sexta-feira, 6 de janeiro de 2006

Ano Novo, vida nova! Será?

Ano novo e surgem as velhas promessas: Vou emagrecer, vou viajar, vou isso, vou aquilo, se lembrarmos bem, foram essas as mesmas promessas que fizemos no ano que passou.

Por que nos é tão difícil evoluir?

Por que nos é tão difícil aprender a amar?

Só há uma resposta para isso tudo:Porque mentimos para nós mesmos.Sim, mentimos o tempo todo, o ano todo, durante muitas encarnações.

Se pudéssemos nós lembrar do que dissemos antes de reencarnarmos aqui, com certeza ficaríamos envergonhados de nós mesmos, pois com certeza, fizemos igualmente inúmeras promessas e cumprimos bem poucas, assim como nas inúmeras viradas de ano.

Dissemos que viveríamos em paz com aquela certa pessoa que numa outra encarnação, nos prejudicou, ou nós a ela. E, ao contrário do que prometemos, vivemos as rusgas com aquele que deveria ser, nosso ideal de paz.

Prometemos também amar ao próximo. Ah mas é tão difícil, Deus não ajuda, toda vez que quero ajudar alguém, chove! Também prometemos aquilo lembra? Não? Aquela promessinha que fizemos baixinho, dizendo que iríamos melhorar, que iríamos cultivar a paz, a caridade, o altruísmo, a benevolência, que seriamos puros e brandos de coração....

Pois é, não deu. Em alguma parte do caminho nós esquecemos essas promessas, do mesmo modo como esquecemos as mais simples, as mais fáceis, aquelas que nem sequer nos trazem algum benefício.

O Ano Novo muitas vezes significa uma nova oportunidade para repensarmos o que fizemos e o que deixamos de fazer. É como uma nova oportunidade de vida, como uma nova reencarnação, onde devemos progredir e onde muitas vezes, estacionamos.

Não vamos mais estacionar. Não vamos mais mentir para nós mesmos.Vamos lutar, vamos melhorar. 

Não vamos mais fazer promessas, vamos ter atitudes: vamos ser Amor, vamos ser Perdão, vamos ser Caridade.

Vamos nesse ano, compreender o motivo de nossas vidas: não viemos para emagrecer, para sermos bonitos, elegantes, viemos para servir, para auxiliar, viemos para amar, nossa beleza será consequência de tudo que fizermos.

Encaremos esse novo ano, como uma nova reencarnação, onde lá atrás prometemos tanta coisa e bem pouco fizemos, então vamos fazer dessa vez. 

Aos poucos, mas sem estacionar.

Tiremos do fundo do coração, pois as promessas ficam guardadas lá, tudo o que desejamos para nós nessa nova vida e vamos a cada dia, a cada semana, a cada mês de 2006, sendo aquilo que gostaríamos de ser, para que quando se encerre nossa vida na Terra, tenhamos cumprido grande parte das promessas que fizemos, para aqui reencarnar.

Quero calma, quero poder pensar antes de falar,ouvir ao invés de discutir, amar ao invés de odiar.

Quero ser a paz, não a tormenta, quero ser a cura que o medo afugenta.

Quero ser o abrigo, o repouso, o ombro amigo Quero secar as lágrimas, não derrubá-las, quero ser a força que a pequenez, apara.

Quero ser alegria intempestiva, para que nem o pior mau humor, ao meu lado resista.

Quero ter amigos, quero ver seus risos, dividir com eles o que em mim há de bom, mesmo quando me sinta em desafinado tom.

Quero ter virtudes, que me façam viver cercada de pessoas, quero para mim, novas atitudes.

Mas, se de tudo isso, quase nada puder ter

Quero ter amigos para quem eu possa ler

Uma mensagem que seja de esperança

A mesma que agora, meu coração alcança.

Para que em minha vida, o amor consiga fazer enfim

A Suprema mudança.


Simone Nardi




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sexta-feira, 16 de dezembro de 2005

Jesus ou Noel

O Natal é sempre tempo de renovação dos antigos votos que trazemos dentro do coração:

Amor! Trabalho! Caridade!

E nesse ano, num desses programas de TV, ouvi uma pergunta que me deixou curiosa:

“Por que os homens trocaram o Presépio pelo Papai Noel?”

O interrogado alegou ser culpa do marketing mundial, da globalização que acabou por afastar as pessoas do verdadeiro sentido do Natal. 

segunda-feira, 3 de outubro de 2005

O que há em cada um de nós

Eu seguia para o trabalho naquele dia, estava frio e eu estava com pressa.Nervosa por ter de deixar o carro na rua por problemas na empresa onde presto serviço. Aquele dia, porém, não seria igual aos outros. Não, algo no ar me chamou a atenção.

Eu estacionei e encontrei uma amiga. Estava frio e ela me convidou a tomar um café, num barzinho ao lado da empresa.Acompanhei-a e enquanto ela pedia o café, saí para ver um senhor que havia me chamado a atenção logo que havíamos entrado no bar. 

segunda-feira, 5 de setembro de 2005

Trabalhadores da Vinha

Muitas vezes ouvimos pessoas que perguntam a si mesmas: "O que estou fazendo aqui?", "Qual o propósito da Vida?”.

Com certeza muitas dessas pessoas ainda não se encontraram e nem encontraram na religião que frequentam, guarida para seus sentimentos. Há muitos que acham terem encontrado as respostas e mesmo assim, buscando o trabalho mais confortável, estacionam no ato da caridade. Optam por um trabalho, às vezes na Casa Espírita e ali permanecem por anos a fio. Muitas vezes vão por ir, contudo, sem espalhar aquele antigo amor que os fez iniciar a jornada. 

Foi quando meu querido mentor me disse o que estávamos fazendo aqui e qual o motivo de nossa vinda, coisas tão simples que às vezes esquecemos completamente: 

"É chegada a hora dos trabalhadores seguirem para a Vinha".

segunda-feira, 15 de agosto de 2005

Os animais merecem mesmo o céu

Nesses últimos dias a mídia tem trazido aos olhos do público em geral, uma avalanche de notícias sobre os maus tratos aos animais.

Não me recordo bem qual foi a primeira delas, mas em cada uma sempre havia uma vítima e um algoz. As vítimas eram sempre os animais e os algozes, quem diria, os homens, os seres racionais. 


segunda-feira, 4 de julho de 2005

Fracasso

Às vezes, prestando atenção em mim e nas pessoas que estão ao meu redor, eu fico pensando: O que é o fracasso?

No dicionário encontramos inúmeras descrições sobre essa palavra que assusta tanta gente, que corrói corações e tira o sono de algumas pessoas. Mas você já parou para pensar o que realmente essa palavra significa? 



sexta-feira, 27 de maio de 2005

Quando a ficção cruza a linha da realidade - Parte II: O Amor

Patch Adams: O amor é contagioso

Ouvi um grupo espírita cantar uma vez : O Amor está no ar. E está mesmo, já que Deus está no ar e seu amor está também contido nele. E, mais uma vez, vamos encontrar pequenos recados que Deus nos envia através das mãos de hábeis diretores de cinema, espalhando seu amor, na forma de ideias, para alguns filmes.

Amar uns aos outros. 

Que mandamento difícil de seguir, principalmente quando o próximo é nosso inimigo. É quando o caldo entorna e descobrimos que não amamos como deveríamos. 

Em “Amor Além da Vida”, o personagem vai aos abismos mais sombrios buscar a esposa que ele tanto amava, mesmo correndo risco de não poder mais sair daquele lugar. “Patch Adams, O amor é contagioso” nem precisa de explicação. O valoroso médico distribui amor em forma de riso.

terça-feira, 24 de maio de 2005

Quando a ficção cruza a linha da realidade - Parte I - A Obsessão

  Adoro cinema, adoro filmes e vez ou outra ouço alguém dizer que esse ou aquele filme é perda de tempo. Sou da geração mais antiga e fiquei na fila, perdendo meu tempo, como assim disse um colega, para conseguir comprar uma entrada para Star Wars. Eu sei, você deve ter torcido o nariz nesse exato momento, mas eu na fila exercitava uma coisa que não tenho. Paciência. Trabalhava ainda que pouco minha reforma íntima. Viu como um cineminha também ajuda a nos reformarmos!

Lá dentro, aguardando o inicio do filme , eu ouvia aquela frase sobre perda de tempo, afinal para alguns, os filmes não ensinavam nada. 

Seria mesmo verdade?