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sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Assistência Espiritual de Animais: Outros trabalhadores???

Assistência Espiritual de Animais


No desenho acima, que passava na TV Cultura, Piggley Winks, podemos ver três animais diferentes que possuem alma e são nossos irmãos:  Danna a Pata, Piggley o Suíno e Fernando ou Ferny o Boi. Todos eles porém, fazem parte do "cardápio humano". Eu sei disso, o amigo internauta  agora também sabe, mas ainda existe centenas de milhares de pessoas que não sabem ou não desejam saber.

Por outro lado há uma gama de pessoas que sabem disso há muito tempo e que lutam para que outras pessoas descubram essa verdade: vegetarianos e alguns protetores de animais - que nem sempre são vegetarianos, mas deveriam. A grande maioria é bem dedicada ao assunto, estuda, escreve, literalmente coloca a mão na massa pelos animais.

Que mal existe em trazer algumas dessas pessoas para auxiliar no trabalho de Assistência Espiritual de Animais? Nenhum ou todos , depende. Existe aquele vegetariano que não protege animais como cães e gatos pelo fato desses animais se alimentarem de rações, que sabemos , é feita de restos de outros animais. Esse assunto sempre causa grande confusão. É possível que encontremos pelo caminho vegetarianos ou veganos que sejam mais um problema do que uma solução.Tanto como espiritas, médicos, dentistas,católicos, veterinários.....

Não, não estou falando mal dos vegetarianos, mas nós não passamos a ser boas pessoas apenas porque deixamos de comer animais, nós, principalmente eu, temos muitos outros defeitos a corrigir. Tal como o Espirita que prega o amor incondicional aos seres humanos mas que  não se preocupa em matar um animal e comer, ambos caminhamos pela mesma trilha perigosa.


Platão a esquerda, Aristóteles a direita. Enquanto Platão aponta para cima, o mundo intelegivel ,Deus, Aristóteles demostra que o meio termo, o equilíbrio é o mais  correto
O meio termo é o mais correto.Nem tanto ao céu nem tanto a terra, Aristóteles já pensava assim.

Vi palestras de vegetarianos das quais me arrependi de ver, pois assustaram mais os tutores e trabalhadores do que lhes indicaram um caminho a seguir. 

Alguns citam Gandhi mas agem como Hitler.

Para que uma pessoa repense seu hábito alimentar você não pode enfiar a força na cabeça dela que ela tem que virar  vegetariana ou  que é uma assassina de animais. Pode até dizer algo parecido, mas com suavidade. 

Numa dessas palestras que citei, o vegetariano que falava parecia mais obsediado do que aquele médium que finge receber psicografia - sim isso existe. Com dedo em riste disse que não era mais assassino de animais, que não cozinhava mais para o parceiro que chegava cansado do trabalho só porque ele ainda não optara pelo vegetarianismo. Que ele discutia e se preciso brigava com quem discordasse do vegetarianismo. E os olhos iam ficando ferozes a ponto de ser possível ver nos rostos ali presentes mais terror do que interesse.

Epa, calma lá.

Há vários modos de se falar sobre vegetarianismo e conseguir simpatizantes ao invés de afastá-los. Não queremos ninguém pregando contra o vegetarianismo porque viu um vegetariano alucinado, de olhos esbugalhados dizendo que você que ainda come carne é um assassino. Você até é, talvez não diretamente, mas paga que outros matem por você.Mas existem meios de falar isso e fazer com que a própria pessoa reflita a respeito. 

A pior coisa que se consegue com esse tipo de atitude é o afastamento completo do interesse dessas pessoas pelo assunto. Depois alguns dizem não saber porque muita gente odeia o vegetarianismo.

Já vi e ouvi vegetarianos e veganos fanáticos - sim porque fanatismo não é coisa daquela outra religião  ou daquele torcedor de tal time, mas pertence a tudo que o ser humano engloba, e cada um é o pior ativista que existe em sua área de atuação, aconselho a se afastar deles, pois são perigosos para o movimento -pois é, um veg disse que jamais alimentaria um cão de rua se tivesse a disposição ração ou um bar que vendesse algo de carne, ele pensava assim: "Como sou vegano, sou contra rações que usam animais e jamais compraria o corpo de um animal para alimentar outro animal, mesmo que ele estivesse passando fome". É de deduzir que para não usar o corpo do animal já abatido para servir a outros humanos, ele preferisse deixar mais um animal morrer. Questionei se ele sabia me dizer as fases que levam um ser vivo a morrer de fome....ele nunca mais falou comigo.

O detalhe é que animal pode levar vários dias para morrer, o que agrava o sofrimento*

Outro acusava os protetores de animais de causarem o abate de bois pois usavam ração para alimentar seus 30/40/200 animais, afirmando que deveriam, não, que tinham obrigação de comprar ração vegetariana.... depois em off deixou escapar que não tinha dinheiro para comprar ração veg para seu único cão por isso utilizava a ração com sobras de animais!?!?!?!?!?!


Animais do desenho Madagascar, será que Alex tem Alma?
Mas acalme-se, existe muito vegetariano consciente da situação de cada pessoa que, tal como ele um dia se alimentou de carne e teve chance de mudar, sabe lidar com o tema com complacência  e responsabilidade. Essa pessoa é importante dentro de um trabalho de Assistência Espiritual de Animais.


O que sempre fiz foi manter contato com pessoas que entendam de cada assunto que é importante na mudança de hábito das pessoas, entrei em contato com várias delas e as convidei para palestras sobre o assunto que lhes era mais seguro , deste modo consegui palestras sobre experimentação animal,ética, vegetarianismo, alimentação e espiritualidade, reike nos animais, homeopatia, nutrição animal, nutrição humana; explorando mais esse campo e vendo tanto a necessidade das pessoas quanto seus interesses montei palestras especificas mesclando os 3 pilares do espiritismo e fizemos palestras sobre espiritualidade dos animais , chakras, ética, testes em animais, cardápios vegetarianos.

Aos poucos notamos que as pessoas olhavam o calendário de palestras para virem assistir por assunto, e traziam seus animais saudáveis porque estavam determinadas a aprender. Mostra que nem todos vem pela dor e sim por amor e conhecimento.

Para aguçar a curiosidade das pessoas a respeito da comida vegetariana realizamos distribuição de quibes, coxinhas, cremes, bolos e tudo mais que fosse vegetariano, recebendo das pessoas um retorno super positivo. Como fazer isso? Trabalhadores realmente dispostos podem fazer 100/200 quibes, lanches e coxinhas se desejarem. 

A dica é: Mova-se para além da religião


Olhe para o tema: Assistência Espiritual de Animais para além da mera compreensão de auxiliar tutores e seus pets.

Transforme o mundo com suas ações e sua mudança. Do contrário esse trabalho ficará restrito às casas Espiritas e não envolverá o mundo que as cerca

Assistência Espiritual de Animais ou Assistência Espiritual de Pets?

A escolha é de cada Casa.



* Como explicamos ao amigo que nunca mais falou conosco, falaremos aqui algumas das fases da morte por inanição:


  • Emagrecimento do animal
  • Surgimento de doenças de pele devido a queda da imunidade
  • Olhos opacos, medo, ressecamento das mucosas
  • Diminuição da urina e desidratação já que se inicia o agravamento das funções renais, o que causa também o acumulo de toxinas no corpo do animal.Podemos ver pelo ressecamento da pele, queda de pelos,emagrecimento.
  • Vertigens devido ao enfraquecimento gradativo, muitas vezes o animal anda em zigue-zague e noutras fica letárgico sem reagir ao ambiente que o cerca.
  • Com o agravamento da fome os batimentos cardíacos e a pressão começam a cair
  • Os rins finalmente começam a parar
  • O cérebro se torna confuso
  • Falência geral de órgãos
  • Morte.


Simone Nardi


Leia mais em ....






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domingo, 1 de junho de 2014

Experimentação Animal

Imagem: Doberman, Lince

Palestra realizada no Grupo Fraternal Francisco de Assis sobre Experimentação Animal , ministrada pela Dra Odete Miranda, cardiologista e docente da Faculdade de Medicina do ABC, no dia 18/02/2012.  

Conscientizar as pessoas em relação a senciência animal e sua não humanização é um ato de amor e caridade



Nós estivemos lá e trazemos agora a palestra que foi realizada.









Perdoe-nos pela imagem e pelo som, não temos aparelhagem profissional para gravação e fizemos do melhor modo que nos foi possível.


Simone Nardi





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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Espiritismo e pesquisas com animais - 2

Foto de um bebe primata

Há pouco tempo discorremos sobre esse assunto aqui neste Blog, em referência a uma pessoa espírita que alegava ser o espiritismo a favor de pesquisas com animais.

Como a missão do Blog é esclarecer, voltamos a tocar no assunto, desta vez colocando as palavras da autora a favor das pesquisas e as imagens de animais que são utilizados em pesquisas.

   Extraído do site :Tubo de ensaio Ciência e Religião. Marcio Campos
[...] trago a posição do Espiritismo sobre o uso de animais em pesquisas. Quem respondeu ao meu pedido de informações foi a Maria Helena Marcon, da equipe do programa radiofônico Momento Espírita.
1. Os animais são seres vivos em evolução. Foram criados para servir ao homem, mas merecem todo o respeito e cuidados, pois devemos respeito à vida em geral e à natureza.
2. Em não havendo outra forma que permita à ciência trabalhar seus experimentos, entendemos como válida a condição de cobaia para os animais, do mesmo modo que, em determinadas situações, o próprio homem se faz cobaia de experimentos em benefício da humanidade, especialmente nas áreas farmacêutica e médica.
3. Contudo, impor-lhes sofrimentos desnecessários ou por simples capricho ou crueldade configura transgressão à Lei Divina, que os coloca sob os cuidados do homem.

O que seriam esses sofrimentos desnecessários para autora?? 


As fotos abaixo fora tiradas pela Sociedade Nacional Anti-Vivissecção, de macacos sendo preparados para pesquisas

Bebe macaco sendo seguro para receber numeração tatuada na pele

Bebê-macaco  gritando enquanto é tatuado para identificação

Macho sedado está claramente impotente e incomodado enquanto o seu sangue é retirado da coxa
Macaco adulto é submetidos a um teste de tuberculose com uma injeção na pálpebra




Captura de macacos nas gaiolas. À esquerda um macaco é balançado pela cauda e à direita um bebê se agarra a sua mãe


Macaca-mãe é presa pelos braços e cauda preso enquanto seu bebê se agarra a ela




Que cada um tire sua conclusão,mas, se o espiritismo for a favor deste tipo de tratamento para animais, há algo de muito errado em toda a sua concepção.


Simone Nardi





Ou passamos a pensar na responsabilidade que temos por eles como irmãos ou seremos tão vazios quanto nossas palavras a Respeito de Amor e Caridade.

 

S.N

 

Para ler o artigo anterior

Espiritismo e pesquisas com animais

Fonte da questão mencionada no início:

Tubo de ensaio Ciência e Religião. Marcio Campos

 

Fonte do artigo e imagens

O Grito do Bicho 

R7

 

 

 Para saber mais

O Espiritismo e os Animais:Ciência ,Religião e Filosofia numa jornada de amor 1

O Espiritismo e os Animais : Ciência ,Religião e Filosofia numa jornada de amor- 2

O Espiritismo e os Animais : Ciência ,Religião e Filosofia numa jornada de amor- 3

O Espiritismo e os Animais : Ciência ,Religião e Filosofia numa jornada de amor- 4

O Espiritismo e os Animais : Ciência ,Religião e Filosofia numa jornada de amor- 5

O Espiritismo e os Animais : Ciência ,Religião e Filosofia numa jornada de amor- 6

O Espiritismo e os Animais : Ciência ,Religião e Filosofia numa jornada de amor- 7

O Espiritismo e os Animais : Ciência ,Religião e Filosofia numa jornada de amor- 8

O Espiritismo e os Animais : Ciência ,Religião e Filosofia numa jornada de amor-9

O Espiritismo e os Animais : Ciência ,Religião e Filosofia numa jornada de amor- 10

O Espiritismo e os Animais : Ciência ,Religião e Filosofia numa jornada de amor- 11

O Espiritismo e os Animais : Ciência ,Religião e Filosofia numa jornada de amor- 12

O Espiritismo e os Animais : Ciência ,Religião e Filosofia numa jornada de amor- 13

O Espiritismo e os Animais : Ciência ,Religião e Filosofia numa jornada de amor- 14

O Espiritismo e os Animais : Ciência ,Religião e Filosofia numa jornada de amor- 15

 

 O espiritismo na contramão da vida???

Alckmin sanciona lei que proíbe o uso de animais em testes para cosméticos

 





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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Espiritismo e pesquisa com animais

Macacos presos em pequenas redes de imobilização, eles serão usados em testes de laboratório


Em nossas andanças pela Web, nos deparamos com um assunto que até parecia ser interessante: "Espiritismo e pesquisa com animais."
Um site que se propunha a colocar a opinião de cada religião sobre esse assunto,o que seria bem instrutivo, a questão porém é que a opinião ali postada é completamente equivocada, carece de informações sobre a realidade dos animais de laboratório e o pior, não representa a opinião do Espiritismo e sim de um Espírita. Vamos ler a questão e novamente discorrer sobre o assunto para que as pessoas não saiam acreditando que o espiritismo compactua com a morte de animais dentro dos laboratórios.


  Extraído do site :Tubo de ensaio Ciência e Religião. Marcio Campos

[...] trago a posição do Espiritismo sobre o uso de animais em pesquisas. Quem respondeu ao meu pedido de informações foi a Maria Helena Marcon, da equipe do programa radiofônico Momento Espírita. Como a resposta dela foi breve, publico na íntegra:
Macaco dentro de gaiola




1. Os animais são seres vivos em evolução. Foram criados para servir ao homem, mas merecem todo o respeito e cuidados, pois devemos respeito à vida em geral e à natureza.
2. Em não havendo outra forma que permita à ciência trabalhar seus experimentos, entendemos como válida a condição de cobaia para os animais, do mesmo modo que, em determinadas situações, o próprio homem se faz cobaia de experimentos em benefício da humanidade, especialmente nas áreas farmacêutica e médica.
3. Contudo, impor-lhes sofrimentos desnecessários ou por simples capricho ou crueldade configura transgressão à Lei Divina, que os coloca sob os cuidados do homem.


Espiritismo e pesquisa com animais

Resposta 

 

A Gênese – Allan Kardec - “Todas as almas têm a mesma origem e são
destinadas ao mesmo fim. A todos o Supremo Senhor proporciona os
mesmos meios de progresso, a mesma luz, o mesmo amor.”

 

1- Vemos que logo no início da resposta já está explicito o especismo da autora, ou seja, alegar que os animais foram criados para nos servir. Essa não é a posição do Espiritismo, mas a posição de um espírita em particular e colocaremos o porque. Nenhum ser foi criado para servir aos abusos do Outro, nenhum ser na verdade foi criado por Deus para a servidão, mas sim fomos todos criados , humanos e animais, para a Evolução. É um especismo místico alegar que este ou aquele ser foi criado para servir, o que contraria o Livro dos Espíritos que nos coloca que todos os seres se encontram em evolução, cada qual num estágio diferente, o que não significa que aquele que esteja em estágio inferior - e essa inferioridade é apenas evolutiva tanto para o corpo material quanto para o espiritual - exista para servir nem como alimento, cobaia, vestimenta, diversão ou qualquer forma que impeça sua evolução natural.A palavra respeito significa "não impedir a evolução",  não maltratar ou subordinar qualquer ser vivo a qualquer tipo de servidão que não lhe seja natural ( alcateias, bandos já possuem suas próprias regras de bem servir e de bem conviver).

Cão de Pavlov, que passava fome para que fossem observadas suas reações
Por quê?

Simplesmente porque o Espiritismo deve se basear em 3 alicerces: Filosofia. Ciência. Religião.

Quem se baseia somente na Religião acaba alienando-se e acreditando que o ser humano é mesmo um ser  a parte na criação, que é a imagem Divina e que Deus, por pura maldade, criou todos os demais seres apenas para alegrar seus diletos: a humanidade. 

Porém, quando os olhos do verdadeiro espírita se volta para as duas outras vertentes (Filosofia e ciência) ele vai começar  questionar se Deus faria mesmo seres vivos apenas para servir. Se tais seres possuiriam alma em seus corpos selvagens, se poderiam evoluir e tais questões filosóficas o levaria a descobrir que sim, e ainda o levaria mais além. Tendo esses seres uma alma, caminhando eles também para a evolução, tendo então esse lado espiritual semelhante aos humanos, não teriam também em sua forma material, semelhanças com os humanos? Não seriam seres sencientes como todos nós, claro que com diferenças devido a determinados estágios evolutivos?

Ratinho dentro de Becker de laboratório
E a ciência iria lhe mostrar que sim, que os animais sentem, pensam e agem muitas vezes como nós humanos agimos. a partir desse pensamento,deixaríamos de nos acreditar "seres a parte" na criação, e passaríamos a nos integrar ao Universo Divino.

Ao menos alguns.

Procedimento invasivo em rato branco
Como respeitar então um animal a partir do momento que lhe tiramos a liberdade?(vide imagem ao lado).

Que lhe induzimos doenças?

Que testamos inúmeras drogas em seu organismo apenas para avaliar suas reações, reações essas que não serão iguais nos humanos.Como respeitar um animal se ao fim de tudo nós o matamos como se ele não possuísse alma, vida nem senciência?

Por que alguns espíritas apoiam as pesquisas em animais?


Porque  em primeiro lugar são especistas e depois porque nunca pararam para pensar nos animais.

Charles R. Magel tem uma frase que já usamos , mas que iremos repetir aqui.


 “Pergunte aos vivisseccionistas por que eles experimentam em animais e eles responderão: ‘Porque os animais são como nós’. Pergunte aos vivisseccionistas por que é moralmente ético experimentar em animais e eles responderão: ‘Porque animais não são como nós’. A experimentação animal apoia-se em uma contradição de lógica.” 


Olhar do filhote de macaco preso em gaiola
Os espíritas que apoiam as pesquisas igualmente se apoiam numa contradição lógica, por um lado dizem que os animais são nossos irmãos e possuem alma, por outro dizem que nasceram para nos servir.

 O verdadeiro espiritismo não pode compactuar com essa indisposição ética e moral nem no campo das pesquisas e nem no campo da alimentação.


2- Na segunda colocação tornamos a notar que não é a Palavra do Espiritismo que é colocada a frente e sim uma opinião pessoal, já que por Cobaia, entende-se perfeitamente a servidão involuntária que por si só já decreta a tortura ( jaulas, medicamentos invasivos, ingestão de substâncias,  indução de doenças e todo tipo de testes que são realizados em animais sencientes) para posterior descarte (morte). O fato do ser humano ser colocado como cobaia, significa apenas que os medicamentos testados em animais podem não ter efeitos secundários nos animais, mas que pode, como já ocorreu várias vezes,provocar efeitos secundários em seres humanos, o que faz com que determinados medicamentos sejam rapidamente retirados do mercado.E aliás, os seres humanos que se submetem a ser cobaias recebem por isso e não são descartados como lixo ao final dos testes. 

A ciência só descortinará outros meios de gerar o bem, se a obrigarmos a deter o mal que realizam com os animais, meios há, falta muitas vezes vontade política e econômica. Reiteramos que mesmo nesse artigo a opinião não é a do Espiritismo, mas é uma busca pelo estudo e a colocação do que realmente ocorre para que saibamos a verdade, ao invés de conjecturarmos sobre nossas opiniões pessoais, lembrando sempre o que o Espiritismo nos diz:"Fora da caridade não há salvação".

Que caridade temos para com os animais quando alegamos que eles foram criados por Deus para a servidão? Quando abusamos de seus corpos e impedimos seu avanço evolutivo?

Sapo e rato dissecados


3- O que seriam então "sofrimentos desnecessários"? 


“Muitas empresas menores usam essa prática. É uma prática cruel porque você coloca produtos químicos no olho do coelho albino, que tem uma córnea mais fina, e fica observando a ulceração. Ou então você faz um teste de toxidade examinando quantos ratinhos morrem” Odete Miranda,membro da comissão antiviviseccionista e professora da Faculdade de Medicina do ABC.


Lembremos que os animais são usados como cobaias, na grande maioria das vezes, para curar nossos próprios excessos, ou seja, doenças que causamos com nossas extravagancia diária álcool, fumo, alimentação, etc. Nós os usamos para alimentação, roupas, cosméticos, beleza em geral.Independente de qualquer coisa, nós lhes impomos sofrimentos desde seu nascimento. As cobaias não conhecem a luz do dia, não conhecem a liberdade e suas vidas serão de testes , dor, sofrimento e morte. Isso é fato.

Em qual desses delitos nós, seres a parte em toda a criação para os quais, acreditamos, Deus fez inúmeros criados, não transgredimos suas Leis Divinas? Se eles são seres criados por Deus para evoluírem, se são nossos irmãos e se são seres sencientes, o que nos deu poder sobre eles a não ser nosso próprio egoísmo em alegar que são criados para servir. Aliás, onde se lê no LE que eles são seres criados para servidão?

Não se lê, porque não existe nada a respeito disso ali, nós teorizamos essa ideia e passamos a crer nisso como verdade esquecendo que Dominar os seres não significa Matar os seres, mas sermos Domini (Senhor), deuses para eles,essa não é uma permissão para que se usem os animais, mas um alerta para que ajamos como Domini para eles,assim como Deus o é para nós. estamos nesse estágio evolutivo para proteger sua criação, auxiliá-la em sua jornada evolutiva,nada comparado ao que realmente fazemos com estes irmãos, o ser humano é que omite as partes boas e finge que só compreende a parte ruim.

Somos todos, admitamos ou não, Fratricidas desses nossos companheiros de jornada.

Olhar de um macaco usado em experimentação, é possível compactuar com isso?


 

Encerrando...

Fizemos vários estudos sobre o LE e os animais baseados nesses 3 alicerces,por isso não nos alongaremos nessa resposta, pedimos apenas para que , aqueles que queiram realmente estudar o assunto, acessem a página de estudos do Blog, e não deem suas opiniões pessoais em nome do Espiritismo .

Simone Nardi


Para ler mais(imagens de pesquisas)

Espiritismo e pesquisas com animais 2

Fonte da questão mencionada no início:

Tubo de ensaio Ciência e Religião. Marcio Campos



E se fosse ao contrário, usaríamos do mesmo artifício? de que fomos feitos para servir???


Inversão rato cientista, humano cobaia
 Colocamos algumas imagens de animais usados em experimentação mais para que notemos seus olhares e pensemos na verdadeira proposta do Espiritismo que é a de amar e proteger, não  a de de servidão e matança como alguns espíritas tendem defender.

Ou passamos a pensar na responsabilidade que temos por eles como irmãos ou seremos tão vazios quanto nossas palavras a Respeito de Amor e Caridade.

 

S.N

 

 Para saber mais

O Espiritismo e os Animais:Ciência ,Religião e Filosofia numa jornada de amor 1

O Espiritismo e os Animais : Ciência ,Religião e Filosofia numa jornada de amor- 2

O Espiritismo e os Animais : Ciência ,Religião e Filosofia numa jornada de amor- 3

O Espiritismo e os Animais : Ciência ,Religião e Filosofia numa jornada de amor- 4

O Espiritismo e os Animais : Ciência ,Religião e Filosofia numa jornada de amor- 5

O Espiritismo e os Animais : Ciência ,Religião e Filosofia numa jornada de amor- 6

O Espiritismo e os Animais : Ciência ,Religião e Filosofia numa jornada de amor- 7

O Espiritismo e os Animais : Ciência ,Religião e Filosofia numa jornada de amor- 8

O Espiritismo e os Animais : Ciência ,Religião e Filosofia numa jornada de amor-9

O Espiritismo e os Animais : Ciência ,Religião e Filosofia numa jornada de amor- 10

O Espiritismo e os Animais : Ciência ,Religião e Filosofia numa jornada de amor- 11

O Espiritismo e os Animais : Ciência ,Religião e Filosofia numa jornada de amor- 12

O Espiritismo e os Animais : Ciência ,Religião e Filosofia numa jornada de amor- 13

O Espiritismo e os Animais : Ciência ,Religião e Filosofia numa jornada de amor- 14

O Espiritismo e os Animais : Ciência ,Religião e Filosofia numa jornada de amor- 15

 

 O espiritismo na contramão da vida???

Alckmin sanciona lei que proíbe o uso de animais em testes para cosméticos

 





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segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Regras, Leis, Direitos

Beagles do Instituto Royal

Nas últimas semanas temos ouvido algumas pessoas falarem em regras, em leis, e direitos. O caso marcante do instituto Royal, com o uso de animais – não apenas Beagles- na experimentação tentou a todo custo deixar velado o que realmente é a experimentação animal.

A primeira vista, ao menos é o que garantiam os diretores do IR, eles andavam dentro das regras e seguiam as diretrizes da lei, portanto possuíam todo direito de utilizar os animais em suas pesquisas.

Muita gente, inclusive jornalistas, embarcaram nessa onda de “se está tudo dentro das regras e das leis eles tem mesmo direito”.

Será?

Regras e leis dão ao cidadão o Direito de dispor da vida de outro? Regras, leis e Direito isentam o outro de sofrer, só porque foram feitas para permitir que se disponha de seus corpos?

Lembremos que a guerra, que mata inocentes também possui suas regras, leis e direitos, e que a morte numa guerra, desde que dentro deste três conceitos, não é considerado assassinato.

A própria Convenção de Genebra estabelece regras, leis e direitos de como “matar” com menor sofrimento a fim de diminuir os tais efeitos colaterais, que seriam na verdade a morte de civis inocentes, entre eles mulheres, crianças e velhos. Ou seja, é também um conjunto de regras que visa diminuir, limitar, não banir, os efeitos de uma guerra. 



Imagem: Macacos para experimentação


Você pode atirar em seu inimigo, isto está dentro das regras de guerra, você pode prendê-lo, pode abater seus avião, mas não pode passar com um tanque de guerra por cima dele, nem privá-lo de alimento e água, nem torturá-lo, isso já seria, pelas regras, considerado um crime de guerra. Mas nós todos sabemos ocorre não apenas isso, mas estupros, torturas, assassinatos brutais e que ficam todos muito bem velados pelos governos envolvidos.


O caso mais recente de crime de guerra está sendo o caso dos EUA e seus Drones que, em busca de pacificar e exterminar o “terrorismo”, tem eliminado centenas de inocentes, espalhando seu terrorismo particular por onde sobrevoa.No entanto a Convenção de Genebra é clara ao dizer que:


Protecção da população civil

1 - A população civil e as pessoas civis gozam de uma protecção geral contra os perigos resultantes das operações militares. Com vista a tornar essa protecção eficaz, serão observadas em todas as circunstâncias as regras seguintes.

2 - Nem a população civil, enquanto tal, nem as pessoas civis deverão ser objecto de ataques. São proibidos os actos ou ameaças de violência cujo objectivo principal seja espalhar o terror na população civil.

3 - As pessoas civis gozam da protecção atribuída pelo presente título, salvo se participarem directamente nas hostilidades e enquanto durar tal participação.



Porém não é o que vimos nas guerras passadas, nem o que vemos nos atuais ataques com Drones.

Mas o que tem a ver crimes de guerra com o caso do IR?

Tudo.

Em diversos canais os diretores no IR vieram, assim como o EUA tem feito, alegar que todo o processo que ocorre está dentro das regras e obedecendo a leis que foram escritas, dando-lhes assim, todo o direito de fazer o que fazem.

Uma dúvida ainda nos atormenta: o que é feito dentro das regras, da lei permite mesmo o direito de dispor de outras vidas?

É óbvio que não;

Vamos primeiro analisar o caso de uma guerra.

Só se chega a uma guerra quando não se consegue fazer ouvir ou não se ouve o outro. Só se chega a uma guerra quando os interesses de um, se sobrepõe aos interesses do outro. 
Toda guerra mata mais inocentes do que “culpados”.

Como querer regular algo que tem por princípio a Morte?

Não seria cômico dizermos em alto e bom tom –pois tudo isso nos fica velado – que podemos matar o outro desde que seja dentro das regras?

Mas, e se esse outro for eu, meu filho, meu marido, minha esposa,como ficam as regras?

O simples fato de existirem regras, leis que dão o tal “direito” de matar já demonstra que elas existem porque há um imenso sofrimento que pode, talvez, ser limitado mas nunca eliminado.Ou seja, o sofrimento existe e se existe , por si só, já torna a guerra algo ilícito.

Se, e vamos pensar como aqueles que poderão morrer numa guerra, a guerra passar a ser um ato ilícito, pois mata e sabemos que não é possível controlar os atos de guerra, como podemos alegar que é um direito de guerra matar? Como pode ser um direito permitir alguém de praticar um crime?

Assim ocorre com o IR e com os jornalistas que embarcaram nessa onda do “direito ao crime”.

Como querer regular algo que tem por princípio a Morte? Esse é o fim das “cobaias”.

O IR pode seguir as tais regras que batem de frente com as leis de Crimes Ambientais, mas não poderá alegar que seu “trabalho” não gera um ato impiedoso para com os animais. Eles podem também alegar que os animais recebiam “carinho”, que comiam bem, que dormiam bem,mas tolos os que não leem nas entrelinhas e não compreendem que o IR não fazia isso pelos animais e sim em proveito próprio, pois cobaias doentes não servem para nada.

Não seria cômico dizermos em alto e bom tom –pois tudo isso também nos fica velado – que podemos forçar um animal a ingerir algum produto ou algum medicamento que poderá lhe fazer mal, mas o fazemos porque estamos dentro das regras? Não fica estranho dizermos que necessitamos gerar uma doença num animal saudável para analisarmos como a medicação irá agir sobre seu metabolismo, lembrando que, dependendo do processo o animal não poderá ser tratado nem tampouco anestesiado para que isso não influencie nos resultados.

Será que as regras, as leis ainda assim permitem que pensemos que temos o direito de gerar doenças, experimentar produtos/fármacos, abrirmos,congelarmos e descartarmos seres conscientes/sencientes?

Ou aprendemos a compreender os velhos discursos vivisseccionistas, ou vamos continuar a falar bobagens como muitos canais de televisão fizeram nos últimos dias, fruto de apenas um problema: pura falta do "Pensar". 



Simone Nardi 





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