Mostrando postagens com marcador Senhor. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Senhor. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

O Caderno de Deus

Pergaminho



Dizem que Deus já havia criado todo o Universo quando ele surgiu: O Caderno.

Haviam milhões de mundos, milhões de estrelas e trilhões, talvez até mais, de seres criados por Ele.Tudo agia ao Seu comando. A todos, Ele olhava com carinho e os acudia. Ouvia-lhes as preces e os pedidos. As dores e as lamúrias.Uns poucos Lhe agradeciam.

Mas eram muitos, e Deus continuava a criar cada dia mais, incessantemente e amorosamente. Foi quando um dos anjos, vendo-o tão atarefado, carinhosamente agradecido pela dedicação, soprou-lhe aos ouvidos:

— Senhor, por que não divide as tarefas entre nós? Nós que já galgamos das esferas mais baixas e hoje nos reunimos ao Teu lado, estamos prontos para Te ajudar.

— Mas nem todos vocês juntos, dariam conta de cuidar, auxiliar e proteger cada um dos meus filhos.

O anjo pensou e olhou para Deus que continuava a trabalhar incessantemente.

— Então Senhor, por que não divide essa tarefa entre todos os seres do Universo?

— Dividir as tarefas?

— Exatamente. Todos nós, seus filhos, auxiliaremos ao Senhor e a nossos irmãos que tanto pedem auxilio.

Verificaremos outros que, como nós, estejam dispostos a ajudar. Aqueles a quem Tuas palavras já tocaram e que sabemos, não se recusariam a estender a mão e o coração aquele irmão que lhe batesse a porta.

— Isso seria muito bom. Irmão auxiliando irmão. O amor se propagaria ainda mais rapidamente - concluiu Deus sorrindo para o anjo.-Mas como faremos isso?-perguntou Deus já ciente da resposta, afinal Ele era Deus, Pai onisciente e onipresente.

— Um caderno!

Deus olhou para o anjo e tornou a sorrir.

— Sim, claro.Um Caderno - começou Deus a falar- Nele eu poderia colocar o nome daqueles filhos dispostos a auxiliar e vocês, como seres alados, poderiam encaminhar até eles os meus filhos mais necessitados.

— E o Senhor teria mais tempo para criar...

— Perfeito! – respondeu Deus satisfeito pelo anjo se propor a ajudar. Tragam-me um caderno, vou começar a anotar agora mesmo os nomes daqueles para quem designarei as minhas tarefas.Aqueles com quem sei, poderei sempre contar.

E Deus começou a escrever nomes e endereços em seu Caderno de páginas infinitas e em pouco tempo, seus anjos, que recebiam de suas mãos os pedidos de ajuda, tratavam de encaminhar os necessitados, cada qual, para a casa indicada por Deus.

“Uma criança foi abandonada perto de uma lixeira” Falava-lhe o anjo.

Deus então corria o olho pelo enorme caderno e apontava para um nome.
“Leve Pedro, o alfaiate, até ela. Ele saberá o que fazer”.

Curiosamente o homem passava pela rua e ouvia o choro do bebê, seu coração bondoso a acolhia e a criança era resgatada para braços amorosos que lhe davam um novo lar.

“Filhote perdido nas ruas Senhor, os donos o abandonaram”.

Sim, Deus não se esquecia de nenhum de seus filhos.

“Acompanhe-o até a casa de Maria, deixe-o em frente ao portão, sei que ela não lhe negará abrigo”.

E Maria ao ver o filhote perdido, o enlaça e o cobre de carinho, tirando-o das ruas frias e perigosas, onde certamente acabaria morrendo.

E assim foi, e assim é, desde que Deus começou a usar seu Caderno.

Você já parou para se perguntar o “por que” das pessoas o procurarem? O “por que” dos animais que chegam a sua porta? O “por que” de você estar sempre no lugar certo na hora certa? Ou simplesmente rodeado de pessoas que querem ouvir uma palavra sua?

É porque, na certa, seu nome se encontra no Caderno de Deus. Por isso, da próxima vez que alguém bater a sua porta, não reclame. Agradeça. Pois Deus se lembrou de você e depositou em suas mãos, uma jóia, para Ele, muito preciosa.
O quê? Ninguém tem te procurado para nada? Nem um gatinho abandonado?

Meu amigo, é melhor começar a trabalhar logo e conquistar a confiança do Pai, há ainda muito trabalho a ser feito e melhor do que ser recebido por alguém numa hora de necessidade é ter sempre os braços abertos para receber aquele que necessita e nos foi confiado por Deus.

Vai lá, deixe que Deus também coloque seu nome no Caderno Dele.



Simone Nardi




Gostou deste Blog? 
Mande um recado pelo
Nos Ajude a divulgar 





©Copyright Blog Irmãos Animais-Consciência Humana - Simone Nardi -2017
 Todos os direitos reservados 
RESPEITE OS DIREITOS AUTORAIS - CÓPIA E REPRODUÇÃO  LIBERADAS DESDE QUE CITADA A FONTE - 2017

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Senhor faça-me vegetariano: mas não hoje...

Imagem: Vaquinha virando churrasco





O título deste artigo nos remete a frase de Santo Agostinho que em oração pedia a Deus: “Senhor, faça-me casto: mas não hoje”. Completava ele.

E porque nos referimos a esse tema, novamente.

Simplesmente porque ele ainda não se esgotou.

Já falamos aqui sobre as Casas Espíritas e o tratamento de animais, falamos sobre os tutores e queremos acentuar o que porventura não tenha ficado claro.

Sabemos que o tratamento espiritual é um fato e que deve estar aliado a uma coerência caridosa. Quando falamos em assistência espiritual de animais devemos buscar, sobretudo no conceito “animais”, o seu verdadeiro significado e com isso a direção que os trabalhos, com estes irmãos devem seguir.

O trabalho de assistência envolve os tutores e seus tutelados -animais- desde a recepção, posteriormente as palestras de instrução,os passes, a irradiação das águas, o atendimento caso a caso e o auxilio aos tutores. Tudo isso, como já dissemos em um estudo do Blog, deve envolver muito estudo dos trabalhadores a respeito dos animais, não apenas da parte espiritual, mas também sobre sua vida material.

Não somos mais inocentes de ficarmos parados acreditando que cada um tem o seu momento, o seu tempo para a mudança, principalmente se o trabalhador estiver envolvido com a assistência espiritual de animais já passou; por isso é necessário o verdadeiro envolvimento, o verdadeiro amor e muita, muita responsabilidade para não cair em descrédito com tutores e consigo mesmo. Nossa consciência pode se tornar nosso pior inimigo, sobretudo quando deixamos o conceito “animais” atrelado apenas a cães e gatos, ignorando aqueles que afetam nosso “paladar”.

Então deixemos de orar como Agostinho, pedindo a Deus que nos faça vegetarianos, porém não hoje, para nos tornamos realmente coerentes com nossa realidade.

Pense bem, reflita e depois nos diga:

Isso acontece com você? Acontece na Casa onde você trabalha?

Estou pronto para trabalhar com animais?Com todos os animais?

Estou pronto para vê-los como vidas em evolução e não como alimento? 

Me tornarei vegetariano por amor ou por vergonha de cair no descrédito dos demais?

Sei amar realmente os animais?

Esperemos que sim.

Deus faça-nos vegetarianos, sim , agora.



Simone Nardi




Gostou deste artigo?
Mande um recado pelo
FALE CONOSCO 
Nos Ajude a divulgar 
Twitter 
Facebook 
Enviar por email






©Copyright Blog Irmãos Animais-Consciência Humana - Simone Nardi -2015
 Todos os direitos reservados 

RESPEITE OS DIREITOS AUTORAIS - CÓPIA E REPRODUÇÃO  LIBERADAS DESDE QUE CITADA A FONTE - 2015





terça-feira, 11 de novembro de 2014

Animais, Nossos Irmãos - (Estudo) Parte 4

"A proteção aos animais faz parte da moral e da cultura dos povos" Victor Hugo


 

Mediunidade Animal

Muitos questionam sobre a mediunidade nos animais e na verdade surge, nesse caso, uma particularidade pequena entre homens e animais: O intelecto mais evoluído que proporciona a comunicação por palavras - sendo que não podemos esquecer que inúmeros pesquisadores já demonstraram que muitas espécies de animais são capazes de um raciocínio lógico na resolução de problemas-. Não vetando, contudo, a possibilidade dos animais verem espíritos, embora não atuem como médiuns tal como os humanos. Muitos irmãos insistem em dizer que os animais, considerados inferiores, só enxergam espíritos inferiores, mas será isso verdade?
1- Era hábito do velho senhor sentar-se em sua cadeira e tirar os sapatos. Seu fiel companheiro, um cachorro, seguia para o quarto e lhe trazia os chinelos. Anos se passaram e o velho senhor desencarnou. Certa feita, quando a família estava reunida na sala, notou que o cão modificara o temperamento, correu para o quarto todo feliz e voltou trazendo os chinelos de seu querido dono, colocando-os como de costume, perto da cadeira. 2- Numa casa dita “ Mal assombrada”, onde uma senhora de preto sempre aparecia, conta-se que certa vez viram o cão correr em direção a escada , abanando o rabo, todo festeiro como sempre o fazem quando desejam agrado, mas no mesmo instante, correu para debaixo do sofá, assustado com o que provavelmente vira.

Esses e outros casos podem ser encontrados nos diversos livros já citados anteriormente, todos com base em estudos rigorosos, demonstrando a capacidade que os cães possuem de enxergar tanto espíritos bons quanto aqueles que desconhecem o bem. Como o tempo é curto, e a leitura na net é muitas vezes cansativa, resolvemos apenas pincelar o assunto.

Aguça-se também a curiosidade sobre a existência de animais em outros mundos. Há anos ouvi um companheiro espírita dizer que os animais nunca chegariam a ser homens, que evoluiriam dentro de raças e mais raças e mais raças e que, pasmem, haveriam mundos onde os animais poderiam “conversar com seus donos”, mas seus espíritos nunca iriam evoluir até a condição hominal, anulando a conhecida frase “Do átomo ao Arcanjo”.

Nisso surge uma dúvida. Conversar significa articular palavras, pensar no que se vai dizer, não seria então uma condição, vamos dizer, humana? Talvez seja o orgulho tolo dos homens que tentam guardar as “coisas boas” apenas para si mesmos. Só pela resposta que nos deu o amigo, já descobrimos que os animais renascem igualmente em outros planetas, caso contrário seria impossível sua evolução.

Quanto à mediunidade nos animais, já o dissemos antes, os animais não são médiuns que consigam transmitir ideias de espíritos desencarnados, mas podem enxergar espíritos e não creiam nas palavras daqueles que dizem que eles apenas podem ver espíritos inferiores, isto está longe de ser verdade absoluta, eles possuem percepções psíquicas condizentes com sua evolução, portanto veem aquilo que queira se apresentar diante deles, superior ou inferior. Afirmamos novamente, porém, que eles não são médiuns como os seres humanos (mediar a relação entre os dois mundos por meio da fala ou da escrita) porque ainda falta-lhes o intelecto mais evoluído para isso - em outro capítulo trataremos especificamente da inteligência animal-, mas que em nada isso os desmereça, a ponto de afligirmos seus corpos como fazemos diariamente.
Eutanásia animal , abandono, matadouros

Esses são alguns assuntos que envolvem a crueldade do homem para com os animais. Há muito tempo atrás lendo um artigo de Emmanuel, ele falava que jamais, em circunstância alguma, deveríamos praticar a eutanásia contra um animal, a dor, o sofrimento ou o abandono por parte do dono, era prova de evolução para ele, o que não significa que deva acontecer, pois Jesus mesmo já dizia;” O escândalo há de vir, mas ai daquele por quem o escândalo vier”, ou seja, se os animais tiverem que sofrer, que não seja pelas mãos dos seres humanos. A ocorrência de atos brutais contra os animais, nada mais significa do que um desvio de caráter. Há casos e casos, mas se possível evitá-la, melhor, dizia o espírito. É certo que usamos a palavra sacrifício para nos livrarmos daquele peso da doença animal, daquele peso da velhice animal, sem nos incomodarmos muito se ele irá sofrer mais ou menos, desde que nosso sofrimento seja aliviado. Essa eutanásia consentida, tira do animal a chance de evolução a qual se destinava nessa reencarnação, e um dos maiores motivos para que ela continue tirando vidas é a irresponsabilidade humana.

Mas o que leva o ser humano, esse ser inteligente e repleto de razão, a abandonar um animal? Falta de conhecimento sobre o amor, isso é certo, não há outra explicação. Orgulho, pois não aceita ele a lei de que esse mundo pertence igualmente aos animais, demonstrando a grande irresponsabilidade dele para com a Criação Divina.

Mesmo na Bíblia nós assistimos pasmos, os sacrifícios de animais a deus, sim a deus com “d” minúsculo, porque um pai jamais aceitaria que um filho seu fosse sacrificado. Abel e Caim se transformaram em inimigos após deus pedir-lhes uma oferenda. Caim ofereceu-lhe um ramalhete de flores colhidas no campo. Abel matou um cordeiro e ofereceu a esse deus. Pensemos juntos amigo leitor, seria mesmo esse um pedido “Divino”? Matar, quando Sua lei é Não Matar? Deus iria então contrariar suas próprias leis? Matar um animal para que deus fique feliz não é o que devemos chamar de oferenda a divindade, pois qualquer deus que se felicite com a morte de um inocente, não deve ser deus.

Mas, talvez dessa falsa crença, é que o homem tenha cada vez mais maltratado os animais, achando nisso um consentimento divino, o que apesar de ser inaceitável em nosso Século, ainda ocorre em algumas religiões. E o nosso querido leitor muitas vezes se revolta contra isso dizendo que Deus não exige sacrifícios, e coloca-se então contra aqueles que insistem em matar os animais em ritos religiosos, esquece ele, porém, que o mesmo acontece nos abatedouros e nos laboratórios de pesquisas científicas, os quais muitas vezes, ele mesmo defende:

"Ao morrer, os animais sentem a maldade que os atinge, provocando-lhes tanta dor; seu pavor e desespero impregnam na carne as toxinas e liberam a sua volta, fluidos espirituais deletérios, os desencarnados infelizes que ali estão , absorvem tal matéria astral; os encarnados tem registrado em seus espíritos como débito, a violência que infligiram aos animais." (trecho do livro- Animais nossos irmãos).

Temos que compreender que não podem existir dois pesos e duas medidas, não somos deuses que devam escolher qual animal será amado, qual animal será abatido, sacrificado ou mutilado. No entanto, a cada dia, esse nosso hábito alimentar leva a morte milhares de animais, ano após ano, século após século, e insistimos em dizer que a carne é necessária, mesmo sabendo do sofrimento e das toxinas lançadas sobre ela no momento do abate, mesmo sabendo dos grupos vampíricos e dos obsessores que rondam esses locais de assassinatos. Insistimos, persistimos, fechamos os olhos para tanta dor.

…”insistimos ainda sobre o prejuízo do alimento carnívoro. Todos devem encarar essas tarefas sem se valerem da alimentação de carne de qualquer espécie, porque os seus fluidos, impregnados no organismo, são completamente contrários à ação dos fluidos dispensados nas correntes eletromagnéticas, onde as pessoas sentadas à volta de uma mesa se dão as mãos para praticar um tratamento à distância em prol de uma criatura que sofre. Há de estar-se bem preparado, além de moralmente, também fisicamente, porque o fluido ectoplásmico gerado pela carne é bastante pesado, e na medida em que a pessoa dele portadora recebe o fluido mais leve a circular pela corrente, ela sente um choque e passa mal. Pessoas desmaiam, vomitam, porque, repetimos, não estão de fato preparadas para o trabalho. A carne leva um fluido pesadíssimo, emanando um fluido ectoplásmico, como insistimos em repetir, que atrapalha bastante as pessoas. Observe-se uma pessoa que come a carne e ver-se-á como ela tem mais sono, mais vontade de repousar, enquanto o vegetariano consegue ficar por mais tempo acordado, sem sentir o peso do estômago”.( Desdobramento- Eurípedes Barsanulfo)

Claro que nesse pequeno trecho, embora se tenha o sentido de que a carne faça mal para os médiuns, é necessário lembrarmos que os animais sofrem desde o nascimento até o momento do abate, e que se desejamos praticar a caridade, não devemos pensar em nós mesmos o tempo todo, mas sim no sofrimento pelo qual “ELES” passam, isso sim seria altruísmo, abandonar a carne em nosso benefício nada mais seria do que egoísmo, abandonar a alimentação carnívora por eles, é desprendimento, e é isso que a Doutrina Espírita nos ensina.

A vida não nos deixará outra escolha entre altruísmo e egoísmo, um dia, cedo ou tarde será necessário mudar para prosseguir na evolução.

Não custa nada amar os animais. Não custa nada mudarmos nossos hábitos em relação a eles, pois se pregamos o amor, devemos agir com amor, pois se nos interessa saber sobre sua alma, também nos interessa saber como vivem e como morrem. Nossa evolução já nos permite conhecer a dor pela qual os forçamos a passar, é incoerente antes de conhecermos um abatedouro, dizermos que não há maldade em se comer um bifinho. Após presenciarmos um abate, com toda certeza, jamais conseguiremos repetir tal frase. Está em nossas mãos essa mudança, não é preciso que visitemos um abatedouro ou um laboratório de pesquisa, sabemos que como nós, eles podem sofrer, sabemos que estão numa fase evolutiva pela qual já passamos, então diante disso, a compaixão nos obriga a cuidarmos deles com amor.

Referências Bibliográficas LEADBEDER, C.W. - Tudo que vive é teu próximo KREISLER, Kristin Von - A compaixão dos Animais MAIA, João Nunes Maia - Miramez - Iniciação a viagem astral e Francisco de Assis BARSANULFO, Eurípedes - Desdobramento

 Simone Nardi


- Na próxima parte trataremos sobre a senciência animal, até lá.






Simone Nardi





Simone Nardi – criadora deste blog e do antigo Consciência Humana, colunista do site Espírita da Feal (Fundação Espírita André Luiz) ; é fundadora do Grupo de Discussão  Espírita Clara Luz que discute a alma dos animais e o respeito a eles.Graduada em Filosofia e Pós-graduada em Filosofia Contemporânea e História pela UMESP.






Gostou deste artigo?
Mande um recado pelo
FALE CONOSCO 
Nos Ajude a divulgar 
Twitter 
Facebook 
Enviar por email




©Copyright Blog Irmãos Animais-Consciência Humana - Simone Nardi -2014
 Todos os direitos reservados 
RESPEITE OS DIREITOS AUTORAIS - CÓPIA E REPRODUÇÃO  LIBERADAS DESDE QUE CITADA A FONTE - 2014

segunda-feira, 3 de outubro de 2005

O que há em cada um de nós

Eu seguia para o trabalho naquele dia, estava frio e eu estava com pressa.Nervosa por ter de deixar o carro na rua por problemas na empresa onde presto serviço. Aquele dia, porém, não seria igual aos outros. Não, algo no ar me chamou a atenção.

Eu estacionei e encontrei uma amiga. Estava frio e ela me convidou a tomar um café, num barzinho ao lado da empresa.Acompanhei-a e enquanto ela pedia o café, saí para ver um senhor que havia me chamado a atenção logo que havíamos entrado no bar.