quinta-feira, 25 de abril de 2013

Alimentação Animal

Desde que o Homem começou a pensar, existiu nele várias formas de desejo, entre elas: desejo de vingar-se, de ajudar, etc. tudo fluindo através do pensamento. Basta que pensemos em uma pessoa e já se está levando nisso o Espírito, e junto, o calor da vibração, da energia magnética, para o lado bom, ou para o lado do mal.


Um fluido maligno pode expandir-se e levar uma criatura à dor, ou a enfermidade, ao passo que, os bons fluidos a auxiliarão ou curarão.


Quando unimos nosso pensamento ao Pai, ou nos ligamos a Jesus numa conversa em oração, estamos movimentando as ondas positivas, embalando nosso Espírito beneficamente no auxílio do bem, modificando as vibrações negativas próprias e de irmãos que queremos socorrer.


Num trabalho espiritual, onde médiuns trazem consigo os ensinos de Kardec, entrosamento fraterno, praticando a doutrina cristã, com eles estarão os bons Espíritos, a auxiliarem e ampararem a fim de que seja desenvolvida uma tarefa sadia. Entretanto, temos ainda que preocupar-nos com a nossa saúde, cuidando da higiene, repouso, alimentação, etc. para que tenhamos um estado físico-mental bastante harmonioso e equilibrado.


No livro Desdobramento, pelos Espíritos: Eurípedes Barsanulfo,Ismael Alonso, Miguel de Alcântara, encontramos informações sobre o prejuízo da alimentação carnívora. Eis o que nos informam os Espíritos:


..."Insistimos ainda sobre o prejuízo do alimento carnívoro. Todos devem encarar essas tarefas sem se valerem da alimentação de carne de qualquer espécie, porque os seus fluidos, impregnados no organismo, são completamente contrários à ação dos fluidos dispensados nas correntes eletromagnéticas, onde as pessoas sentadas à volta de uma mesa se dão as mãos para praticar um tratamento à distância em prol de uma criatura que sofre. Há de estar-se bem preparado, além de moralmente, também fisicamente, porque o fluido ectoplásmico gerado pela carne é bastante pesado, e na medida em que a pessoa dele portadora recebe o fluido mais leve a circular pela corrente, ela sente um choque e passa mal. Pessoas desmaiam, vomitam, porque, repetimos, não estão de fato preparadas para o trabalho. A carne leva um fluido pesadíssimo, emanando um fluido ectoplásmico, como insistimos em repetir, que atrapalha bastante as pessoas. Observe-se uma pessoa que come a carne e ver-se-á como ela tem mais sono, mais vontade de repousar, enquanto o vegetariano consegue ficar por mais tempo acordado, sem sentir o peso do estômago".


Continuando com os estudos sobre a alimentação carnívora, encontramos no Boletim de Sinais, no 3, de julho/1999 , a revelação feita por Rudolf Steiner em "Crônica do Alaska": ... O sangue revela os hábitos alimentares de uma pessoa. Examinemos o processo físico que ocorre sob influência da alimentação carnívora: os glóbulos vermelhos tornam-se mais pesados, mais escuros, e o sangue apresenta uma tendência maior para coagular. Formam-se com mais facilidade incrustações de fosfatos e outros sais. Sob uma alimentação predominantemente vegetariana, a velocidade de sedimentação dos glóbulos vermelhos é bem menor. É possível ao ser humano não deixar que seu sangue chegue a uma cor tão escura; justamente por isso, ele se torna então muito mais capaz de alcançar a partir do controle de seu EU interno, a coesão de pensamentos, enquanto um sangue mais pesado exprime uma tendência para se entregar de maneira servil àquilo que se incorpora ao seu corpo astral pela alimentação carnívora".


Steiner prossegue: "pela alimentação carnívora o ser humano incorpora em si elementos que aos poucos se transformam em substâncias estranhas, que seguem dentro dele seu próprio caminho. Isto é evitado quando a alimentação é predominantemente vegetariana. Quando as substâncias em nós seguem seu próprio caminho, elas exercem influências que desencadeiam estados histéricos e epilépticos. Como o sistema nervoso recebe de fora essas impregnações, torna-se vulnerável às mais diversas doenças".


No livro Atualidade do Pensamento Espírita, pelo Espírito Vianna de Carvalho, psicografia de Divaldo Pereira Franco, temos uma pergunta, a de número 4, sobre:


Procedem as preocupações relativamente à superpopulação do Planeta?"
Resposta:
- Nas condições egoístas em que vive a atual sociedade, é natural que a superpopulação pareça ameaçar as estruturas econômicas e morais do homem no mundo, trabalhando para que as calamidades da fome, da violência fomentem o seu extermínio. No entanto, a colocação carece de fundamentos legítimos, quando examinada sob a óptica do Espírito. A Terra tem condições para manter quase cinco vezes mais o número dos seus atuais habitantes, já que nas Esferas espirituais estão programados para a reencarnação mais de vinte bilhões de seres, que aguardam o momento próprio. Avançando com o progresso, as técnicas para descobertas alimentícias propiciarão recursos para atender a todas as necessidades, particularmente aqueles que podem ser retirados dos oceanos, das terras improdutivas, dos rios, lagos e mares, e, sobretudo, os que poderão ser produzidos em laboratório, diminuindo a voracidade do ser humano que aprenderá, mediante experiências respiratórias elevadas, a retirar do próprio ar inúmeros nutrientes para a preservação da existência corpórea. Para tanto serão alcançados níveis mais elevados de consciência, de respeito à Natureza e à Vida".


A Ciência já analisou detidamente os vários tipos de carne-alimento e descobriu que vários elementos que a compõem são contra-indicados à saúde humana. 


Eurípedes Kühl que escreveu o livro Animais-nossos irmãos, menciona:
... "Os milhões de animais que são mortos, quase sempre de forma brutal, fornecem energias protéicas ao homem, mas esse mesmo homem resgata essa crueldade nos campos de batalha, na matança repulsiva das guerras intermináveis. Tal perdurará até que a Humanidade transforme seus hábitos alimentares e suas estruturas sociais, empregando recursos materiais não em arsenais bélicos, mas nas lavouras, eliminando de vez o fabrico de armas, os matadouros e a alimentação carnívora".


No caso dos médiuns, o que deve ser considerado e respeitado é o efeito negativo que a carne produz no corpo e, por reverberação fluídica, no Espírito. Tal afirmação ficará mais bem compreendida, ouvida em resumo as palavras do Espírito Lancellin em Iniciação-Viagem Astral, cap. "Valores Imortais" :
... "Ao serem mortos os animais (no caso, bois) têm o fluido do plasma sangüíneo sugado por espíritos-vampiros, com habilidade espetacular. Tais vampiros fazem fila, um líder na frente, para sorver tal energia. Com o magnetismo inferior dos animais fortalecem seus baixos instintos, retribuindo fluidos pesados em infeliz reciprocidade; assim, carne e ossos do animal ficam impregnados dessa fluidificação negativa, a qual será transmitida aos homens que deles se alimentam".


Conclui alertando :
... "Os espíritas se livram desse magnetismo inferior com os recursos dos passes, da água fluidificada e, por vezes, de prolongadas leituras espirituais; os evangélicos e também alguns católicos se libertam dele nos ambientes das igrejas, mas sempre fica alguma coisa para se transformar em doenças perigosas ... "


É tão importante a maneira como nos alimentamos, que André Luiz no livro Missionários da Luz, descreve várias situações sobre a alimentação, seus excessos e qualidade. Encontramos no cap.3, anomalia no aparelho digestivo assim descrito :
... "O estômago dilatara-se-lhe horrivelmente e os intestinos pareciam sofrer estranhas alterações. Presenciava não o trabalho de um aparelho digestivo usual, mas sim de um vasto alambique, cheio de pasta de carne e caldos gordurosos, cheirando a vinagre de condimentação ativa. Em grande zona do ventre superlotado de alimentação, viam-se muitos parasitas conhecidos, mas, além deles, divisava outros corpúsculos semelhantes a lesmas voracíssimas, que se agrupavam em grandes colônias, desde os músculos e as fibras do estômago até a válvula ileocecal. Semelhantes parasitos atacavam os sucos nutritivos, com assombroso potencial de destruição ".


André Luiz continua no cap. 4 a descrever os malefícios de uma alimentação carnívora, associados a comprometimentos espirituais :
... "A pretexto de buscar recursos protéicos, exterminávamos frangos e carneiros, leitões e cabritos incontáveis. Sugávamos os tecidos musculares, roíamos os ossos. Não contentes em matar os pobres seres que nos pediam roteiros de progresso e valores educativos, para melhor atenderem a obra do Pai, dilatávamos os requintes da exploração milenária e infligíamos a muitos deles determinadas moléstias para que nos servissem ao paladar, com a máxima eficiência. O suíno comum era localizado por nós, em regime de ceva, e o pobre animal, muita vez à custa de resíduos, devia criar para nosso uso, certas reservas de gordura, até que se prostrasse, de todo, ao peso de banhas doentias e abundantes. Colocávamos gansos nas engordadeiras para que hipertrofiassem o fígado, de modo a obtermos pastas substanciosas destinadas a quitutes que ficaram famosos, despreocupados das faltas cometidas com a suposta vantagem de enriquecer valores culinários. Em nada nos doía o quadro comovente das vacas-mãe, em direção ao matadouro, para que nossas panelas transpirassem agradavelmente. Encarecíamos, com toda a responsabilidade da ciência, a necessidade de proteínas e gorduras diversas, mas esquecíamos de que a nossa inteligência, tão fértil na descoberta de comodidade e conforto, teria recursos de encontrar novos elementos e meios de incentivar os suprimentos protéicos ao organismo, sem recorrer às indústrias da morte. Esquecíamo-nos de que o aumento de laticínios para enriquecimento da alimentação constitui elevada tarefa, porque tempos virão, para a Humanidade terrestre, em que o estábulo, como o Lar, será também sagrado". 


E a Espiritualidade superior continua a nos informar sobre a necessidade de nossa educação, enquanto encarnados:
... "Os seres inferiores e necessitados do Planeta não nos encaram como superiores generosos e inteligentes, mas como verdugos cruéis. Confiam na tempestade furiosa que perturba as forças da Natureza, mas fogem, desesperados, à aproximação do homem de qualquer condição, excetuando-se os animais domésticos que, por confiar em nossas palavras e atitudes, aceitam o cutelo no matadouro, quase sempre com lágrimas de aflição, incapazes de discernir com o raciocínio embrionário onde começa a nossa perversidade e onde termina a nossa compreensão. Se não protegemos nem educamos aqueles que o Pai nos confiou, como germens frágeis de racionalidade nos pesados vasos do instinto; se abusamos largamente de sua incapacidade de defesa e conservação, como exigir o amparo dos superiores benevolentes e sábios, cujas instruções mais simples são para nós difíceis de suportar, pela nossa lastimável condição de infratores da lei de auxílios mútuos ?"


Muitas pessoas buscam nas respostas dos Espíritos dadas a Kardec, uma atenuante para sua alimentação a base de carnes. As respostas que os Espíritos deram a Kardec no O Livro dos Espíritos - questão 723 - sobre a alimentação animal estava de acordo com o entendimento da ciência e da sociedade da época. Julgavam que só a proteína animal é que beneficiava o corpo físico, desconheciam outras vitaminas que poderiam substituir a carne. Para demonstrar que com o processo evolutivo pode haver substituições, vejamos na Revista Espírita de 1858, no mês de abril, a colocação do Espírito de Bernard Palissy que foi um célebre oleiro do séc. XVI, habitante de Júpiter, que possui uma Humanidade bem mais evoluída do que a nossa. O Espírito informa a Kardec, que a alimentação nesse Planeta, é puramente vegetal e acrescenta: "O homem é protetor dos animais ."


Kardec pergunta ainda: "disseram-nos que parte da sua alimentação é extraída do meio ambiente cujas emanações nutritivas eles aspiram.”
É verdade? Resposta do Espírito: "Sim".


Mais adiante, informa que "os animais no Planeta Júpiter não são carnívoros e se amam".
Alimentação Animal Perante a Ciência :
Todos sabemos que uma vida saudável depende de uma boa alimentação, mas poucos têm a consciência do que isso representa em termos de benefício para cada órgão do corpo humano. Do cérebro ao coração, aquilo que ingerimos diariamente tem um papel fundamental na manutenção e no intrincado sistema que nos mantém vivos. Assim, o ser humano precisa entender que a energia e outras substâncias que necessitamos para poder ter uma vida saudável tem basicamente duas fontes: a nossa genética e aquilo que ingerimos ao longo da vida. Assim a questão é como se alimentar para ter saúde e suprir todas as necessidades do corpo, sem excessos ou deficiências? Cada vez mais médicos e determinadas instituições recomendam que as pessoas reduzam a quantidade de carne vermelha e a porcentagem total de gordura de sua dieta. O excesso de gordura na alimentação está ligado a várias doenças, entre as quais doenças cardíacas e câncer, as duas doenças que mais provocam óbito. Um estudo recente do Dr. Dean Ornish, publicado no jornal médico The Lancet constatou que a maioria dos pacientes que seguia uma dieta vegetariana, apresentavam melhoras, ao contrário daqueles que se alimentavam de produtos de origem animal, e pioravam o entupimento das artérias coronárias. Quanto aos tumores malignos (câncer) , até 1990, apenas um câncer havia sido relacionado ao açougue, o do intestino, (terceiro que mais mata no mundo), mas de lá para cá, apareceram os de boca, da faringe e do estômago (o campeão de mortes no Brasil). Segundo o Instituto Nacional do Câncer, os tumores do estômago terão sido responsáveis pela morte de 13.200 brasileiros em 1998.


Gordura - conforme informou o Dr.Fabio Levi, da Universidade de Lausanne, à Revista Super Interessante: "dificulta a digestão, forçando o fígado e o estômago a produzir ácido em excesso fazendo com que a corrosão das paredes do intestino provoque mutações cancerígenas".


Enxofre - contido na carne vermelha, possa estar participando de uma conspiração com as bactérias moradoras do intestino, é o que nos informa o oncologista John Cummings da Universidade Cambridge, na Inglaterra: "é quase certo que as toxinas expelidas pelas bactérias ao devorar o enxofre colaboram para o aparecimento da doença". 


Amino Heterociclico- é outra substância perigosa contrabandeada para dentro do organismo. Ele é criado pelo calor da grelha ou da panela, formando aquele pretinho crocante dos churrascos e das frituras. "Os aminos acabam no interior das células, onde se ligam ao DNA e provocam mutações cancerígenas" diz Bárbara Pence, da Universidade Técnica do Texas, nos Estados Unidos.


Alcatrão - Contido na fumaça que sobe da carne na brasa, e o SAL que recobre a carne seca (sozinho o sal é inofensivo) , mas misturado a uma substância de nome N-Nitrosamida , segregado pela ligeira fermentação da carne ao sol - se transforma em toxina cancerígena.
Países pobres, que antes não tinham acesso a carne vermelha, e os países como o Japão e Coréia do Sul que não se alimentavam de carne bovina, segundo o especialista da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, John Cummins, os cânceres do sistema digestivo, antes quase inexistentes, estão começando a aparecer com freqüência cada vez maior naqueles países. É sinal de que a troca de sua mesa tradicional farta em peixes, pelo anacrônico modismo ocidental, está custando caro.


As proteínas de origem animal criam um grande fardo no corpo, porque contêm alta quantidade de enxofre na composição de seus aminoácidos e são rapidamente absorvidas pela corrente sangüínea. 


A Questão das Proteínas:
Ao contrário da crença popular, as necessidades de proteínas para o corpo humano é bem modesta e fácil de encontrar. Se consumirmos uma VARIEDADE de alimento, com adequadas calorias para o nosso peso e o nosso nível, estaremos comendo o suficiente em proteínas. A Organização Mundial de Saúde das Nações Unidas recomenda 4,5% de calorias fornecidas pelas proteínas como quantidade diária ideal.


Podemos entender que no futuro a Humanidade terrestre também deixará de se alimentar de carne. Hoje, já encontramos alimentação nos produtos de origem vegetal, sem necessidade da proteína animal. Emmanuel, e muitos outros Espíritos, nos orientam sobre isso, e felizmente, a ciência que cuida da parte alimentar não só demonstra essa possibilidade, como ainda nos previne sobre os excessos e os males ocasionados pela carne vermelha, principalmente a de porco. Emmanuel, no livro O Consolador, pergunta 129, diz que "a alimentação animal é um erro de enormes conseqüências do qual derivam vícios da nutrição humana".


A Lei Natural do Progresso é uma constante que, no futuro, erradicará dos costumes humanos a alimentação de carne, tendo em vista que ela só é conseguida tirando a vida do animal, o que demonstra ainda nosso atraso espiritual (cenas de animais sendo mortos em matadouros não são de fácil contemplação: pessoas sensíveis não a suportam - desmaiam).


Saberemos que não mais cometeremos esses abusos com os animais, quando ao evoluir, o Espírito, pelo Amor, terá aprimorado o seu revestimento perispiritual que, por sua vez, modificará o envoltório carnal - nosso corpo físico.


Conselho Doutrinário
CENL-CAL- abril/2000

BIBLIOGRAFIA :
Desdobramento - Eurípides Barsanulfo, Ismael Alonso, M.Alcantara
Boletim de Sinais, no.3 - julho/99
Atualidade do Pensamento Espírita - Vianna de Carvalho
Animais - nossos irmãos - Eurípedes Küel
Iniciação - Viagem Astral - Espirito Lancellin
O Livro dos Espíritos - Allan Karde
Revista Espírita - 1858 - Allan Kardec
Consolador - Emmanuel
Missionários da Luz - André Luiz
Vegan - (Internet) 




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sexta-feira, 5 de abril de 2013

Palestras em PPS disponíveis para download

Amigos , disponibilizamos na página "Irmãos Menores Animais- Palestras", algumas das muitas palestras que fizemos no GFFA e que desejamos compartilhar com todos vocês, devido as muitas solicitações que nos foram feitas.

Elas já se encontram disponíveis para serem baixadas, estudadas e comentadas, pois é fruto de muito trabalho e estudo em prol dos animais.


Acesse o link  Irmãos Menores Animais- Palestras  e bons estudos.




Redação do blog Irmão  Animais- Consciência Humana



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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Identidade, ideologia e antropocentrismo

"Nós vos pedimos com insistência:
Nunca digam - Isso é natural!
Diante dos acontecimentos de cada dia.
Numa época em que reina a confusão,
Em que corre o sangue,
Em que o arbitrário tem força de lei,
Em que a humanidade se desumaniza...
Não digam nunca: Isso é natural!
A fim de que nada passe por ser imutável."
Bertolt Brecht


O processo de individuação e o antropocentrismo
Estamos todos habituados, infelizmente, ao jargão antropocêntrico que afirma a superioridade humana sobre os outros membros da natureza. Tal antropocentrismo, compreensível até certo ponto por estarmos imersos em nossa própria humanidade - se bem que nem sempre justificável - perde-se no tempo e faz-se presente em todas as culturas, com algumas poucas exceções episódicas louváveis. As razões para isso são diversas, dentre as quais a mais fundamental talvez seja a já mencionada auto-referência pré-reflexiva de nossa natureza a ela mesma, com a conseqüente extensão indevida que fazemos do que é humanamente nosso - e apenas nosso - a esferas não humanas, em relação às quais somos, inevitavelmente, biológica e existencialmente míopes. Esse voltar-se sobre si mesmo não é o louvável moto socrático do conhece-te a ti mesmo, justamente por ser pré-reflexivo e pré-discursivo e, por isso mesmo, adialógico e adialético. É também imediato, pois não há distância ou mediação entre nós e nós mesmos. Temos aqui a medida primeira de nossa humana animalidade, o que de mais instintivo, primitivo e não elaborado pode haver na determinação de nossa identidade.
Esse estado primitivo de manifestação de nosso ser vem a ser paulatinamente confrontado e elaborado por vivências posteriores, mediadoras da opacidade do mundo, no dizer existencialista; mundo obstante que, em descontinuidade conosco, opera surgimento de fronteira, limite, membrana, pele entre nós e nosso entorno. Confronto de que resulta, a um só tempo, identidade e alteridade, construção e consciência de si e do outro, outro vivido como o não-eu. Nessa diferenciação progressiva, que envolve movimento dialético de saída e retorno a si mesmo, de transcendência de si e retomada da própria imanência, funda-se identidade - tanto biológica quanto psicológica, cultural e existencial - em contínuo movimento e transformação à medida que se afasta daquele estado primeiro. Essa identidade, não mais limitada a autismo autocentrante, menos narcísica, constrói-se na abertura para o mundo e em diálogo com ele, define-se por contraste ou apropriação seletiva de elementos daquilo que, complementarmente, se apresenta como outro.
A partir disso, por intermédio da elaboração das alteridades, torna-se possível a construção de identidade que ultrapassa o indivíduo. Tomamos consciência de outros indivíduos, menos ou mais semelhantes a nós, com os quais estabelecemos relações e confrontos que permitem agrupamento ou discriminação. Por simpatia ou antipatia, atração ou repulsa, incluímo-nos ou não entre os (des)semelhantes. Esse processo, por demais complexo para ser tratado com profundidade em espaço tão limitado, opera passagem de identidade particular a coletiva. De coacervados a Dasein1 e, deste, a Mitsein, o arrazoado não é incompatível com Heidegger, tampouco com Hegel ou mesmo com Darwin2, Piaget3 ou Freud.4
Cabe indagar, a essa altura, como o processo de individuação e construção de identidade coletiva brevemente descrito acima - processo que parece apontar envolvimento profundo entre o ser que se individua e seu entorno - pode resultar em cisma tão marcante entre homem (enquanto identidade coletiva, gênero) e natureza, característico disso que chamamos de antropocentrismo.
Ritualização de valores culturais e antropocentrismo
Para tratar da questão, consideremos que, nessa maturação incessante da identidade, vivências envolvem e cultivam valores de diversas ordens, seja metafísica, religiosa, política, cultural. Para o cultivo de valores, a cultura se encarrega de institucionalizar rituais que os rememoram e comemoram: fazei isto para celebrar a minha memória. São vários os rituais dessa natureza de que não nos damos conta, o papel ritualístico das instituições passando despercebido. A moça que se casa de branco, por exemplo, não se dá conta de que comemora valores burgueses. O rapaz que se diverte (triste diversão) no rodeio de uma festa de boiadeiro não se apercebe da ritualização de uma ordem cultural hierárquica antropocêntrica. Faz lembrar as festas no antigo Coliseu romano, onde se deixava claro que o cristão está abaixo do leão, que é subjugado pelo romano, verdadeiro rei dos animais e, como deus, único digno de louvor. Este eclipse, esta não-visão corresponde a manifestação de ideologia, que tem no velar-se algo de sua constituição. A instituição científica desempenha, nesse sentido, papel da mais alta relevância. Vejamos.
É inegável a autoridade de que está imbuída a instituição científica em nossa sociedade ocidental contemporânea. A fé inabalável na ciência e na tecnologia constitui, como ideologia, o que se convencionou chamar, respectivamente, de cientificismo e tecnicismo. O poder paralisante dessa fé, geradora do que Adorno e Horkheimer (1991) chamaram de eclipse da razão, é notório no silêncio aquiescente resultante da declaração de que algo teria sido "demonstrado cientificamente". Toma-se, geralmente, tal pretensa demonstração como palavra final acerca de um assunto qualquer e fim de discussão. Esse despotismo do discurso iluminado, antiiluminista e antiesclarecedor expõe e impõe cisão entre discurso competente e discurso leigo e, no que se refere especificamente à relação homem-natureza, cria condições de definir, sem objeção possível, quem mata e quem morre. O discurso científico adquire dimensão política na medida que autoriza e legitima certas relações de poder, além de comemorar e reiterar uma certa ordem cultural. Nesse sentido, é autoritário e pode fazê-lo por ser tido como auctoritas5 e por ser capaz de operar a confusão entre ordem cultural e ordem natural.
A instituição científica está em posição privilegiada para operar tal confusão justamente por estar socialmente autorizada a falar do natural, por ser tida como legítima via de acesso à Natureza, que acaba sendo utilizada para justificar a apropriação de seus próprios espaços. A ciência ou, melhor dizendo, o modo de conhecimento científico é considerado, ao menos no mundo contemporâneo ocidental, o melhor - senão único - modo de conhecer a natureza e, conseqüentemente, aquele que é legitimamente autorizado a falar e dar a última palavra sobre ela. Assim, sendo a instituição científica produção da cultura e gozando de tal status privilegiado em relação à natureza, está aberto o caminho para o uso político-ideológico que dela se pode fazer por intermédio da confusão entre norma cultural e lei natural. Essa instituição é, muita vez, usada como instrumento para apresentar valores culturais disfarçados de natureza, ou seja, fazer passar por natural - e portanto inquestionável - aquilo que não é outra coisa senão constructo cultural. É assim que, por exemplo, um discurso racista pode, com conivência científica (ou pseudocientífica), passar por legítima manifestação da natureza, como se vê no uso político do livro The Bell Curve (MURRAY; HERNNSTEIN, 1994), no qual se tenta demonstrar, mais uma vez, a inferioridade negra com base em estudos "científicos" girando em torno do Q.I. de brancos e negros. Discurso racista disfarçado de ciência; cultura disfarçada de natureza; lobisomem em falsa pele de cordeiro. A afirmação da superioridade humana sobre as outras formas de vida não passa, muita vez, de variante dos exemplos acima. Apenas posição política, que a instituição científica ajuda a sustentar.
A ideologia dominante, em nome de determinada ordem cultural, pode usar, portanto, a instituição científica como instrumento de auto-afirmação e legitimação na medida que essa ordem cultural é associada, confundida ou mesmo identificada com a ordem natural. Esta instituição representa, portanto, não empresa imparcial e neutra, mas poderoso instrumento político, ponte entre o sócio-cultural e o natural, compromissada com os dois lados e por cuja ligação esta mesma ordem cultural se cristaliza.
Sobre o uso, de caráter político, do natural como justificativa para a ordem cultural, cito, de início, dois exemplos particularmente importantes (RODMAN, 1979, p.3-21) : o primeiro, por ter um caráter marcante na história da relação do homem com a natureza (especialmente com os animais), é da maior relevância à problemática do antropocentrismo. Trata-se do momento em que os animais (juntamente com os demais seres vivos não humanos) deixaram de fazer parte do âmbito ao qual se aplicavam as leis e a justiça humanas, o que acontecia até o século XVII, quando a jus naturae incluía todos os seres vivos. A justificativa para tal tratamento diferenciado baseava-se em um dado inconsistente numa época de guerras, a saber, de que os animais, sendo de natureza selvagem, eram dotados de uma agressividade incomum à espécie humana, o que, aliado ao fato de não terem condições de requerer seus direitos, os fazia indignos de desfrutar destes. Segundo este argumento, as bestas selvagens apresentavam um comportamento que não admitia qualquer tipo de associação com a natureza humana. A partir de então, a justiça se tornaria completamente antropocêntrica. O caráter político deste tipo de justificativa fica claro no segundo exemplo. Passemos a ele.
Em De Jure Belli e em De Jure Praedae, Grotius, para justificar a empresa da guerra à qual a humanidade sempre recorreu nas mais diversas fases de sua história, dizia que não via nada de estranho ou antinatural em tal empresa, já que era do conhecimento de todos que a Natureza, muito sábia, havia dotado os próprios animais de uma certa agressividade para ser usada em prol de sua autodefesa. Portanto, nada mais natural, segundo Grotius, do que o homem, senhor da natureza, também se servir desta agressividade, sempre que necessário. Ou seja, quando se trata de expulsar os animais da esfera da justiça à qual pertencem os homens, argumenta-se que não se pode comparar o comportamento e natureza de uma besta ao de seres humanos. Por outro lado, para justificar a guerra, ressalta-se o aspecto "natural" da agressividade. Fica, então, patente o aspecto indiscriminado e inconsistente do uso do natural como justificativa para o político-cultural.
Cultura científica e antiiluminismo
The passion for philosophy, like that for religion, seems liable to this inconvenience, that, though it aims at the correction of our manners and extirpation of our vices, it may only serve, by imprudent management, to foster a predominant inclination, and push the mind, with more determined resolution, towards that side which already draws too much, by the bias and propensity of the natural temper.
David Hume
A instituição científica, enquanto ressonância da ideologia dominante, muitas vezes, ao invés de esclarecer, exerce papel semelhante ao da indústria cultural e reforça sua atuação como reiteradora da ordem cultural determinada por essa ideologia. Contribui, assim, com o antiiluminismo, assumindo importante papel político.
Aliada à ideologia capitalista, a indústria cultural contribui de maneira eficaz para a falsificação das relações entre os homens, bem como destes com a natureza, de tal modo que o resultado final constitui uma espécie de antiiluminismo, de não esclarecimento, criando novos mitos e fantasmas, como, por exemplo, a associação entre progresso e tecnologia, inseparável de postura antropocêntrica ligada à lógica da dominação. Esse antiiluminismo é projeção da tirania iluminada, uma forma de despotismo esclarecido, ou despotismo do discurso iluminado. Diz Adorno (1962):
Considerando-se que o iluminismo tem como finalidade libertar os homens do medo, tornando-os senhores e libertando o mundo da magia e do mito, e admitindo-se que essa finalidade pode ser atingida por meio da ciência e da tecnologia, tudo levaria a crer que o iluminismo instauraria o poder do homem sobre a ciência e sobre a técnica. Mas, ao invés disso, liberto do medo mágico, o homem tornou-se vítima de um novo engodo: o progresso da dominação técnica.
Podemos, assim, pensar o trinômio cultura-técnica-ambiente proposto por Habermas (1968). A ideologia dominante, essencialmente capitalista, é dominadora da natureza - ou do sagrado6, no sentido conferido por René Girard (1972, p.51) - e dos homens. Boa parte desse domínio dá-se por intermédio da ciência e da técnica. Dominar e controlar as forças naturais (sagrado) são parte importante do processo segundo o qual o homem se diferencia e se afasta da natureza, tida como o não-humano. Essa diferenciação envolve a construção e afirmação de uma ordem cultural hierárquica, justificadora da dominação.
A afirmação inercial da velha ordem na escola e no lazer
A confusão entre natureza e cultura, um dos modos de manifestação de ideologias, dá-se também no transformar o natural da realidade, ou seja, aquilo que é banalizado com a prática constante imposta por determinado paradigma sócio-cultural (modelador, por sua vez, de paradigmas científicos), em realidade natural, quer dizer, em uma verdade inquestionável, por ser tida como natural.
O que chamo de natural da realidade vem com a repetição contínua e acrítica de padrões culturais por grande número de pessoas e por um longo período de tempo, o que desempenha importante papel na formação de hábitos7 (GARGANI, 1982, p.63) ou costumes, em referência aos quais as ações futuras se orientam e, com o tempo, se cristalizam, definindo uma espécie de conservadorismo ou inércia sócio-cultural. Nesse contexto, seria pertinente à nossa problemática considerar o papel que desempenham instituições como zoológicos e circos que incluem animais em seus números na introdução e confirmação de valores e padrões culturais antropocêntricos. Instituições desse tipo, que também representam e refletem uma determinada ordem cultural de caráter essencialmente dominador, têm a peculiaridade de apresentá-la a seu público mais fiel, as crianças, em contexto que elimina qualquer possibilidade de questionamento: essas crianças são levadas a esses lugares, na maioria das vezes, por seus pais ou por parentes e amigos e a experiência, geralmente agradável, como que pede, por si mesma, para ser repetida. Dessa forma dissimulada e tranqüila, e com o auxílio inadvertido de pessoas dignas de respeito e nunca de desconfiança (os pais, tios ou amigos queridos), a idéia ilusória do domínio do homem sobre o restante da natureza vai sendo, desde cedo, introduzida e sedimentada. Dessa forma aprofunda-se a insensibilidade antropocêntrica com relação às vitrines de animais e institucionaliza-se uma forma de lazer abominável. É motivo de preocupação ser capaz de divertir-se às custas da privação de liberdade de animais, que sempre sofrem o estresse imposto pelo cativeiro e pelas condições de acomodação que, quando muito, imitam mal o ambiente natural. Estamos dentro daquilo que Hannah Arendt (1987) chamou, referindo-se às torturas e execuções de judeus pelos nazistas, de banalidade do mal. Esse tipo de propaganda ideológica desempenha papel importante na determinação das atitudes e opiniões das pessoas às voltas com animais. Contribuem para esse tipo de propaganda ideológica as instituições familiar, escolar, religiosa e científica.
No caso da instituição escolar, a preocupação em ensinar ciências de forma mais sólida, de maneira que o aluno tenha um contato mais abrangente com todo o processo científico, não levando em conta apenas seu aspecto técnico, mas também o humano e cultural, parece não existir, ao menos em cursos de caráter tecnicista, como é o caso da medicina e da biologia, onde se aprende como realizar determinadas tarefas, mas não se vai a fundo no porquê ou a respeito de como tenha surgido tal prática. Nas aulas práticas em que se utilizam animais, por exemplo, são constantes simples confirmações de dados e conteúdos que já se encontram seguramente estabelecidos nos manuais. A aula prática assume um caráter excessivamente teórico e as manipulações experimentais que nela se realizam se resumem a demonstrações e ilustração da teoria, como diapositivos em um audiovisual. O caráter ético desse tipo de uso de animais é, portanto, discutível, bem como a utilidade desse tipo de aula, uma vez que existam boas bibliotecas e fontes de consulta. Trata-se, portanto, de ritual de confirmação do que já se conhece, do que já está estabelecido. Não há, tanto quanto deveria, uma discussão sobre fenômenos, a respeito dos quais hipóteses seriam levantadas para que pudessem, pelo processo experimental, ser testadas ou eventualmente reformuladas. Ou seja, não há uma vivência do método científico, para que tanto seus dissabores e problemas quanto sucessos e vantagens possam ser descobertos. Há, isto sim, um flagrante caráter propagandístico desse método, na medida que predomina a transmissão apenas dos resultados positivos8 de sua aplicação. É como esquecer dos bastidores de uma peça de teatro. Pode-se dizer que não se ensina ciência, faz-se propaganda dela. Estamos diante, novamente, da ritualização e comemoração de valores e não de sua crítica. Thomas Kuhn (1994, p.19-20), na introdução de A Estrutura das Revoluções Científicas, diz:
Se a História fosse vista como um repositório para algo mais do que anedotas ou cronologias, poderia produzir uma transformação decisiva na imagem de ciência que atualmente nos domina. Mesmo os próprios cientistas têm haurido essa imagem principalmente no estudo das realizações científicas acabadas, tal como estão registradas nos clássicos e, mais recentemente, nos manuais que cada nova geração utiliza para aprender seu ofício. Contudo, o objetivo de tais livros é inevitavelmente persuasivo e pedagógico; um conceito de ciência deles haurido terá tantas probabilidades de assemelhar-se ao empreendimento que os produziu como a imagem de uma cultura nacional obtida através de um folheto turístico ou um manual de línguas.

Um pouco mais adiante, já no primeiro capítulo:
Tais livros (manuais científicos elementares e avançados) expõem o corpo da teoria aceita, ilustram muitas (ou todas) as suas aplicações bem sucedidas e comparam essas aplicações com observações e experiências exemplares. (Kuhn, 1994, p.19-20).
Por conta dessa superficialidade e caráter propagandístico do processo educacional em relação ao método científico e devido à imagem de autoridade que tem o professor (autoridade esta que também lhe é conferida pela maneira acima descrita de transmitir os conteúdos, além do próprio status que lhe confere a instituição escolar), passa-se ao aluno a idéia de que a informação por ele recebida representa, em grande medida, verdades prontas, evidentes, acabadas e, muitas vezes, indiscutíveis. É curioso notar que aqui temos um ciclo vicioso, pois o professor ganha autoridade por ser o "dono da verdade", representante legítimo de determinada área do conhecimento, ponte de ligação com o sagrado (no sentido de Girard) e as informações por ele transmitidas se cristalizam como definitivas ou verdadeiras na medida que são feitas por uma autoridade. Em todo caso, tanto a referida autoridade do professor quanto o status de verdade absoluta das informações passadas por ele se reportam a algo que não se conhece muito bem, ao menos a algo a que o aluno que está para ingressar na universidade não tem acesso claro (se é que alguém o tem). Estou me referindo, numa ordem que vai do geral ao particular, a tudo o que há na natureza capaz de dominar, fascinar e ameaçar o homem (o sagrado) e sobre o que este mesmo homem se esforça por exercer seu domínio e, principalmente, à natureza do conhecimento de tudo isso e de sua aquisição, bem como, mais especificamente, à natureza do processo científico e da instituição que o legitima, enquanto produção sócio-cultural. Na medida que servem de ponte para o sagrado (no âmbito em que este termo foi anteriormente definido), as instituições religiosa e científica encontram um ponto comum.



Pensata Animal




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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Cadeira de Rodas Para Animais- VETCAR(sem custo)

A  VetCar não é apenas "Cadeira de rodas para cães", é Aparelho de Fisioterapia Veterinária, dentro de sua filosofia de trabalho, que é a de proporcionar o bem estar animal antes de tudo, direciona ás Ong's, Entidades sem fins lucrativos, Associações de Protetores de Animais, bem como a proprietários carentes de recursos financeiros, a possibilidade de receber o VetCar sem custo financeiro.

Assim, a VetCar sugere uma permuta que consiste na arrecadação  assinaturas de estudantes de veterinária, técnicos veterinários  e/ou médicos veterinários.

Considerando os investimentos que a empresa realiza para divulgar a existência de alternativa á indicação do sacrifício, esta permuta é bastante relevante.

Quanto mais assinaturas arrecadadas, menor o custo financeiro do VetCar.  

Cada assinatura equivale a 1/500(avos) do montante total do VetCar. Exemplificando: caso o VetCar seja orçado em $500,00, arrecadando-se 500 assinaturas o aparelho sairá sem custo. Conseguindo-se apenas a metade das assinaturas, será devido apenas a metade do valor, e assim em diante. 

Para tanto, caso haja interesse na realização desta permuta, primeiramente faz-se necessário o preenchimento e envio da Ficha de Avaliação clicando aqui
 
Referida Ficha traçará para nós o perfil físico e clínico do animal e, com base nisso poderemos indicar qual o modelo do VetCar mais indicado, bem como elaborar o orçamento para sua confecção.

Com o orçamento elaborado, é estabelecido contato com a parte interessada  e, se realmente houver a disponibilidade na arrecadação das assinaturas, a  VetCar encaminha para o endereço indicado 05 pastas cada qual com o seguinte material: carta apelativa, folder com fotos e  folhas com espaços reservados para que os alunos e veterinários possam assinar e colocar seus contatos. 

Oferecemos o prazo de 02 meses para que as assinaturas sejam recolhidas.

Aparentemente pode parecer difícil, mas pela nossa experiência constatamos que facilmente se conseguem referidas assinaturas numa Universidade, distribuindo-se as pastas entre os representantes de turma, ou do Diretório Acadêmico e Associação Atlética da Faculdade. 
Todavia, para que o VetCar seja confeccionado e enviado antes mesmo de que as assinaturas tenham sido arrecadadas, o interessado deverá enviar um cheque "caução" com as seguintes especificações:  emissão de forma nominal á VetCar, no valor total do aparelho, pós-datado para  dois meses da data de emissão, identificado no verso com o nome do animal e, com a indicação de  o cheque se destina exclusivamente para este fim. 

Ao final dos dois meses o cheque caução será trocado pelas assinaturas efetivamente arrecadadas. 

É importante esclarecer que as taxas de envio (sedex) e de pedido com urgência, bem como o valor relativo ás rodas especiais não são inclusas na permuta por assinaturas, devendo ser pagas em separado. 

Inúmeros foram os animais já beneficiados com esta forma de parceria cujo interesse primordial é o de é informar colegas Médicos Veterinários que desconhecem os benefícios do VetCar e, inadvertidamente, indicam o sacrifício, abreviando uma convivência harmônica que se estenderia com qualidade de bem-estar.

Assim, ao tomarem conhecimento do VetCar, estudantes e profissionais  não só salvarão as vidas de seus clientes mas também trarão conforto e alívio aos proprietários.

A VetCar disponibiliza 3 Aparelhos de Fisioterapia por mês no plano VetCar Sem Custo Financeiro. 

O Site da VetCar : http://www.vetcar.com.br/semcusto/index.html


Redação do blog Irmão  Animais- Consciência Humana





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terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Alimentação Vegetariana: Como e por que mudar?



As pessoas se sentem intimamente incomodadas com o tema vegetarianismo,  não é de hoje que isso ocorre e não será tão breve que isso irá mudar. Vegetarianismo invoca a todos a palavra “mudar” e mudar significa nos tirar da zona de conforto na qual nos encontramos e de onde não nos permitimos sair.


Por isso o incomodo, o olhar desviado, as piadinhas a respeito do tema e o mais grave, a impressão de que ter “piedade” dos animais é o verdadeiro crime e não o ato de matá-los.

Nos acostumamos, por que é mais fácil, a acreditar que Deus criou os animais para serem servos dos seres humanos. Repetimos que Ele disse para que dominássemos as aves do céu, os animais da terra e os peixes do mar, só nos esquecemos que dominar invoca Domini, Senhor...Deus...


Claramente nossa obrigação diante dos animais é a de um Deus, que ama, que acolhe , que auxilia nas dificuldades, mas fazemos exatamente o contrário. Isso porque sabemos de cor as palavras de Jesus e a repetimos constantemente , aos quatros ventos, como se fosse obrigação do outro ser, aquilo que eu não sou : “Vós sois Deuses”


Que opção nos resta?


Mudar.


Como mudar?


O vegetarianismo é uma mudança ética e moral diante dos costumes vigentes, ele não visa a beleza do corpo, a pureza da alma ou a economia no bolso, ela visa em primeiro lugar o respeito ao próximo, o respeito a vida do próximo.

Ser vegetariano é iniciar esse processo de amor.


Redação do blog Irmão  Animais- Consciência Humana




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