendida, porém não é ruminante. Era proibido, portanto, alimentar-se da carne dos animais considerados imundos.

O que nos esquecemos é que também nós,nos dias atuais,temos nossos tabus culturais. Nos é proibido moralmente a alimentação a base de carne de cães e gatos, porém não a base de carne de bois e frangos, isso implica em um tabu cultural nosso, enquanto que por outro lado nos revoltamos ao saber que alguns povos orientais comem cães e gatos sem o menor constrangimento. Daí surge a questão 722 e é necessário estar atento ao enunciado para que se possa, realmente, compreender a resposta.

722. Será racional a abstenção de certos alimentos, prescrita a diversos povos? R. “Permitido é ao homem alimentar-se de tudo o que lhe não prejudique a saúde. Alguns legisladores, porém, com um fim útil, entenderam de interdizer o uso de certos alimentos e, para maior autoridade imprimirem às suas leis, apresentaram-nas como emanadas de Deus.”

Vamos rever esse trecho em particular: “Alguns legisladores, porém, com um fim útil, entenderam de interdizer o uso de certos alimentos e, para maior autoridade imprimirem às suas leis, apresentaram-nas como emanadas de Deus”. O Espírito que responde a questão coloca que alguns “Legisladores” criaram leis próprias a atribuindo posteriormente a Deus, por isso, e somente por atribuir ao homem a criação de uma “verdade”, é que o Espírito coloca que é “Permitido ao homem alimentar-se de tudo o que lhe não prejudique a saúde”. O que não significa, como geralmente é interpretado, que Deus tenha fornecido aos seres humanos uma autorização para matar seus outros filhos, os animais, em nome da manutenção de seus organismos, tal como não autorizou aos homens e mulheres a se matarem como ocorre desde a antiguidade.

Seja como for, a questão 722 foi perfeitamente respondida a partir do momento em que seu enunciado foi perfeitamente compreendido, afinal até bem pouco tempo muitos acreditavam que comer manga e tomar leite levava a morte. O tomate mesmo era tido como fruto venenoso e cultivado apenas como ornamento, até o Coronel Robert Gibbon Johnson subir nas escadarias do Tribunal de Salem, New Jersey em 26 de setembro de 1820 e comer uma cesta repleta de tomates, mais de 2000 mil pessoas assistiam o que acreditavam ser total suicídio. Johnson não morreu e encerrou ali um tabu alimentar.

O que ocorre é que, normalmente, o trecho onde se lê que tudo é permitido remete a alguns, a ideia de que Deus criou os animais para os seres humanos se alimentarem, como se nossos irmãos menores fossem meros objetos utilizados a cada toque de nossos desejos. Mas, seria correto? Para responder a essa questão seria preciso repetir aqui o Paradoxo de Epicuro para nos lembrarmos o que é Deus:

Ou Deus quer eliminar o mal e não pode; ou pode e não quer; ou não pode nem quer; ou quer e pode. Se quer e não pode, é impotente, o que não corresponde a Deus; se pode e não quer, é mau, o que é estranho a Deus. Se não pode nem quer, é ao mesmo tempo impotente e mau, logo não é Deus. Se quer e pode, o que corresponde somente a Deus, de onde então vem o mal ou por que Deus não o suprime? (Epicuro)

Livre Arbítrio, esta seria a resposta para a questão de Epícuro. Podemos acusar a Deus, mas, se Deus é bom, inteligência suprema e força primária de todas as coisas, podemos pensar: Que tipo de Deus permitiria este massacre diário que se torna ainda mais voraz no Natal, nascimento de Jesus?

Segundo a resposta do Espírito , quando os legisladores proibiram determinados alimentos alegando ordens divinas, o fizeram em beneficio próprio, contudo, hoje muitos de nós fazemos o mesmo ao atribuir ao Livro dos Espíritos a permissão para o extermínio de animais . Tais como os antigos legisladores hoje nós nos escondemos atrás de “leis divinas” para permitir que os animais sejam abatidos, tudo em benefício próprio. Por isso a necessidade de rever esses antigos conceitos que durante anos acabaram por sedimentar hábitos que se apropriam de vidas alheias com total naturalidade. Muitas podem ter sido as razões que levaram a proibição da alimentação, teníase, intoxicações, alergias e uma infinidade de outras doenças, porém, em nenhum momento recebemos a habilitação Divina para matarmos outros animais, façam eles bem ou mal a nossa saúde.


Referências 

Allan Kardec – Livro dos Espíritos e Revista Espírita -Jornal de Estudos Psicológicos -ANO IX JANEIRO de 1866 Nº1

Tomatoes Lore and Legend http://homecooking.about.com/od/foodlore/a/tomatolore.htm

The Problem of Evil(Paradoxo de Epícuro) http://plato.stanford.edu/entries/evil/


Simone Nardi



Redação do blog Irmão  Animais- Consciência Humana



Este artigo pode ser lido no site da Feal.


Imagem de Maria, Mãe de Jesus e de todos nós : SirioArt






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sábado, 20 de dezembro de 2008

Natal, em imagem e poesia

  



É na luz da aurora que se ilumina
A face morena do pequeno menino
Espantando o medo que me afligia
Ao ouvir o choro do pequenino

A doçura da mãe o acalentou
Da infância a juventude
E um belo homem Ele se tornou
O mais forte em sua plenitude

E todos os anos se lembram
Do dia em que Ele nasceu
Mas é triste que poucos vejam
O que realmente aconteceu

Nós que o recebemos
Com tanto carinho e amor
Do homem só recebemos
Medo, tortura e dor

Para comemorar sua vinda
Nos matam sem piedade
Esquecendo que a vida
Deveria ser plena de igualdade

Pois fomos nós os primeiros
Que ao seu redor se colocou
E o menino tão altaneiro
Com seu sorriso nos abençoou

Mas Dele nos fomos afastados
Pelos homens que nos roubam a vida
Nossa carne em bocados
Mancham-lhe a túnica da vida

Somos nós os animais
Os primeiros que o viram
Somos nós , pobres animais
Que no Natal, a vida tiram

E Jesus sempre a chorar
De braços abertos a nos receber
Roga ao Pai, "Faça-os parar
Para que a Terra possa novamente me ver"

Hoje é festa de Natal
Em imagem e poesia
Pena mesmo que o Natal
Seja a festa da agonia 
Se Ele que foi o Maior, nasceu cercado de animais, quem somos nós, para tirar-lhes a vida?


S.N.







Simone Nardi









Simone Nardi – criadora deste blog e do antigo Consciência Humana, colunista do site Espírita da Feal (Fundação Espírita André Luiz) ; é fundadora do Grupo de Discussão  Espírita Clara Luz que discute a alma dos animais e o respeito a eles.Graduada em Filosofia e Pós-graduada em Filosofia Contemporânea e História pela UMESP.







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segunda-feira, 9 de maio de 2005

A Mãe de todas as Mães

Quando me sentei para escrever este pequeno artigo, imaginei como poderia homenagear a todas essas mulheres que se dedicam a ensinar seus filhos a andar, a falar e a amar.

Como iria dizer coisas sobre um delicado ser que Deus criou com tanto carinho e com uma força inimaginável.

As lágrimas que elas derramam se transformam em esperança. As dores que elas sentem se transformam em amor.

Como pronunciar um nome que embora pequeno, traduza uma grandeza tão sublime e que significa tanto para todos nós? Ainda mais nesse mês onde podemos perceber no ar a presença de um sentimento tão forte em relação a elas.