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quarta-feira, 7 de março de 2018

QUALQUER UM PODE FAZER REIKI EM ANIMAIS?




 Às vezes recebo estas questões pelo Fale Conosco e sempre respondo:

Sim, desde que você faça um curso de Reiki, estude os Chacras nos animais  e faça sua Reforma Íntima, a primeira mudança de hábito é “ Não comer animais”, para alguns a mais difícil mas que faz parte do pacote de atender bem os animais.

Dar passe em animais envolve a mesma reforma, não comer aquilo que você diz Amar é o passo mais correto para o amor incondicional.

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

A CURA É UM GRANDE COMÉRCIO: REIKI + ANIMAIS : MONEY

Reiki, Animais, Incoerência




Me questionaram outro dia:

“Qual a diferença entre um curso de Reiki para Animais e um Curso de Reiki para Humanos?

No Curso em si: Nenhuma.

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

A CURA É UM GRANDE COMÉRCIO:INICIAÇÃO A DISTÂNCIA

Existe Iniciação a Distância?



Sim.

Muitos “Mestres” reikianos abominam os cursos a distância, primeiro por serem , em sua maioria Gratuitos, depois alegam que “Não existe iniciação a distância”.

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

A CURA É UM GRANDE COMÉRCIO: REIKI FALSO



Existe Reiki Falso?

Sim.

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

A CURA É UM GRANDE COMÉRCIO?- pt 1






Há alguns anos fiz meu primeiro curso de Reiki. Comecei a trabalhar em uma Casa Espírita, a fazer em casa, nos animais, a distância, onde quer que fosse necessário. No início eu me lembrava dos símbolos, depois de um tempo apenas buscava pela energia do Fluido Universal (F.U.) e enviava ao doente.

Devido a muitos problemas que foram se sucedendo, acabei por parar um tempo de enviar Reiki, quando tudo se acalmou, ao invés de voltar a enviar como antes, resolvi buscar um curso para relembrar os símbolos e toda a história do Reiki, estudar novamente seria bom e me daria tempo para poder novamente trabalhar com o reiki.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Os Animais Nascem Bifes?




 

 

Os Animais Nascem Bifes?  

 

Texto de 15/10/2006

Simone Nardi


Geralmente as pessoas usam como desculpa para continuar comendo carne o fato de que os humanos sempre comeram carne, de acordo com essa lógica, não deveríamos tentar impedir pessoas de assassinarem outras, já que esse comportamento acontece desde os tempos mais remotos.
Isaac Bashevis Singer [1]

Essa pode parecer uma pergunta engraçada, mas envolve algo muito sério, envolve a alienação de indivíduos pela sociedade, envolve medos e uma palavra forte , mas que não há como esconder, a ignorância. Ignorância na visão de desconhecimento, de falta de saber, mas por puro medo, e por medo compreenda-se aqui uma gigantesca inquietação interior diante de algo que hoje em dia é visto como uma ameaça, mas que deveria ser encarado como um avanço moral.

Quando falamos em vegetarianismo, não falamos para censurar ou violar os desejos de cada um, mas falamos para o bem dos animais, porque não, os animais não nascem em forma de bifes, de coxas ou de filés de peixe, eles nascem animais, com sistemas neurológicos como o nosso, com sentimentos parecidos com o que temos, com sensibilidade literalmente a “flor da pele” como nós humanos. Hoje em dia não é mais possível esconder a senciência animal, ela sempre existiu , só que era ignorada. Nós somos o grande problema dos animais, essa é que é a verdade. Conheci uma pessoa que dizia amar os animais, falava deles com tanto amor e piedade que eu não pude me conter e logo perguntei: Então você é vegetariana, que legal...

Legal foi o olhar que ela me lançou, algo como: “Você tinha que estragar tudo né?” Pois é, o rosto mudou, a voz mudou, os gestos, tudo, parecia outra pessoa a me dizer que cães e gatos são uma coisa e que bois, porcos e galinhas eram outra, eram já bifes, pururucas e coxinhas , não eram animais, mas já vinham assim, em forma de bifes mesmo...

Surpreso?

Vai ficar ainda mais. Quando tentei explicar que os animais não nasciam bifes, ela colocou a mão dela sobre a minha boca e disse que não queria saber, que queria continuar acreditando que eles já vinham plastificados naquelas bandejinhas que se encontram nos supermercados, pois tudo era mais “bonito” assim, como um lindo conto de fadas para nós humanos, mas um conto de terror para os animais.

As pessoas vivem dizendo que temos que ter cuidado quando falamos em vegetarianismo para não assustar as pessoas, mas será que não seria por medo de “despertar” as pessoas? Pensamos muito em nós mesmos, em nossas vontades, em nossos desejos e nos esquecemos dos animais, porque afinal são apenas animais, já nascem cortados e embalados, prontos para ir do mercado ao freezer e do freezer a frigideira. E poucos são os que conseguem autonomia para pensar quais os caminhos percorridos por esses irmãos, antes de dizer que Deus permitiu a alimentação carnívora,antes de dizer que senão os matarmos, morreremos,isso soa quase como dizer que Deus também permitiu os crimes aos quais assistimos chocados, quando somos nós que nos desviamos de Seu caminho.

Isso se chama Alienação, uma coisa que se faz por fazer, sem questionar os motivos, algo que aprendemos desde o berço, uma ilusão que se torna natural, que se torna real e da qual não queremos nos separar, mesmo quando descobrimos que não passa de uma falácia. Nós somos indiferentes aos animais porque aprendemos isso com nossos pais, com nossos amigos, na escola e passamos a achar natural. Muitos ficam bravos quando alguém tenta despertá-los, faz parte do seu livre arbítrio mudar ou não, mas insistimos: ou repensamos nossas atitudes ou nada nesse inicio de Século , absolutamente nada, vai mudar o pensamento das novas gerações.

Você ainda acredita que os animais nascem bifes?

Simone Nardi

[1] Judeu-polonês, que passou a maior parte da infância em Varsóvia, escritor, filho e neto de rabinos hassídicos.

Egroup Clara Luz - OS ANIMAIS TÊM ALMA!
http://br.groups.yahoo.com/group/clara_luz/





Simone Nardi

 

 


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sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Protetores de Animais - Carta enviada à José Carlos De Lucca

Imagem: Filhote abandonado
Este email foi enviado ao sr. José Carlos De Lucca, após ele ter se referido , num programa de rádio, sobre os protetores de animais.Infelizmente não houve resposta nem por email nem via rádio.
A ouvindo que ele diz ter ouvido questionar De Lucca foi minha mãe em 2009.
Segue abaixo a carta do amigo César.



Email:
Há alguns dias ouvi uma ouvinte questionar ao senhor de Lucca sobre ter , de certa forma, não abandonado, mas escolhido, trabalhar com animais ao invés de com pessoas; devo dizer que a principio achei a resposta do querido interlocutor bem agradável, ao posicionar a ouvinte sobre os benefícios de cuidar dos animais, só queria colocar uma observação que faltou ao caro amigo de Lucca, bem como falta a grande massa espírita quando o assunto se dirige aos animais.
A escolha entre humanos e animais se dá por Vocação, ou seja, há no mundo um vasto campo de trabalho,  não são apenas os humanos que devem ser auxiliados, pois a vida não se resume a eles, mas a tudo aquilo que nos cerca, que nos faz coexistir com outras espécies e transforma tudo isso num Planeta chamado Terra.
Ao discorrer sobre a opção da ouvinte, de Lucca fez uma observação que a maioria espírita só o faz quando se trata de Auxilio aos animais e não o contrário:
“Continue ajudando os animais, mas não se esqueça de que muitas pessoas necessitam de auxilio.”
Sim é verdade, e por que então, diante dessa preocupação e do respeito pela vocação da ouvinte, não dizer aos demais que acreditam que somente as pessoas mereçam auxílio, não se propor de agora adiante, dizer também:
“Ajude as crianças, os velhos, os pedintes, mas não se esqueçam de auxiliar também os animais, esses nossos irmãos menores.”
Se a obrigação  da ouvinte além de ajudar os animais é também olhar as pessoas, é igualmente obrigação de quem olha as pessoas, auxiliar os animais.Ou não????
Jamais ouvi esse “puxão de orelha” na Rádio em relação a amolecer o coração espírita em relação aos animais, mas em contrapartida, esse “puxão” ocorre toda vez que alguém se preocupa com animais.
A pessoa que se ocupa somente de pessoas, é altamente respeitada. A pessoa que se ocupa somente de animais é olhada com receio.
Por quê? Não somos todos filhos de Deus?
Alias, vale lembrar que depois que apareceu o programa Nossos Irmãos Animais, nunca se vendeu tanto livro e tanta revista que falasse de bicho, ou seja, o mesmo dinheiro que o humano consegue, os animais conseguem em dobro, para isso não há puxão de orelha.
A propósito , os livros e revistas que são vendidos em nome dos animais se revertem para quem, qual entidade protetora de animais recebe o lucro integral , ou ao menos uma bonificação pelas obras, ou elas são revertidas apenas para pessoas?
O modo mais fácil e simples de auxiliar um animal é não comê-lo, no entanto, a maioria dos espíritas usa a questão 723 do LE como muleta para essa fraqueza e para esse assassinato animal. Como é possível, cuidar de uma criança, com as mãos manchadas de sangue com a morte de um animal? Como  alimentar um pedinte e passar por um cão abandonado e ignorá-lo?
Se você der casa e comida para um animal ele fica feliz, já um ser humano a fonte de “pedição” é inesgotável, a cada dia ele quer mais e mais, e sabemos que muitos se atiram as drogas ou a bebidas por vontade própria(livre arbítrio), enquanto que aos animais não resta qualquer escolha, porque são atirados na rua pela escolha humana, são abatidos nos frigoríficos, por escolha humana, são eletrocutados, por escolha humana. Diante disso, não é melhor aos espíritas que revejam esse conceito de que ao protetor de animais é imposto, de certa forma, que auxilie tanto animais quanto pessoas,enquanto que, aquele que auxilia somente humanos, ignore “Totalmente”, por opção própria o sofrimento animal? Não devemos, como espíritas que sabemos que “Fora da Caridade não há salvação”, combater o mal em qualquer fase da existência, seja ela animal ou hominal?
Sim, quem cuida de bicho deve realmente cuidar de gente, e quem cuida somente de gente, tem também a obrigação moral é ética de cuidar de bicho , porque tudo nesse mundo esta entrelaçado, escolher uma só  opção, é ir contra a caridade, então meu amigo de Lucca, ao falar aos protetores que não se esqueçam das pessoas que ainda sofrem, lembre-se sempre de dizer aquelas que cuidam somente de pessoas, que os animais também sofrem e vamos juntos modificar esse planeta, pois do contrario, ainda passaremos a eternidade alegando que a Terra é apenas um planeta de expiação e provas, e assim será  eternamente, enquanto nos preocuparmos apenas com nós mesmos.
Grande abraço    Cesar




 Não podemos mais nos calar....



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segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

A Cultura da Frieza e da Indiferença: Um Grito pela Liberdade


Do ponto de vista moral, há uma cultura de frieza e total indiferença enraizada nas pessoas no que se refere aos animais, todas parecem totalmente incapazes de delegar um pouco de atenção quando o assunto gira em torno da alimentação, dos maus tratos e da desconsideração ética para com eles. Essa barreira que levantam,sabemos, é de autoproteção, é uma cultura de medo e uma frieza de incapacidade moral e ética no que tange a coragem de modificar suas atitudes. 

Sabemos que dia após dia os animais são torturados, explorados e mortos, por pessoas incapazes de rejeitar essa antiga cultura de indiferença, sabemos que a grande maioria das religiões também é incapaz de se posicionar com coragem diante desse assunto, mantendo-se na imparcialidade e no obscuro reduto do silêncio que ajuda a propagar a dor e a morte, talvez acreditando que seu silêncio irá calar os gemidos de dor dos animais. Já é do conhecimento de todos que a sociedade, desde seu início, estabeleceu padrões de comportamento na teoria,na prática, na ética e na moral falaciosa de que os animais foram criados para servidão.

“Nos achamos bons, nos achamos caridosos diante desse teatro de mentiras da qual nos servimos socialmente, porque sabemos que não temos coragem de encarar de frente, a senciência animal. Somos covardes diante de mudanças, relutantes diante de verdades, imorais diante dos animais. Não notamos que estamos cada vez mais frios e indiferentes, não notamos que nada no mundo importa além de que sobrevivamos, não notamos que essa nossa indiferença nos fere tal qual ferimos os animais.”

Chega a ser impressionante a indisposição moral e ética da grande maioria das pessoas em reconhecer que os animais também possuem direito a vida. São capazes de amar um cão quando filhote e abandoná-lo depois de velho. São capazes de chorar ao assistir um filme onde o protagonista é um porquinho ou uma galinha, mas não percebem que são os mesmos animais que eles matam e devoram com grande indiferença, como se fossem os animais reais, seres totalmente diferentes daqueles do cinema.

Porque tanta omissão diante de tanta crueldade? Como explicar esse amor insano e assassino pelos animais?

Loucura. Insanidade. Frieza. Indiferença.

Seja na religião que deveria pregar o Bem, nos bancos acadêmicos que deveriam pregar a Ética ou mesmo nas ruas, essa insanidade ecoa nas mentes desligadas da vida, da moral e do verdadeiro respeito, e as pessoas parecem nem se dar conta disso.

A ausência de sentimento é a causa da indiferença, a ausência do amor é a causa da dor.
A verdade é que a frieza e a indiferença da sociedade é algo realmente assustador e deplorável, onde as pessoas se enganam acreditando que estão realmente vivendo, acreditando que realmente amam os animais. O que podemos esperar de uma sociedade cega, fria e indiferente? O que podemos esperar de pessoas adormecidas no tempo e que mentem para si mesmas? Acreditar que irão aceitar facilmente a verdade dos Direitos Animais? Não, muitas ainda são incapazes disso e, infelizmente, ainda serão durante um longo tempo. Esmorecer? Isso jamais. É preciso que continuemos falando, que continuemos lutando, não apenas no campo teórico, mas na pratica cotidiana que nos coloca frente a frente com essa indiferença. É preciso que exercitemos a nossa teoria colocando em prática tudo aquilo no qual acreditamos a fim de despertá-las desse profundo sono social no qual se encontram, para que um dia todo esse tormento pela qual os animais passam, seja apenas uma triste marca do passado remoto de uma sociedade que vivia na escuridão.

É preciso romper essa barreira da invisibilidade animal, eles existem, eles sofrem, eles possuem direitos, não é mais possível vivermos aprisionados a um mundo intelectual que se omite diante da verdade, esse é um papel essencial a todos, principalmente da Filosofia, libertar corpos e mentes que estão inertes frente a tanto sofrimento. É dever da Filosofia vencer seus próprios medos e mostrar ao Mundo a realidade e os problemas nos quais estamos todos imersos, não podendo ficar igualmente fria e indiferente diante da realidade que cerca os animais, como mera reprodutora de idéias antigas e que não se adéquam mais aos dias de hoje; o sofrimento animal nos exorta a quebrarmos esses antigos grilhões intelectuais rumo a Libertação Animal, não existe outro caminho.

Só podemos lutar para que nossas palavras sejam as luzes que iluminarão e aquecerão esses frios corações que ainda hoje renegam aos animais um direito Divino, o direito da Vida. 




Simone Nardi


Fonte: Feal


Redação do blog Irmão  Animais- Consciência Humana






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terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Direitos animais em Grandes Temas do Conhecimento - Filosofia

Mais uma vez temos a oportunidade de chegar ao grande público através de uma revista de grande circulação como a revista de Filosofia da Editora Mythos, dessa vez abordando o tema : O Mito da Caverna e os Direitos Animais, uma abordagem filosófica sobre o direito de viver desses nossos irmãos em evolução.


A Revista pode ser encontrada nas Bancas ou adquirida pelo site da editora.





Redação do blog Irmão  Animais- Consciência Humana

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Animais e a espiritualidade na Revista Sexto Sentido



 Muitos questionam o termo utilizado por Francisco de Assis "Irmão Menor Animal", a Revista Sexto Sentido da Editora Mythos nos deu a oportunidade de esclarecer o termo "menor" e e assim finalizar todas as dúvidas em relação a esse modo humilde e amoroso com que Francisco de Assis se dirigia a  esses nossos irmãos menores.
A revista ainda pode ser encontrada nas bancas, ou pode ser adquirida diretamente pelo site da Editora Mythos, a quem agradecemos a oportunidade do esclarecimento e da divulgação.




Redação do blog Irmão  Animais- Consciência Humana

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Água irradiada para os irmãos menores animais


          Ainda existe certa resistência quando se fala em passes para animais ou irradiação da água para estes irmãos, mas tudo é simples quando visto a luz da própria Doutrina. Porém a dúvida sempre persiste: Água fluidificada ou água irradiada? 

         A resposta também é simples : Para seres humanos água fluidificada, para animais água irradiada. Mas há diferença? Sim, e muita.Iniciemos com uma importante frase de Bezerra de Menezes, do livro Loucura e Obsessão -As Consultas-, quando ele coloca que : “A água, em face da constituição molecular, é elemento que absorve e conduz a bioenergia que lhe é ministrada”. 

         Ou seja, a fluidificação da água é aquela em que fluídos vitais necessários à cura do Espírito são colocados e agem como medicamentos no corpo astral, já que nos seres humanos, devido à lei de Causa e Efeito, a doença se inicia no Espírito e posteriormente surge no corpo físico. Nos animais o processo da doença não é o mesmo, ela se inicia no corpo físico , na maioria das vezes as doenças surgem mais por culpa, se podemos assim colocar, do tutor do que propriamente pela necessidade do tutelado,  pois que os animais não estão sujeitos a lei de Causa e Efeito, portanto é necessário que a água aja não no corpo espiritual e sim no corpo material que absorve o magnetismo negativo que muitas vezes provêm dos tutores, por isso a necessidade de se atentar a grande responsabilidade que os tutores têm por seus tutelados. 

Nos dois casos o processo de mudança ocorre através da prece e do auxílio dos benfeitores espirituais, tanto para irradiá-las quanto para fluidificá-las. Assim, diferentemente da água fluidificada onde os fluidos medicamentosos agem no Espírito a água irradiada é, em suas moléculas, acrescida de componentes magnéticos mais materiais, que irão criar uma condição diferente para a melhora da saúde física dos animais, já que, tal como ocorre no passe, muito embora a matéria destes irmãos assemelhe-se a nossa, a energia que a reveste bem como suas necessidades materiais e espirituais são diferentes das dos seres humanos, mas ambas possuem a mesma finalidade, a qual foi bem definida por André Luiz, quando se refere a cura : "[...] precioso esforço de medicação pode ser levado a efeito. Há lesões e deficiências no veículo espiritual a se estamparem no corpo físico, que somente a intervenção magnética consegue aliviar, até que os interessados se disponham à própria cura".

No caso dos animais, onde a doença  existe no corpo material, esses componentes da água irradiada irão criar uma aglutinação nas células desses irmãos, fortalecendo-as assim como a seus órgãos afetados,  possibilitando que o tratamento recebido pelos veterinários da Terra surtam um efeito mais positivo , pois a irradiação da água vem para unificar esses tratamentos e harmonizar o sistema nervoso central de nossos irmãos.

Ao contrário da água fluidificada, a qual sempre se pode adicionar mais água e o efeito será o mesmo, a adição de mais água, no caso da irradiada, não permitirá que o mesmo efeito ocorra, exatamente por se tratar mais da parte material que espiritual, assim, a adição de água acaba por enfraquecer, diminuindo a quantidade de componentes que iriam agir na matéria. 

             Uma questão que pode surgir ainda é: pode-se irradiar a água em casa ou em clínicas veterinárias para fortalecer assim o campo magnético do animal assistido? Sim, tal como é possível fluidificar a água durante o Evangelho no Lar, é possível também irradiar a água que será ministrada aos irmãos menores animais, basta para isso a utilização de um recurso simples, o recurso da prece e da comunhão de pensamentos com os irmãos zoófilos que irão transformar nosso magnetismo, tal como no passe, para a energia necessária a esses irmãos. A água é um recurso necessário tanto para os animais humanos, quanto para os animais não humanos, tal como diz Allan Kardec ao se referir à água em seu livro A Gênese : “[...] as mais insignificantes substâncias, como a água, por exemplo, podem adquirir qualidades poderosas e efetivas, sob a ação do fluido espiritual ou magnético, ao qual elas servem de veículo, ou, se quiserem, de reservatório.”

Sendo assim, a irradiação da água para os irmãos menores animais, bem como a fluidificação da água para os seres humanos, ou animais humanos, serve como veículo, ou ainda como coloca o próprio Kardec “como reservatório de poderosos componentes que irão agir no organismo de cada um”, transformando-se num poderoso recurso para as necessidades e desequilíbrios que causamos a nossos pequemos irmãos .


Referências


Allan Kardec- A Gênese
Divaldo Franco-  Loucura e Obsessão
André Luiz -Nos Domínios da Mediunidade







Este Artigo foi publicado na revista  Animais: Doutrina e espiritualidade da editora Mythos juntamente com mais dois artigos que tratavam sobre a Espiritualidade dos animais. 








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