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quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Animais: Por que estão aqui? Qual a importância de nossa relação com eles? (Estudo)

Imagem: Filhote de SRD, Nina


Por que estão aqui? Qual a importância de nossa relação com eles? Por que é fundamental para nós entendê-los?


Assim como todos nós, os espíritos que hoje animam os corpos dos animais estão aqui para evoluir e chegar, como citou Caibar Schutel, a Perfeição. Temos que compreender que os espíritos não são animais, eles estão sob a forma do reino animal, assim como nós, nosso espírito não é humano, ele vive sob a forma humana, a forma propícia a sobreviver no globo terrestre.O que somos? Já o dissemos, somos centelhas divinas rumo a perfeição.  

Costumo dizer que a Terra é como Uma grande escola, que se inicia no primário e se eleva até a faculdade. Existem inúmeras classes, desde a daqueles que iniciam seus primeiros passos nesta grande escola, até aqueles que galgam a faculdade. Nós podemos aprender com as “crianças” como sermos sinceros, inocentes e até instintivos. E podemos lhes ensinar, pois já fizemos esse mesmo caminho e adquirimos valores morais é éticos, valores estes que se iniciaram nestas fases anteriores. 

Eu não diria que eles (os animais) estão literalmente aqui para nos auxiliar, o que deveria ocorrer e nem sempre ocorre, é uma troca e um resgate de valores entre nós e eles. Troca porque podemos lhes ensinar muito ampliando suas inteligências e um resgate porque nossa racionalidade parece apagar de nós os sentimos nobres que acumulamos quando estagiávamos nesta fase e que são realmente, o amor incondicional, a integridade e a sinceridade.

Ainda acredito que dizer que estão aqui para  nos auxiliar abre um enorme precedente para que as pessoas façam crueldades com eles, pois sabemos que erros interpretativos tornam as pessoas mais cruéis com os animais, basta lermos a Gênese bíblica quando ela nos narra o inicio da Criação. A grande maioria das religiões compreendeu que quando deus disse ao homem para dominar as aves do céus, os peixes no mar e os animais na terra, Deus quis dizer “matar” a todos sem lamentar.Grave erro de interpretação. O próprio Livros dos Espíritos, ao colocar os animais como seres inferiores, abriu precedentes  para que muitos espíritas acreditem que possuem a liberdade para que a carne desses irmãos seja consumida livremente, quando na verdade o maior deve servir ao menor.

Sabiamente Goethe nos coloca que Servir é que é prática dos “superiores” e não dos inferiores ao dizer que Deus é grande servidor do homem.

Ser inferior aqui é apenas uma colocação didática de como a evolução ocorrer nos reinos, não significa que os animais não possuam consciência, inteligência nem tampouco senciência.Por que ele não falam a nossa língua, não temos direito de subjugá-los. Porque não reclamam como nós, porque não os compreendemos, nada disso nos fornece motivo para abusar de seus corpos, quem garante que eles não sofrem, não pensam, não são conscientes quando a ciência prova o contrario?

César Ades tem uma visão que poderia explicar esse sentimento nos animais : A segunda consciência, o dar-se conta do dar-se conta, que seria isso?

A primeira consciência seria o fato dos animais, já com tais valores, interagirem com o mundo que os cerca, seria o dar-se conta do entorno, dos seres, de tudo. A segunda consciência seria o fato de saberem o motivo pelo qual estão aqui, o dar-se conta do dar-se conta. É certo que alguns animais não planejam o futuro,(nem todos) deste modo poderíamos entender que também não compreenderiam o motivo de suas doenças, a falsidade do homem que acaricia com o cutelo escondido as costas e em que isso implicaria em sua sobrevivência.

Eles suspeitariam dessa atitude humana (falsa) porque não compreendem a situação ainda, não se questionam porque para eles o fato de estarem doentes ou serem amigos de quem vai lhes tomar a vida, é ainda algo estranho.Eles ainda não se dão conta do porque estão ali e o pior, sofrendo em nossas mãos.

Qual a importância de nossa relação com eles?


A importância de nossa relação com eles, essa interação serviria para a harmoniosa evolução de todos, com mais rapidez , com mais qualidade, pois sendo seus tutores(protetores mais velhos), deveríamos saber guiá-los no caminho do bem e não do mal, como geralmente fazemos.

Por que é fundamental para nós entendê-los?


Porque eles estagiam hoje onde já estagiamos um dia. São , poderíamos colocar de um modo bem simplista, o nosso passado, entendê-los seria resgatar a nós mesmos e a nossos valores morais e éticos em relação ao Planeta.


Simone Nardi



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quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Animais não são "coisas"

Foto: Husky Siberiano




     Cada vez mais, o amor e o respeito pelos animais tem se tornado tema de livros, reportagens de TV e filmes. No âmbito espírita, também é crescente a preocupação em destacar que é chegado o tempo em que devemos modificar nossa maneira de agir em relação aos nossos irmãos ditos  "irracionais". André Luiz, em sua obra “Missionários da Luz”, traz-nos, de maneira esclarecedora, que virá o dia em que os estábulos serão considerados sagrados, assim como nosso Lar. Ele quis dizer, com sua afirmação, que virá o dia em que compreenderemos a real dimensão dos que nos estão abaixo na escala evolutiva e respeitaremos, como de fato, merecem, esses nossos companheiros de jornada que, ao longo da história, tanto tem nos ajudado nesta grande caminhada rumo à evolução. 



     Ao analisarmos a presença dos animais em nossas vidas, podemos notar que essas criaturinhas de Deus nos dão lições de amor, fidelidade, solidariedade e muitos outros sentimentos, que até bem pouco tempo não eram tão evidentes para os seres humanos, por não reconhecerem que ali, naquele corpo rudimentar, existe um ser senciente, dotado de alma. 

Para que esse conceito fique claro, é importante explicar que a senciência é definida como a presença de estados mentais que acompanhem as sensações físicas. Ela é um atributo fundamental para todos os animais, por estes estarem separados de sua fonte de alimentos e, portanto, só existe neles. Por isso é considerada uma característica típica e definidora dos indivíduos do reino animal. É um conceito que combina os termos “sensibilidade” e “consciência”. Diz-se de organismos vivos que não apenas apresentam reações orgânicas ou físico-químicas aos processos que afetam o seu corpo (sensibilidade), mas, além dessas reações, possuem um acompanhamento no sentido em que essas reações são percebidas como estados mentais positivos ou negativos. É, portanto, um indício de que existe um “Eu” que vivencia e experimenta as sensações. É o que diferencia INDIVÍDUOS VIVOS de meras COISAS VIVAS. (Ver verbete senciência em: http://www.sentiens.net/top/PA_GLOSSARIO_top.html).

"Quanto maior o grau de autoconsciência, maior é a percepção que o animal tem do tempo e, portanto, maior o dano que se causa a ele ao tirar-lhe a vida – pois, desse modo, ele não perde apenas a vida, mas todos os planos que tem para o futuro.".

     A senciência é uma característica que está presente apenas em seres do reino animal. O sinal exterior mais amplamente reconhecido de senciência é a dor e, dessa forma, esse conceito – ou sua ideia – tem sido usado, há tempos, como fundamento para a defesa da proteção dos animais contra o sofrimento, ou para a atribuição de direitos morais a estes. Por exemplo, Gerem Bentas, no século XIX, já dizia que o que deveria ser considerado no debate sobre o dever de compaixão dos seres humanos perante animais não era se estes eram dotados de razão ou linguagem, mas se eram capazes de sofrer. No entanto, é bastante controverso, mesmo entre ativistas e estudiosos dos direitos animais, quais animais podem ser considerados sencientes. A senciência é amplamente reconhecida em todos os animais vertebrados – portadores de sistema nervoso central -, o que inclui quase todos os animais usados comumente pelo ser humano em suas atividades. Essa definição, porém, enfatiza apenas um critério para a existência de senciência: a manifestação (a nós, perceptível) da dor.

Existem, porém, outros sinais exteriores que evidenciam que outras espécies de animais experimentam o mundo de forma individual, como a existência de órgãos sensoriais que indicam uma necessidade de interpretar imagens, sons ou odores captados a partir dos respectivos sentidos. Esse conceito abrange não apenas animais vertebrados, mas também animais invertebrados, como insetos, moluscos e aracnídeos. Portanto, corresponde a todos os animais que são tradicionalmente usados pelo ser humano. Por essa definição, apenas esponjas seriam animais não-sencientes.

     Pode-se ainda usar o conceito como uma forma de definir todos os seres do reino animal: é também provável que o conceito de senciência esteja vinculado à própria condição de ser um animal – seres que se separam de sua fonte de provimento ao nascer e precisam buscar o alimento por movimento próprio. (Ver verbete Senciência em: http://www.sentiens.net/top/PA_GLOSSARIO_top.html).

     Desse modo, as correntes mais abrangentes do movimento pelos direitos animais defendem que, pelo princípio da senciência, se reconheça direitos morais a todas as espécies de animais, sem distinção, e se conceda o benefício da dúvida àquelas espécies cujo conhecimento da sua biologia não permita uma conclusão definitiva sobre a presença de senciência.

     Não se deve confundir senciência com autoconsciência, que é o conceito que define a consciência que o Eu tem de ser um indivíduo pensante, separado dos demais seres. Esse conceito de origem kantiana é enfatizado principalmente por Peter Singer, que o emprega para estabelecer um critério hierárquico entre os seres sencientes cujos interesses entrem em conflito. 

Para Singer, quanto maior o grau de autoconsciência, maior é a percepção que o animal tem do tempo e, portanto, maior o dano que se causa a ele ao tirar-lhe a vida – pois, desse modo, ele não perde apenas a vida, mas todos os planos que tem para o futuro. A autoconsciência geralmente é “constatada” pelo teste do reconhecimento no espelho. Tal teste, porém, tem como referência aquele sentido que é, de modo geral, privilegiado pelos seres humanos, e como tal, negligencia o fato de que outros sentidos (como o olfato ou a audição) são mais importantes para determinadas espécies animais. Assim, ele é tido como um método especista e antropocêntrico de se auferir a autoconsciência de um animal. Sabe-se, por exemplo, que o cão não “passa” no teste do espelho e, no entanto, reconhece os indivíduos de sua espécie primordialmente através do olfato.

     Gary L. Fracione, por sua vez, usa o conceito de senciência como o critério fundamental e suficiente para garantir direitos morais aos animais não-humanos.

     Ante o exposto, conclui-se que os animais são merecedores de nosso respeito e nossa compaixão, não só por serem criaturas de Deus, mas por sentirem e amarem como nós. Já podemos encontrar na literatura espírita alguns autores que nos trazem bastante material para reflexão e esclarecimento. Existem também algumas casas espíritas que notaram a grande necessidade de auxiliar não só os animais enfermos, mas também seus tutores (“donos”). Isso porque eles, profundamente ligados aos seus amigos bichos, também necessitavam receber explicações sobre a espiritualidade dos animais. Esses esclarecimentos levaram mais confiança na Justiça Divina e conforto a seus corações. 

     Nos textos que virão, trataremos de vários assuntos relativos aos animais, sugerindo livros, contando casos verídicos e muito mais!  Até a próxima. 


Fernanda Almada, 

.......uma das protetoras mais valentes que já conheci





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sexta-feira, 14 de junho de 2013

Almoço Beneficente

Coisa horrível receber convitinho de "Almoço Beneficente" onde o não beneficiado é o próprio almoço né? Pois é, recebi há pouco tempo um convite muito generoso para ajudar um lar que se colocava como Verdade e Luz, coisa simples, 20 “conto”, bebidas , sobremesas e alguns outros quitutes por fora dos “vintinho”. Associação essa que prega a palavra de Deus numa das poucas religiões que conheço que “falam” que os animais são nossos irmãos .
Recebi por email , abri o convite: fim de semana, primeira decepção, dupla sertaneja (eca, Viva a Kiss, a rádio Rock), mas é beneficente né, então vamos ajudar já que o segundo nome dos veg na boca dos carnívoros é “misantropos” ,e me dispus a ir lá.
Vejamos...corri os olhos no cardápio, de frente, letras garrafais estava escrito assim:
CONTRAFILÉ, FRANGO,LINGUIÇA TOSCANA =  NA GRELHA
Não sei “por quê” , mas me veio na mente as palavras Verdade, Luz,Irmãos.......
Contrafilé + Frango + Linguiça = Irmãos animais
Como  uma crença que professa a Verdade, que busca a luz e que acredita que os animais são também nossos irmãos, pode devorá-los na Grelha???  A resposta ta difícil? Talvez na próxima reencarnação a gente consiga responder por que por enquanto....
Só rindo mesmo.......





Redação do blog Irmãos Animais - Consciência Humana
S.N





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