quarta-feira, 6 de novembro de 2013

PROTEÇÃO ANIMAL, ECOLOGIA E ESPIRITISMO


Imagem: Homem Boi invertidos

Na qualidade de Protetora de Animais, Espírita e Vegana, sempre questiono o fato de Protetores Ambientais enfatizarem o discurso quanto à realidade dos animais em extinção e dos danos (às vezes irreversíveis) causados à Mãe Natureza com a poluição das águas e da atmosfera, enfim destruindo o próprio lar de todos nós chamado – Terra. Enquanto isso, porém, vão sendo extintos, nos matadouros, os animais considerados “não importantes para viver”. Assassinados de forma impiedosa e estarrecedora, abatidos e afogados no mar do próprio sangue animais puros, inocentes e doces são exterminados sem perdão para que humanos possam usufruir de fontes protéicas, plena e satisfatòriamente substituíveis por outras fontes quiçá mais nutritivas, saborosas e saudáveis.

Bebês de 4 patas são arrancados, aos berros, de suas mães enlouquecidas, para que não falte ao bicho-homem o precioso leite e a carne tenra do pequenino retalhado para consumo de humanos, solenemente indiferentes a este drama. Prática milenar, arbitrária e anti-cristã é esta, a de desconsiderarmos o direito de existência de seres mais fracos sob o descabido pretexto de mascaradas convicções nutricionais.O importante mandamento “não matarás”, certamente não os excluiu, quando decretado pelo Criador dos seres e das coisas. Particularmente, com referencia aos seguidores de nossa Amada Doutrina Espírita, meu DEUS, quantos equívocos! Entidades Beneficentes centenárias convocam para um rodízio de churrasco em benefício das criancinhas asiladas sob seu teto.

Na tribuna espírita, o palestrante emociona e leva às lágrimas os seus ouvintes com exortações à caridade, ao amor e à compaixão mas, logo após, locupleta-se em seu almoço caseiro com os despojos fumegantes e sangrentos de pedaços de seres que precisaríamos proteger, orientar e sobretudo amar, concorde estivéssemos com as convicções que nos caracterizam: criados à imagem e semelhança de nosso Pai para respeitar todas as vidas, todas!

Há bem poucos anos (cerca de 125), sob o beneplácito da legislação humana, submetíamos homens de pele negra ao martírio da escravidão, às mais abjetas condições de confinamento, tortura, selvageria e exploração do trabalho sob o pretexto de serem inferiores (!?). Bebês, único tesouro de suas mães escravas, eram arrancados violentamente de seus braços entre urros de lamentação e pranto, à vista de seus companheiros manietados, subjugados de horror e medo. Mulheres negras, jovens e bonitas eram violentadas por patrões sem escrúpulos porque consideradas propriedade, enquanto na casa Grande, o pároco benzia com água benta e sob o símbolo sagrado da Cruz, sua família tranquila e feliz.

Hoje escravizamos animais porque são animais. Achamos natural e lógico (porque sempre foi assim) a prática de desconsiderarmos a dor de um animal no matadouro, seu extremo pavor ante o cutelo e sua luta improfícua para salvar a própria vida, porque precisamos continuar o vício milenar de enterrar despojos na sepultura do próprio estomago, a despeito de existirem opções alimentares, nutritivas e saudáveis.

Principalmente nós, Espíritas Cristãos, já deveríamos ter despertado desta hipnose que nos remete aos primórdios da civilização, no tocante as primevas condições humanas, ou então, não discursássemos tão veementemente em favor da Vida, contra a Eutanásia, o Aborto e a Pena de Morte.

Um minuto de silencio para a necessária e urgente despoluição mental e posterior coerência de atitudes e propósitos, é imperioso, porque na dor somos todos iguais; e no medo e no amor, na sede, no frio e na fome – também! Mães dos animais sentem o mesmo carinho por seus filhos que nossas mães sentiram por nós, seus bebês. Roubamos o leite, o mel, a carne, a lã, as barbatanas, o marfim dos animais mas lá está, para ser vivido o “Não furtarás!” Esse território inviolável deveria ser sagrado, mais do que florestas, oceanos, lagos, rios e atmosfera – mas não o é. Seremos irracionais sempre que, sob qualquer pretexto, excluamos da vida seres que a ela tem direito – como nós. Seremos incoerentes quando enfatizamos a necessidade de sermos fraternos e bons, compactuando com o cutelo que nos propiciou as garfadas de restos que, um dia foram um ser, pleno de vida que lutou, até o fim, para respirar o mesmo ar, poluído ainda pelas misérias humanas, do Planeta Terra.

Mais difícil do que despoluir ambientes contaminados é higienizar mentes arraigadas aos hábitos arcaicos e prejudiciais. Desintoxicar estômagos empaturrados do que não deveria estar ali é mais trabalhoso do que apagar incêndios florestais ou descontaminar afluentes de rios. Enquanto o lixo estiver em nós, estará fora de nós também. A natureza é o reflexo do que temos sido ou não e, enquanto não soubermos administrar respeito e proteção à vida de todos, o caos em nós será o caos do planeta.

Muita Paz.



Sandra.                                   

A VIDA É VALOR ABSOLUTO...



Demais links/continuação



http://irmaosanimais-conscienciahumana.blogspot.com.br/2013/10/vegetarianismo-e-espiritismodiscussao.html








Cartas/Emails que foram enviados aos oradores
 

Vegetarianismo e Espiritismo:Carta sobre " A Carne": pt 1


Vegetarianismo e Espiritismo:Carta sobre " A Carne".pt 2


Protetores de Animais - Carta enviada à José Carlos De Lucca


Protetores de animais- Carta enviada à Rádio





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segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Seres humanos ou animais? Eis a questão.




Algumas vezes nos deparamos com textos, artigos e discursos que recriminam as pessoas que se preocupam com os animais não humanos. Grandes personalidades costumam, talvez sem conhecimento de campo, denegrir, rebaixar  ou desmerecer o trabalho destes outros irmãos que optaram por auxiliar os irmãos menores em sua jornada evolutiva. Por alguma intenção específica  como magoar, machucar e enfraquecer a luta, os chamam de misantropos, dentre outros termos costumeiramente utilizados.

O ser humano parece que ainda hoje continua com grande dificuldade para a aceitação do novo, para a aceitação das diferenças para o respeito em relação ao livre arbítrio que igualmente foi concedido ao outro.

Ao invés de se utilizarem do verbo para demonstrar a força desse movimento e utilizá-la como modelo para que outras pessoas se unam em seus ideais alicerçando e fortalecendo cada uma das lutas escolhidas, tentam usar dessa força para tentar demonstrar que é uma luta vã, de pessoas que não amam o próximo humano tal como amam os animais. Seria mesmo baseado no amor o discurso que aponta e tenta desagregar o ideal alheio somente porque este ou aquele não compactua com ele? Não seria melhor dizer: “olhem o que eles fazem, façamos como eles, nos unamos ainda mais nesse mesmo ideal de amor, de devoção e esperança no porvir de um mundo  melhor”. Mas o que fazem?

Acusam esses que se preocupam com os animais de não trabalhem com esse mesmo afinco em “Sua” causa, a causa humana que eles elegeram. E novamente devemos questionar: Mas não matar outros irmãos não é também parte de uma luta para salvar a humanidade, apenas combatida em um cenário diferente?

Que culpa possuem os que lutam pelos animais da força que eles próprios possuem no trabalho ao qual se dedicam? Devem eles carregar a culpa pela fraqueza  daqueles que em, elegendo outras lutas, não possuem a mesma determinação e propósito? Que culpa possuem por conseguir reunir milhares de pessoas em um só dia de manifestação quando todos aqueles que os recriminam, não saem as ruas ou quando saem não arrastam multidões?

Qual o respeito ao livre arbítrio teremos ao querer que todos lutem a “Nossa Luta” quando há tantos cenários de dor, de fome e marginalidade, quando há tantas vidas a serem salvas ?

Admitamos que somos fracos em nossa luta, mas jamais acusemos o outro pelo trabalho bem feito, pela força, pela garra que o move.Somente assim poderemos, cada um em sua escolha, ter forças para lutar por aquilo que  acreditamos.

Olhemos o trabalho do outro com respeito e não com inveja, os animais não são mais importantes que os seres ditos “humanos”, assim como os seres ditos “humanos” não são mais importantes que os animais, somos todos irmãos, somos todos filhos de Deus e cabe, aquele que se acredita superior, cuidar e acalentar aquele que ele julga seu inferior “ A missão do Superior é amparar o Inferior”, já diz André Luiz. Não há mais gente lutando na causa animal, só há menos gente disposta a lutar a mesma luta, quando éramos poucos, ainda ouvíamos a mesma sabatina e aqueles que não faziam nada, continuam a nada fazer.

Lutemos cada qual a nossa luta sem invejas e sem rancores, mas lutemos sempre guiados pelo ideal maior, o amor . Não  o amor da vaidade ferida, mas o amor da dádiva que Deus nos concedeu e que não valorizamos. Todas as lutas da vida são desafios ao amor, cabe a cada um de nós aprender a vencê-las.

Como nos disse Jesus: “uma só coisa vos é necessária: que vos ameis uns aos outros”. Aprendamos a amar para deixarmos de acusar.




Simone Nardi


Este texto foi escrito em reposta ao artigo de José Medrado, Bicho Gente, seu valor,
Mais uma vez, um orador que vem a público para criticar o movimento de proteção aos animais, e ficamos pensando: Quando eles vão entender que o medo deles não é pelo crescimento da proteção aos animais, mas pelo fato dela trazer consigo uma palavra que os apavora: vegetarianismo.  Todo ser vivo tem valor, todo ser vivo ,merece nosso respeito. Não é culpa do movimento de proteção aos animais o sofrimento, a fome, e a sede das pessoas, mas é culpa daqueles que se julgam melhores, daqueles que abatem animais para seus "bifinhos", daqueles que ignoram e desrespeitam, outros seres da Criação.





Demais links/continuação



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Cartas/Emails que foram enviados aos oradores

Vegetarianismo e Espiritismo:Carta sobre " A Carne": pt 1


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Protetores de Animais - Carta enviada à José Carlos De Lucca


Protetores de animais- Carta enviada à Rádio





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sábado, 2 de novembro de 2013

Protetores de animais- Carta enviada à Rádio


Imagem: Por do Sol
Esta carta, tal como as demais foi enviada a uma rádio espírita em 2008 , pois o locutor novamente se referiu aos protetores de animais com descaso. Novamente não obtivemos resposta da rádio nem do locutor.



Bom Dia, senhores
 
Domingo, ouvindo o programa dos senhores, ouvi uma coisa que me arrepiou o corpo, ainda mais sendo ecoado por uma Rádio Espirita que prega o amor e a Fraternidade. Lembrei-me logo do “Não julgueis para não serdes julgados , o que alguns dos companheiros dessa querida rádio as vezes se esquecem e extrapolam opiniões pessoais e impensadas.
Dizia o amigo Guerra, que uma entidade multimilionária como o Greenpeace, não se preocupava com o aborto(que ele tanto defendia e que acho justo), para se preocupar somente com bichos e o meio ambiente.
Ora companheiro Guerra, não deve contudo, ter refletido em suas palavras, pois sabemos desde cedo que é difícil se construir um castelo, mas é bem fácil para quem não participou da construção, apontar os erros.
Falhas todos nós temos, mas é inadmissível que numa rádio, num programa que deve pregar o amor, se julgue outros grupos que lutam por um ideal. Assim como a Rádio luta pelo ideal dela.
Deve ainda o amigo lembrar-se que tal grupo, que preocupa-se  como foi dito, ”Apenas com os bichos”, luta para a Preservação da vida na Terra, por sinal, onde ainda os senhores da rádio fazem morada.
Pois é, esse grupo de pessoas luta pelo ar que o senhor respira. Pela terra em que o senhor pisa, pelo mar que o senhor admira.
Ele luta para que não se esgote aquele peixe que o senhor come, pela água que o senhor bebe, pela árvore que lhe faz sombra. Ele luta para que o senhor possa levantar sua bandeira contra o aborto e fazer assim como eles, um movimento internacional que abrace o mundo.
Se ele lutasse apenas pelo aborto, milhares de crianças iriam nascer e com o tempo e a destruição do planeta não poderiam de qualquer modo sobreviver, diga-se de passagem o protocolo de Kyoto, o senhor deve ter percebido  as mudanças no clima da Terra. E isso afeta a todos, mas graças a Deus existem homens que decidiram lutar contra a poluição
Eles lutam pelo Meio Ambiente para que o senhor possa lutar contra o aborto, para que outras pessoas possam lutar contra a clonagem humana, para que outras pessoas possam lutar contra o uso de armas.
Todos, lutando junto , poderão conquistar a Paz para o Planeta, ao custo que, se ficarmos apontando o que não gostamos, ao invés de fazer o que gostamos, não estaremos construindo e sim destruindo.
Aprendemos na religião espírita a vibrar pelo bem e não pelo mal das pessoas.
Lute sim pelo aborto , senhor Guerra, é uma causa mais do que justa, mas não queira que o mundo inteiro lute ao seu lado pela mesma coisa quando há tanto desequilíbrio pelo mundo, pois Deus nos dá, a todos, uma capacidade e sentimentos diferentes que devem ser respeitados.
Respeite isso, por favor.
Só queria dizer que não sou ativista do Greenpeace, mas quem assiste o que eles fazem não pode deixar de admirá-los. Como o senhor, eu tenho meu ideal, e entre eles se encontra o aborto, mas jamais, nem que que toda a Radio  seja contra, eu vou deixar de lutar também pelo respeito aos animais e o nosso Meio Ambiente. Pois isso também foi feito pelas mãos de Deus.
Fique com Ele em seu coração.

SN 




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sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Protetores de Animais - Carta enviada à José Carlos De Lucca

Imagem: Filhote abandonado
Este email foi enviado ao sr. José Carlos De Lucca, após ele ter se referido , num programa de rádio, sobre os protetores de animais.Infelizmente não houve resposta nem por email nem via rádio.
A ouvindo que ele diz ter ouvido questionar De Lucca foi minha mãe em 2009.
Segue abaixo a carta do amigo César.



Email:
Há alguns dias ouvi uma ouvinte questionar ao senhor de Lucca sobre ter , de certa forma, não abandonado, mas escolhido, trabalhar com animais ao invés de com pessoas; devo dizer que a principio achei a resposta do querido interlocutor bem agradável, ao posicionar a ouvinte sobre os benefícios de cuidar dos animais, só queria colocar uma observação que faltou ao caro amigo de Lucca, bem como falta a grande massa espírita quando o assunto se dirige aos animais.
A escolha entre humanos e animais se dá por Vocação, ou seja, há no mundo um vasto campo de trabalho,  não são apenas os humanos que devem ser auxiliados, pois a vida não se resume a eles, mas a tudo aquilo que nos cerca, que nos faz coexistir com outras espécies e transforma tudo isso num Planeta chamado Terra.
Ao discorrer sobre a opção da ouvinte, de Lucca fez uma observação que a maioria espírita só o faz quando se trata de Auxilio aos animais e não o contrário:
“Continue ajudando os animais, mas não se esqueça de que muitas pessoas necessitam de auxilio.”
Sim é verdade, e por que então, diante dessa preocupação e do respeito pela vocação da ouvinte, não dizer aos demais que acreditam que somente as pessoas mereçam auxílio, não se propor de agora adiante, dizer também:
“Ajude as crianças, os velhos, os pedintes, mas não se esqueçam de auxiliar também os animais, esses nossos irmãos menores.”
Se a obrigação  da ouvinte além de ajudar os animais é também olhar as pessoas, é igualmente obrigação de quem olha as pessoas, auxiliar os animais.Ou não????
Jamais ouvi esse “puxão de orelha” na Rádio em relação a amolecer o coração espírita em relação aos animais, mas em contrapartida, esse “puxão” ocorre toda vez que alguém se preocupa com animais.
A pessoa que se ocupa somente de pessoas, é altamente respeitada. A pessoa que se ocupa somente de animais é olhada com receio.
Por quê? Não somos todos filhos de Deus?
Alias, vale lembrar que depois que apareceu o programa Nossos Irmãos Animais, nunca se vendeu tanto livro e tanta revista que falasse de bicho, ou seja, o mesmo dinheiro que o humano consegue, os animais conseguem em dobro, para isso não há puxão de orelha.
A propósito , os livros e revistas que são vendidos em nome dos animais se revertem para quem, qual entidade protetora de animais recebe o lucro integral , ou ao menos uma bonificação pelas obras, ou elas são revertidas apenas para pessoas?
O modo mais fácil e simples de auxiliar um animal é não comê-lo, no entanto, a maioria dos espíritas usa a questão 723 do LE como muleta para essa fraqueza e para esse assassinato animal. Como é possível, cuidar de uma criança, com as mãos manchadas de sangue com a morte de um animal? Como  alimentar um pedinte e passar por um cão abandonado e ignorá-lo?
Se você der casa e comida para um animal ele fica feliz, já um ser humano a fonte de “pedição” é inesgotável, a cada dia ele quer mais e mais, e sabemos que muitos se atiram as drogas ou a bebidas por vontade própria(livre arbítrio), enquanto que aos animais não resta qualquer escolha, porque são atirados na rua pela escolha humana, são abatidos nos frigoríficos, por escolha humana, são eletrocutados, por escolha humana. Diante disso, não é melhor aos espíritas que revejam esse conceito de que ao protetor de animais é imposto, de certa forma, que auxilie tanto animais quanto pessoas,enquanto que, aquele que auxilia somente humanos, ignore “Totalmente”, por opção própria o sofrimento animal? Não devemos, como espíritas que sabemos que “Fora da Caridade não há salvação”, combater o mal em qualquer fase da existência, seja ela animal ou hominal?
Sim, quem cuida de bicho deve realmente cuidar de gente, e quem cuida somente de gente, tem também a obrigação moral é ética de cuidar de bicho , porque tudo nesse mundo esta entrelaçado, escolher uma só  opção, é ir contra a caridade, então meu amigo de Lucca, ao falar aos protetores que não se esqueçam das pessoas que ainda sofrem, lembre-se sempre de dizer aquelas que cuidam somente de pessoas, que os animais também sofrem e vamos juntos modificar esse planeta, pois do contrario, ainda passaremos a eternidade alegando que a Terra é apenas um planeta de expiação e provas, e assim será  eternamente, enquanto nos preocuparmos apenas com nós mesmos.
Grande abraço    Cesar




 Não podemos mais nos calar....



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