sábado, 11 de janeiro de 2014

Leonardo Kurcis e os Animais

Sensibilidade Racional

Leonardo Kurcis

Há algum tempo temos postado no Blog os áudios de alguns programas da RBN onde os apresentadores falam contra a senciência animal, gostaríamos de indicar à eles e aos nossos leitores um dos programas onde se pode aprender muito sobre a relação seres humanos  x animais. Para que eles possam ter mais respeito por estes irmãos, ao contrário do que demonstraram em seus programas.


 

 

Leonardo Kurcis e o respeito a vida


Vale também ouvir "Emocione-se com os animais".


Leonardo Kurcis - Programa Autodescobrimento




Conheça o Site

http://www.leonardokurcis.com.br/



Leonardo Kurcis:

 Economista, administrador e estudioso de assuntos ligados ao  desenvolvimento humano, tanto nas organizações como nos aspectos de interesse do próprio crescimento pessoal.

 Possui formação na área de Programação Neurolinguística, com certificados de Practitioner e Master Practitioner em PNL pela Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguística.

 Realiza palestras e seminários , há mais de 30 anos, na área de desenvolvimento pessoal com base em  conhecimentos acadêmicos, ou tradicionais, em administração e economia, bem como em ensinamentos colhidos de filosofias espirituais como o Cristianismo, Teosofia, Antroposofia, Espiritualismo, Esoterismo, Espiritismo e outras.

 Atualmente dedica especial atenção à realização de cursos e seminários que incorporam a dimensão espiritual do ser humano, na família, sociedade e nas organizações de uma forma geral.

  Na Rádio Boa Nova - 1450 AM - apresenta os programas "Autodescobrimento", "Vida Empreendedora", Mensagem Flex Total, participa dos programas Jornal Nova Era e Ação 2000.




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sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Crueldades Impessoais

Adolfo Leirner mostra o modo perverso com que os seres humanos tratam os animais sem refletirem sobre seus atos.

 
Imagem: corpo de um leitão morto sobre um  prato



Por Antonio Simões




As fotografias expostas por Adolf Leirner em agosto passado na Galeria Fass, na mostra intitulada: “Crueldades Impessoais” na qual mostra o modo perverso de lidar com animais mortos, dialoga diretamente com o insólito e com o absurdo. Absurdo que é visto cotidianamente por todos nós, porém, não é enxergado, dado que os olhos de nossa consciência estão vedados; velados; cegados para a realidade tal qual se nos apresenta.

 


Imagem: 5 lhamas mortas dependuradas
Ele nos mostra a insanidade e a voracidade do homem em relação a outras espécies que servem de mero alimento, como se fizessem parte de uma cadeia alimentar natural, com isso, satisfazendo o hábito des-natural de consumir, ou melhor, devorar outras espécies vivas.
Muito apropriado o nome da mostra “Crueldades Impessoais”. O próprio conceito de impessoalidade afasta daquele que comete qualquer ato insano, a culpa; o ônus moral; o incômodo provocado pela consciência (ou o resquício desta), enfim, toda e qualquer responsabilidade, conivência ou cumplicidade com a barbárie de assassinar, esquartejar, devorar, torturar outros seres viventes. Interessante como o ser (h)umano encontra sempre uma forma de “enfeitar” estes termos fortes, tais como trocar morte por “abate” ,por exemplo, para amenizar o impacto de nos associar à estes fatos, ou seja, às imagens tão bem enquadradas por este fotografo sensível que aprendeu antes de tudo a olhar a realidade como se deve. 


Imagem: cabeça de um camelo pendurada em um gancho

Leirner apresenta dentre as fotos insólitas de animais mortos, um destaque mais insólito ainda: a imagem de “dentaduras expostas numa vitrine marroquina. Como diz o colunista Antonio Gonçalves, “Destituídas de função, elas lembram que esses dentes foram feitos para criaturas vorazes, que estraçalham outros animais com violência insana ...”


Imagem:16 dentaduras expostas


Infelizmente não caímos em si apenas por observar todas estas “insanidades" (h)umanas. Dessensibilizamos nosso coração. Cauterizamos nossa consciência e onde deveria haver um sinal de alerta toda vez que observamos crueldades, restou um coração insensibilizado, cauterizado pela hipermodernidade, onde a própria vida se transformou em artigo descartável ... inclusive, e principalmente, a nossa.




Somos perigosos .....

Imagem: bezerro estendido em mesa com pescoço cortado


 

 

 

 

 

 

Sobre o autor: Antonio Simões, Graduado em Filosofia e Especialista em História da Filosofia Contemporânea, professor da rede pública de SP.



 

Nota final


Imagem: patos mortos, dependurados em ganchos

A sutileza com que somos aliciados dia a dia, ideologicamente, homeopaticamente não deixa que percebamos isso . Somos feitos perigosos gota a gota e de repente estamos degolando pessoas, queimando-as, jogando bebes em lagos ,em caçambas de lixo, arrancando braços e jogando em  rios, degolando animais para amuletos fazendo chaveiros com mini tartarugas vivas como em alguns países, em nome de uma (h)umanidade que não mais existe.





 
Imagem:várias cabeças de porcos sobrepostas










 
Imagem: tartarugas mortas dentro de redes























Fotos: Estadão





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quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Passes em animais




O Passe é antes de tudo um ato de amor, segundo o Livro “Obsessão e Desobsessão” de Suely Caldas Schubert  o passe “ é uma doação ao paciente daquilo que o médium tem de melhor, enriquecido com os fluídos que seu guia espiritual traz [...] formando uma única vontade e expressando o mesmo sentimento de amor (SCHUBERT). É através do passe que o beneficiado recebe energias para que seu corpo perispiritual ao receber estas energias, consiga restaurar seu equilíbrio psíquico e assim, restaurar também seu equilíbrio orgânico, pois que o passe atinge o corpo físico, o duplo etérico, o perispírito e o Espírito, tal como salienta Luiz Carlos de Gurgel em seu livro “O passe Espírita”.


A aplicação do passe pode ocorrer  diretamente através de um Espírito desencarnado ou de um médium, sempre dentro de uma Casa Espírita; normalmente o passe ocorre com a cooperação de ambos , encarnados e desencarnados, por isso é de suma importância compreender a responsabilidade do médium passista e do assistido, pois como se trata de uma doação, o passista só poderá doar aquilo que possuir, para tanto é necessário que ele esteja bem psíquica e organicamente, facilitando assim o trabalho da espiritualidade.


No livro “Mecanismos da Mediunidade”, André Luiz coloca que “a mediunidade curativa se reveste da mais alta importância, desde que alicerçado nos sentimentos mais puros da mais pura fraternidade”. Para compreendermos isso é necessário compreendermos o mecanismo de atuação do passe, sobretudo nos animais. 


Imagem:Chakras no cão

Nos animais o passe ocorre através da irradiação das energias que irão agir no corpo físico; três Chakras principais são trabalhados para que fiquem sincronizados : O Chakra Base ou Raiz, o Chakra do Coração e o Chakra da Coroa.O passe irradiado, que é diferente do passe magnético aplicado nas pessoas, possui uma energia mais sutil, mas que, como nos seres humanos, também pode vir de um Espírito desencarnado ou das próprias energias dos médiuns, que serão retrabalhadas pela espiritualidade para que não afetem o perispírito do animal como no caso narrado no Livro dos Espíritos,  no Capítulo XXII sobre a Mediunidade dos Animais, onde o Sr. T.  teria matado um cão ao magnetizá-lo. A irradiação das energias dirigidas aos animais agindo no plano material, atuará como um tonificador das energias físicas dos animais, fortalecendo e auxiliando na melhor receptividade do tratamento realizado pelo veterinário que o atende, por isso não é nociva para o animal. Essa troca de energia ocorre com a atuação dos irmãos zoófilos que manipulam a energia magnética dos médiuns sutilizando-a para que ela possa atuar na matéria dos irmãos animais, pois que, como não possuem carma, os animais adoecem normalmente a partir de nossas perturbações, pois ao nos desequilibrarmos atingimos seus centros de força desequilibrando-os e com isso causando-lhes as mais diversas doenças da matéria, por isso o cuidado que se deve ter na hora da realização do passe irradiado nos animais.


Com esse trabalho advém uma grande responsabilidade e um estudo constante sobre estes nossos irmãos menores, pois tanto para humanos como para não humanos, o passe é uma das tarefas mais delicadas, assim como André Luiz nos coloca em seu livro “Missionários da Luz” : 


Sim - explicou o mentor amigo -, na execução da tarefa que lhes está subordinada, não basta a boa vontade, como acontece em outros setores de nossa atuação. Precisam revelar determina, das qualidades de ordem superior e certos conhecimentos especializados. O servidor do bem, mesmo desencarnado, não pode satisfazer em semelhante serviço, se ainda não conseguiu manter um padrão superior de elevação mental continua, condição indispensável à exteriorização das faculdades radiantes. O missionário do auxilio magnético, na Crosta ou aqui em nossa esfera, necessita ter grande domínio sobre si mesmo, espontâneo equilíbrio de sentimentos, acendrado amor aos semelhantes, alta compreensão da vida, fé vigorosa e profunda confiança no Poder Divino.(André Luiz)


Nenhum passista precisa  se tornar um Deus, mas necessita esforçar-se em sua Reforma Íntima, dentro de um grande aprendizado moral e intelectual.Porém, além do aprimoramento moral e intelectual André Luiz recomenda, ainda em “Missionários da Luz”, o cuidado com a alimentação:


O excesso de alimentação produz odores fétidos, através dos poros, bem como das saídas dos pulmões e do estômago, prejudicando as faculdades radiantes, porquanto provoca dejeções anormais e desarmonias de vulto no aparelho gastrintestinal, interessando a intimidade das células. O álcool e outras substâncias tóxicas operam distúrbios nos centros nervosos, modificando certas funções psíquicas e anulando os melhores esforços na transmissão de elementos regeneradores e salutares. (André Luiz)


Quer seja no trabalho com as pessoas, quer seja no trabalho  com os animais, o cuidado na alimentação é importante tanto para o médium quanto para o assistido, porém, nossa responsabilidade aumenta através do conhecimento que nos traz o trabalho com os irmãos menores. A recomendação mais comum fornecida pelas próprias Casas Espíritas é que todos, assistidos e médiuns, se limitem a uma alimentação sem carne vermelha ao menos no dia do trabalho, porém é necessário esclarecer dois pontos de suma importância e que normalmente são esquecidos.


O que é a Carne e de onde ela vem.


Imagem:Chakras cães e gatos
Normalmente a proibição da carne é feita porque alguns acreditam que ela contenha apenas propriedades tóxicas que de certa forma poderiam “envenenar” os fluídos dos médiuns, porém a carne é muito mais  que algo tão simples como se tem colocado. Tanto a carne que é chamada de carne vermelha quanto  carne considerada branca, provêm de corpos de irmãos animais que são mortos para que sejam transformados em alimento, o problema é que a diferença entre uma e outra baseia-se no pigmento conhecido como mioglobina, que existe no sangue e que dá à carne a cor vermelha. Os músculos dos animais geram energia para favorecer os movimentos através do uso do oxigênio e do açúcar existentes no sangue e todos os três ficam localizados nos músculos, por isso quanto mais músculo, mais mioglobina e quanto mais mioglobina mais vermelha será a cor da carne naquela região.


Os pigmentos da carne estão formados em sua maior parte por proteínas: a hemoglobina que é o pigmento sanguíneo e a mioglobina, pigmento muscular que constitui 80 a 90% do total. Pode-se encontrar na carne outros pigmentos como catalase e citocromo-enzimas, mas sua contribuição na cor é muito menor.[...] A quantidade de mioglobina varia com a espécie, sexo, idade, localização anatômica do músculo e atividade física, o que explica a grande variação de cor na carne. Bovinos e ovinos possuem uma quantidade maior de hemoglobina do que suínos, pescado e aves. As cores típicas da carne de algumas espécies são: bovino adulto: vermelho cereja brilhante ; eqüino: vermelho escuro ; ovino: vermelho pálido a vermelho ladrilho ; suíno: rosa acinzentado ;aves: branco cinza a vermelho pálido. (ROÇA)


Independente da espécie a qual pertença e a cor que sua carne terá após o abate , cada um desses animais citados acima fazem parte da Criação Divina, Princípios Inteligentes Universais, seres sencientes psíquica e fisicamente e portanto, nossos irmãos menores a quem devemos respeito e compaixão. Essa é uma verdade inexorável, por isso o tratamento espiritual de animais  trás a tona um novo conhecimento e uma nova responsabilidade: parar de comer carne não apenas porque ela faz mal aos fluídos magnéticos dos médiuns, mas porque ela é parte de nosso irmão menor ou seja, não devemos nos preocupar apenas com a qualidade dos fluidos que o médium irá emanar depois de uma alimentação, mas devemos também passar a nos preocupar com estes irmãos menores que caminham ao  nosso lado.  A transformação irá ocorrer quando aceitarmos que não existe privilégios no processo de Criação Divina, somos todos irmãos destinados ao aprimoramento moral e este aprimoramento moral depende única e exclusivamente da liberdade de escolha de cada um.


Somente pelo pensamento de irmandade já deveríamos nos abster da carne, porém sabemos que tudo obedece ao tempo e quem faz esse tempo é o livre arbítrio humano, com ele surge à liberdade de escolha entre comer ou não, mas é esta liberdade que também estabelece nosso desejo de evoluir ou não, dependendo de nosso orgulho e egoísmo.


Por isso a atenção redobrada dos médiuns diante da alimentação ser tão importante. Ao aplicar um passe no assistido estando ambos, e principalmente o médium, impregnado do magnetismo animal que foi obtido através da alimentação a base de carne, a  tarefa da espiritualidade será redobrada. Nestes casos os amigos espirituais e os irmãos responsáveis pelos animais e que rodeiam os médiuns, terão que anular as energias pesadas dos médiuns para aplicar diretamente os fluidos ou irradiações nos assistidos, para que estes não recebam a irradiação impregnada da vibração negativa dos irmãos animais que foram abatidos.


No caso dos animais o passe irradiado, que será direcionado à matéria, é ainda mais importante o cuidado alimentar, pois, como doar para um irmão menor tendo no corpo resquícios de outro irmão menor?


Muitos estudos indicam que os fluídos da carne permanecem por três dias no corpo , ou seja, mesmo abstendo-se da alimentação a base desses irmãos no dia dos trabalhos, o corpo do médium ainda assim estaria impregnado da vibração violenta que o animal sofrera durante o abate e grande parte do trabalho, tanto para humanos quanto para os animais, teria que ser realizado pelos amigos espirituais.


Sendo o passe uma transfusão de energias, é preciso que assumamos essa responsabilidade, não permitindo que os amigos espirituais façam todo o trabalho por nós, é preciso que tomemos consciência dessa grandiosa tarefa. Façamos então nossa parte, colocando aqui as necessidades de um bom médium passista e deixemos que de agora em diante, cada um se responsabilize pela própria escolha de aceitar ou não aquilo que está lhe sendo oferecido.





 Referências


GURGEL, Luiz Carlos de . O passe espírita.

KARDEC, Allan . Livro dos Médiuns

LUIZ, André. Missionários da Luz e Mecanismo da Mediunidade

ROÇA, Prof. Roberto de Oliveira – Propriedades da Carne: Disponível em: <http://pucrs.campus2.br/~thompson/Roca107.pdf>

SCHUBERT, Suely Caldas. Obsessão e Desobsessão



Simone Nardi




Simone Nardi









Simone Nardi – criadora deste blog e do antigo Consciência Humana, colunista do site Espírita da Feal (Fundação Espírita André Luiz) ; é fundadora do Grupo de Discussão  Espírita Clara Luz que discute a alma dos animais e o respeito a eles.Graduada em Filosofia eespecialista  em Filosofia Contemporânea e História pela UMESP.







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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Animais, Alma, Plano Espiritual


Amigos, 

Iniciamos mais um ramo de estudos neste ano que se inicia, e trazemos aqui palestras que já foram apresentadas em Slides e abaixo a descrição de cada slide para facilitar os estudos de cada um.

Esperamos com isso auxiliar a todos que nos escrevem em busca de mais informações sobre a espiritualidade dos animais.

  • 1. Simone Nardi-Animais Alma Plano Espiritual.
  • 2. OS ANIMAIS TÊM ALMA? O que é Alma? •Do Latim Anima: mente, consciência, aquilo que anima, que sopra vida, Princípio Inteligente Universal, Espírito Encarnado(material, espiritual). De onde vem Alma? •É uma centelha Divina, emanada de Deus
  • 3. ALMA?????? Para  Sócrates •Corpo como instrumento do Espírito.
  • 4. MAS O QUE É ESPÍRITO? Espírito • É a individualização do Princípio Inteligente Universal no plano espiritual, tal como nossos corpos são individualizações materiais no campo Físico.
  • 5. MAS OS ANIMAIS TÊM ALMA? Livro dos Espíritos •R. Q. 597 : Há nos animais um princípio independente da matéria e que sobrevive ao corpo.
  • 6. MAS OS ANIMAIS TÊM ALMA? Livro dos Espíritos 597-a) - Será esse princípio uma alma semelhante à do homem? R. “É também uma alma, se quiserdes, dependendo isto do sentido que se der a esta palavra. É, porém, inferior à do homem. Há entre a alma dos animais e a do homem distância equivalente à que medeia entre a alma do homem e Deus.”
  • 7. O que sabemos sobre a alma dos animais? 1) A alma é um espírito encarnado e traz em si todas as potencialidades morais e intelectuais. 2) Os animais trazem, em estado rudimentar e conforme seu nível de progresso evolutivo a inteligência fragmentada e traços -em estado latente- de moralidade .
  • 8. O que sabemos sobre a alma dos animais? 3) Reencarnam e que no Plano espiritual são tratados por irmãos Zoófilos até nova reencarnação. 4) Estão destinados a mesma Lei de Progresso que todos os seres humanos.
  • 9. Os animais têm alma? Sim, os animais possuem uma alma, um PI que sobrevive ao corpo..... Os animais alma, e daí?... têm
  • 10. Quais as implicações que esse conhecimento traz... Então, os animais tem alma, eles são nossos irmãos, eles reencarnam, existem irmãos dedicados à eles.....E daí???? O que realmente muda em nós em relação à eles?????
  • 11. O Conhecimento voltar para a vida tem que
  • 12. “Devemos afirmar a verdade mesmo quando contra nós mesmos...” (Alexandre - Missionários da Luz- Cap. 4-Vampirismo)
  • 13. Encarando a verdade... Sim, os animais possuem uma alma, um PI que sobrevive ao corpo..... Mas “Atrever-nos-íamos a declarar, porventura, que fomos bons para os seres que nos eram inferiores? Não lhes devastávamos a vida, personificando diabólicas figuras em seus caminhos?”
  • 14. Encarando a verdade... “Os seres inferiores e necessitados do Planeta não nos encaram como superiores generosos e inteligentes, mas como verdugos cruéis. Confiam na tempestade furiosa que perturba as forças da Natureza, mas fogem, desesperados, à aproximação do homem de qualquer condição, excetuando-se os animais domésticos que, por confiar em nossas palavras e atitudes, aceitam o cutelo no matadouro, quase sempre com lágrimas de aflição, incapazes de discernir com o ...
  • 15. Encarando a verdade... raciocínio embrionário onde começa a nossa perversidade e onde termina a nossa compreensão.Se não protegemos nem educamos aqueles que o Pai nos confiou, como germens frágeis de racionalidade nos pesados vasos do instinto; se abusarmos largamente de sua incapacidade de defesa e conservação,....
  • 16. Encarando a verdade... ...como exigir o amparo de superiores benevolentes e sábios, cujas instruções mais simples são para nós difíceis de suportar, pela nossa lastimável condição de infratores da lei de auxílios mútuos?
  • 17. Encarando a verdade... ...devemos acordar a própria consciência para a responsabilidade coletiva. A missão do superior é a de amparar o inferior e educá-lo.
  • 18. O que muda em nós em relação à eles o fato de sabermos o que hoje sabemos?? Transformação, mal estar ou Indiferença? Sim os animais têm alma.... E daí???






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sábado, 4 de janeiro de 2014

Saramago e os animais

  "Pudesse eu, e fecharia todos os zoológicos do mundo. Pudesse eu, e proibiria a utilização de animais nos espectáculos de circo. Não devo ser o único a pensar assim, mas arrisco o protesto, a indignação, a ira da maioria a quem encanta ver animais atrás de grades ou em espaços onde mal podem mover-se como lhes pede a sua natureza. Isto no que toca aos zoológicos.

Mais deprimentes do que esses parques, só os espectáculos de circo que conseguem a proeza de tornar ridículos os patéticos cães vestidos de saias, as focas a bater palmas com as barbatanas, os cavalos empenachados, os macacos de bicicleta, os leões saltando arcos, as mulas treinadas para perseguir figurantes vestidos de preto, os elefantes mal equilibrados em esferas de metal móveis. Que é divertido, as crianças adoram, dizem os pais, os quais, para completa educação dos seus rebentos, deveriam levá-los também às sessões de treino (ou de tortura?) suportadas até à agonia pelos pobres animais, vítimas inermes da crueldade humana. Os pais também dizem que as visitas ao zoológico são altamente instrutivas. Talvez o tivessem sido no passado, e ainda assim duvido, mas hoje, graças aos inúmeros documentários sobre a vida animal que as televisões passam a toda a hora, se é educação que se pretende, ela aí está à espera.

Perguntar-se-á a que propósito vem isto, e eu respondo já. No zoológico de Barcelona há uma elefanta solitária que está morrendo de pena e das enfermidades, principalmente infecções intestinais, que mais cedo ou mais tarde atacam os animais privados de liberdade. A pena que sofre, não é difícil imaginar, é consequência da recente morte de uma outra elefanta que com a Susi (este é o nome que puseram à triste abandonada) partilhava num mais do que reduzido espaço. O chão que ela pisa é de cimento, o pior para as sensíveis patas deste animais que talvez ainda tenham na memória a macieza do solo das savanas africanas. Eu sei que o mundo tem problemas mais graves que estar agora a preocupar-se com o bem-estar de uma elefanta, mas a boa reputação de que goza Barcelona comporta obrigações, e esta, ainda que possa parecer um exagero meu, é uma delas. Cuidar de Susi, dar-lhe um fim de vida mais digno que ver-se acantonada num espaço reduzidíssimo e ter de pisar esse chão do inferno que para ela é o cimento. (...)"



Fonte: Centro Vegetariano  








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quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Animais não são "coisas"

Foto: Husky Siberiano




     Cada vez mais, o amor e o respeito pelos animais tem se tornado tema de livros, reportagens de TV e filmes. No âmbito espírita, também é crescente a preocupação em destacar que é chegado o tempo em que devemos modificar nossa maneira de agir em relação aos nossos irmãos ditos  "irracionais". André Luiz, em sua obra “Missionários da Luz”, traz-nos, de maneira esclarecedora, que virá o dia em que os estábulos serão considerados sagrados, assim como nosso Lar. Ele quis dizer, com sua afirmação, que virá o dia em que compreenderemos a real dimensão dos que nos estão abaixo na escala evolutiva e respeitaremos, como de fato, merecem, esses nossos companheiros de jornada que, ao longo da história, tanto tem nos ajudado nesta grande caminhada rumo à evolução. 



     Ao analisarmos a presença dos animais em nossas vidas, podemos notar que essas criaturinhas de Deus nos dão lições de amor, fidelidade, solidariedade e muitos outros sentimentos, que até bem pouco tempo não eram tão evidentes para os seres humanos, por não reconhecerem que ali, naquele corpo rudimentar, existe um ser senciente, dotado de alma. 

Para que esse conceito fique claro, é importante explicar que a senciência é definida como a presença de estados mentais que acompanhem as sensações físicas. Ela é um atributo fundamental para todos os animais, por estes estarem separados de sua fonte de alimentos e, portanto, só existe neles. Por isso é considerada uma característica típica e definidora dos indivíduos do reino animal. É um conceito que combina os termos “sensibilidade” e “consciência”. Diz-se de organismos vivos que não apenas apresentam reações orgânicas ou físico-químicas aos processos que afetam o seu corpo (sensibilidade), mas, além dessas reações, possuem um acompanhamento no sentido em que essas reações são percebidas como estados mentais positivos ou negativos. É, portanto, um indício de que existe um “Eu” que vivencia e experimenta as sensações. É o que diferencia INDIVÍDUOS VIVOS de meras COISAS VIVAS. (Ver verbete senciência em: http://www.sentiens.net/top/PA_GLOSSARIO_top.html).

"Quanto maior o grau de autoconsciência, maior é a percepção que o animal tem do tempo e, portanto, maior o dano que se causa a ele ao tirar-lhe a vida – pois, desse modo, ele não perde apenas a vida, mas todos os planos que tem para o futuro.".

     A senciência é uma característica que está presente apenas em seres do reino animal. O sinal exterior mais amplamente reconhecido de senciência é a dor e, dessa forma, esse conceito – ou sua ideia – tem sido usado, há tempos, como fundamento para a defesa da proteção dos animais contra o sofrimento, ou para a atribuição de direitos morais a estes. Por exemplo, Gerem Bentas, no século XIX, já dizia que o que deveria ser considerado no debate sobre o dever de compaixão dos seres humanos perante animais não era se estes eram dotados de razão ou linguagem, mas se eram capazes de sofrer. No entanto, é bastante controverso, mesmo entre ativistas e estudiosos dos direitos animais, quais animais podem ser considerados sencientes. A senciência é amplamente reconhecida em todos os animais vertebrados – portadores de sistema nervoso central -, o que inclui quase todos os animais usados comumente pelo ser humano em suas atividades. Essa definição, porém, enfatiza apenas um critério para a existência de senciência: a manifestação (a nós, perceptível) da dor.

Existem, porém, outros sinais exteriores que evidenciam que outras espécies de animais experimentam o mundo de forma individual, como a existência de órgãos sensoriais que indicam uma necessidade de interpretar imagens, sons ou odores captados a partir dos respectivos sentidos. Esse conceito abrange não apenas animais vertebrados, mas também animais invertebrados, como insetos, moluscos e aracnídeos. Portanto, corresponde a todos os animais que são tradicionalmente usados pelo ser humano. Por essa definição, apenas esponjas seriam animais não-sencientes.

     Pode-se ainda usar o conceito como uma forma de definir todos os seres do reino animal: é também provável que o conceito de senciência esteja vinculado à própria condição de ser um animal – seres que se separam de sua fonte de provimento ao nascer e precisam buscar o alimento por movimento próprio. (Ver verbete Senciência em: http://www.sentiens.net/top/PA_GLOSSARIO_top.html).

     Desse modo, as correntes mais abrangentes do movimento pelos direitos animais defendem que, pelo princípio da senciência, se reconheça direitos morais a todas as espécies de animais, sem distinção, e se conceda o benefício da dúvida àquelas espécies cujo conhecimento da sua biologia não permita uma conclusão definitiva sobre a presença de senciência.

     Não se deve confundir senciência com autoconsciência, que é o conceito que define a consciência que o Eu tem de ser um indivíduo pensante, separado dos demais seres. Esse conceito de origem kantiana é enfatizado principalmente por Peter Singer, que o emprega para estabelecer um critério hierárquico entre os seres sencientes cujos interesses entrem em conflito. 

Para Singer, quanto maior o grau de autoconsciência, maior é a percepção que o animal tem do tempo e, portanto, maior o dano que se causa a ele ao tirar-lhe a vida – pois, desse modo, ele não perde apenas a vida, mas todos os planos que tem para o futuro. A autoconsciência geralmente é “constatada” pelo teste do reconhecimento no espelho. Tal teste, porém, tem como referência aquele sentido que é, de modo geral, privilegiado pelos seres humanos, e como tal, negligencia o fato de que outros sentidos (como o olfato ou a audição) são mais importantes para determinadas espécies animais. Assim, ele é tido como um método especista e antropocêntrico de se auferir a autoconsciência de um animal. Sabe-se, por exemplo, que o cão não “passa” no teste do espelho e, no entanto, reconhece os indivíduos de sua espécie primordialmente através do olfato.

     Gary L. Fracione, por sua vez, usa o conceito de senciência como o critério fundamental e suficiente para garantir direitos morais aos animais não-humanos.

     Ante o exposto, conclui-se que os animais são merecedores de nosso respeito e nossa compaixão, não só por serem criaturas de Deus, mas por sentirem e amarem como nós. Já podemos encontrar na literatura espírita alguns autores que nos trazem bastante material para reflexão e esclarecimento. Existem também algumas casas espíritas que notaram a grande necessidade de auxiliar não só os animais enfermos, mas também seus tutores (“donos”). Isso porque eles, profundamente ligados aos seus amigos bichos, também necessitavam receber explicações sobre a espiritualidade dos animais. Esses esclarecimentos levaram mais confiança na Justiça Divina e conforto a seus corações. 

     Nos textos que virão, trataremos de vários assuntos relativos aos animais, sugerindo livros, contando casos verídicos e muito mais!  Até a próxima. 


Fernanda Almada, 

.......uma das protetoras mais valentes que já conheci





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