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quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Passes em animais




O Passe é antes de tudo um ato de amor, segundo o Livro “Obsessão e Desobsessão” de Suely Caldas Schubert  o passe “ é uma doação ao paciente daquilo que o médium tem de melhor, enriquecido com os fluídos que seu guia espiritual traz [...] formando uma única vontade e expressando o mesmo sentimento de amor (SCHUBERT). É através do passe que o beneficiado recebe energias para que seu corpo perispiritual ao receber estas energias, consiga restaurar seu equilíbrio psíquico e assim, restaurar também seu equilíbrio orgânico, pois que o passe atinge o corpo físico, o duplo etérico, o perispírito e o Espírito, tal como salienta Luiz Carlos de Gurgel em seu livro “O passe Espírita”.


A aplicação do passe pode ocorrer  diretamente através de um Espírito desencarnado ou de um médium, sempre dentro de uma Casa Espírita; normalmente o passe ocorre com a cooperação de ambos , encarnados e desencarnados, por isso é de suma importância compreender a responsabilidade do médium passista e do assistido, pois como se trata de uma doação, o passista só poderá doar aquilo que possuir, para tanto é necessário que ele esteja bem psíquica e organicamente, facilitando assim o trabalho da espiritualidade.


No livro “Mecanismos da Mediunidade”, André Luiz coloca que “a mediunidade curativa se reveste da mais alta importância, desde que alicerçado nos sentimentos mais puros da mais pura fraternidade”. Para compreendermos isso é necessário compreendermos o mecanismo de atuação do passe, sobretudo nos animais. 


Imagem:Chakras no cão

Nos animais o passe ocorre através da irradiação das energias que irão agir no corpo físico; três Chakras principais são trabalhados para que fiquem sincronizados : O Chakra Base ou Raiz, o Chakra do Coração e o Chakra da Coroa.O passe irradiado, que é diferente do passe magnético aplicado nas pessoas, possui uma energia mais sutil, mas que, como nos seres humanos, também pode vir de um Espírito desencarnado ou das próprias energias dos médiuns, que serão retrabalhadas pela espiritualidade para que não afetem o perispírito do animal como no caso narrado no Livro dos Espíritos,  no Capítulo XXII sobre a Mediunidade dos Animais, onde o Sr. T.  teria matado um cão ao magnetizá-lo. A irradiação das energias dirigidas aos animais agindo no plano material, atuará como um tonificador das energias físicas dos animais, fortalecendo e auxiliando na melhor receptividade do tratamento realizado pelo veterinário que o atende, por isso não é nociva para o animal. Essa troca de energia ocorre com a atuação dos irmãos zoófilos que manipulam a energia magnética dos médiuns sutilizando-a para que ela possa atuar na matéria dos irmãos animais, pois que, como não possuem carma, os animais adoecem normalmente a partir de nossas perturbações, pois ao nos desequilibrarmos atingimos seus centros de força desequilibrando-os e com isso causando-lhes as mais diversas doenças da matéria, por isso o cuidado que se deve ter na hora da realização do passe irradiado nos animais.


Com esse trabalho advém uma grande responsabilidade e um estudo constante sobre estes nossos irmãos menores, pois tanto para humanos como para não humanos, o passe é uma das tarefas mais delicadas, assim como André Luiz nos coloca em seu livro “Missionários da Luz” : 


Sim - explicou o mentor amigo -, na execução da tarefa que lhes está subordinada, não basta a boa vontade, como acontece em outros setores de nossa atuação. Precisam revelar determina, das qualidades de ordem superior e certos conhecimentos especializados. O servidor do bem, mesmo desencarnado, não pode satisfazer em semelhante serviço, se ainda não conseguiu manter um padrão superior de elevação mental continua, condição indispensável à exteriorização das faculdades radiantes. O missionário do auxilio magnético, na Crosta ou aqui em nossa esfera, necessita ter grande domínio sobre si mesmo, espontâneo equilíbrio de sentimentos, acendrado amor aos semelhantes, alta compreensão da vida, fé vigorosa e profunda confiança no Poder Divino.(André Luiz)


Nenhum passista precisa  se tornar um Deus, mas necessita esforçar-se em sua Reforma Íntima, dentro de um grande aprendizado moral e intelectual.Porém, além do aprimoramento moral e intelectual André Luiz recomenda, ainda em “Missionários da Luz”, o cuidado com a alimentação:


O excesso de alimentação produz odores fétidos, através dos poros, bem como das saídas dos pulmões e do estômago, prejudicando as faculdades radiantes, porquanto provoca dejeções anormais e desarmonias de vulto no aparelho gastrintestinal, interessando a intimidade das células. O álcool e outras substâncias tóxicas operam distúrbios nos centros nervosos, modificando certas funções psíquicas e anulando os melhores esforços na transmissão de elementos regeneradores e salutares. (André Luiz)


Quer seja no trabalho com as pessoas, quer seja no trabalho  com os animais, o cuidado na alimentação é importante tanto para o médium quanto para o assistido, porém, nossa responsabilidade aumenta através do conhecimento que nos traz o trabalho com os irmãos menores. A recomendação mais comum fornecida pelas próprias Casas Espíritas é que todos, assistidos e médiuns, se limitem a uma alimentação sem carne vermelha ao menos no dia do trabalho, porém é necessário esclarecer dois pontos de suma importância e que normalmente são esquecidos.


O que é a Carne e de onde ela vem.


Imagem:Chakras cães e gatos
Normalmente a proibição da carne é feita porque alguns acreditam que ela contenha apenas propriedades tóxicas que de certa forma poderiam “envenenar” os fluídos dos médiuns, porém a carne é muito mais  que algo tão simples como se tem colocado. Tanto a carne que é chamada de carne vermelha quanto  carne considerada branca, provêm de corpos de irmãos animais que são mortos para que sejam transformados em alimento, o problema é que a diferença entre uma e outra baseia-se no pigmento conhecido como mioglobina, que existe no sangue e que dá à carne a cor vermelha. Os músculos dos animais geram energia para favorecer os movimentos através do uso do oxigênio e do açúcar existentes no sangue e todos os três ficam localizados nos músculos, por isso quanto mais músculo, mais mioglobina e quanto mais mioglobina mais vermelha será a cor da carne naquela região.


Os pigmentos da carne estão formados em sua maior parte por proteínas: a hemoglobina que é o pigmento sanguíneo e a mioglobina, pigmento muscular que constitui 80 a 90% do total. Pode-se encontrar na carne outros pigmentos como catalase e citocromo-enzimas, mas sua contribuição na cor é muito menor.[...] A quantidade de mioglobina varia com a espécie, sexo, idade, localização anatômica do músculo e atividade física, o que explica a grande variação de cor na carne. Bovinos e ovinos possuem uma quantidade maior de hemoglobina do que suínos, pescado e aves. As cores típicas da carne de algumas espécies são: bovino adulto: vermelho cereja brilhante ; eqüino: vermelho escuro ; ovino: vermelho pálido a vermelho ladrilho ; suíno: rosa acinzentado ;aves: branco cinza a vermelho pálido. (ROÇA)


Independente da espécie a qual pertença e a cor que sua carne terá após o abate , cada um desses animais citados acima fazem parte da Criação Divina, Princípios Inteligentes Universais, seres sencientes psíquica e fisicamente e portanto, nossos irmãos menores a quem devemos respeito e compaixão. Essa é uma verdade inexorável, por isso o tratamento espiritual de animais  trás a tona um novo conhecimento e uma nova responsabilidade: parar de comer carne não apenas porque ela faz mal aos fluídos magnéticos dos médiuns, mas porque ela é parte de nosso irmão menor ou seja, não devemos nos preocupar apenas com a qualidade dos fluidos que o médium irá emanar depois de uma alimentação, mas devemos também passar a nos preocupar com estes irmãos menores que caminham ao  nosso lado.  A transformação irá ocorrer quando aceitarmos que não existe privilégios no processo de Criação Divina, somos todos irmãos destinados ao aprimoramento moral e este aprimoramento moral depende única e exclusivamente da liberdade de escolha de cada um.


Somente pelo pensamento de irmandade já deveríamos nos abster da carne, porém sabemos que tudo obedece ao tempo e quem faz esse tempo é o livre arbítrio humano, com ele surge à liberdade de escolha entre comer ou não, mas é esta liberdade que também estabelece nosso desejo de evoluir ou não, dependendo de nosso orgulho e egoísmo.


Por isso a atenção redobrada dos médiuns diante da alimentação ser tão importante. Ao aplicar um passe no assistido estando ambos, e principalmente o médium, impregnado do magnetismo animal que foi obtido através da alimentação a base de carne, a  tarefa da espiritualidade será redobrada. Nestes casos os amigos espirituais e os irmãos responsáveis pelos animais e que rodeiam os médiuns, terão que anular as energias pesadas dos médiuns para aplicar diretamente os fluidos ou irradiações nos assistidos, para que estes não recebam a irradiação impregnada da vibração negativa dos irmãos animais que foram abatidos.


No caso dos animais o passe irradiado, que será direcionado à matéria, é ainda mais importante o cuidado alimentar, pois, como doar para um irmão menor tendo no corpo resquícios de outro irmão menor?


Muitos estudos indicam que os fluídos da carne permanecem por três dias no corpo , ou seja, mesmo abstendo-se da alimentação a base desses irmãos no dia dos trabalhos, o corpo do médium ainda assim estaria impregnado da vibração violenta que o animal sofrera durante o abate e grande parte do trabalho, tanto para humanos quanto para os animais, teria que ser realizado pelos amigos espirituais.


Sendo o passe uma transfusão de energias, é preciso que assumamos essa responsabilidade, não permitindo que os amigos espirituais façam todo o trabalho por nós, é preciso que tomemos consciência dessa grandiosa tarefa. Façamos então nossa parte, colocando aqui as necessidades de um bom médium passista e deixemos que de agora em diante, cada um se responsabilize pela própria escolha de aceitar ou não aquilo que está lhe sendo oferecido.





 Referências


GURGEL, Luiz Carlos de . O passe espírita.

KARDEC, Allan . Livro dos Médiuns

LUIZ, André. Missionários da Luz e Mecanismo da Mediunidade

ROÇA, Prof. Roberto de Oliveira – Propriedades da Carne: Disponível em: <http://pucrs.campus2.br/~thompson/Roca107.pdf>

SCHUBERT, Suely Caldas. Obsessão e Desobsessão



Simone Nardi




Simone Nardi









Simone Nardi – criadora deste blog e do antigo Consciência Humana, colunista do site Espírita da Feal (Fundação Espírita André Luiz) ; é fundadora do Grupo de Discussão  Espírita Clara Luz que discute a alma dos animais e o respeito a eles.Graduada em Filosofia eespecialista  em Filosofia Contemporânea e História pela UMESP.







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domingo, 14 de julho de 2013

A humanização dos animais


Camisetas que pintamos para arrecadação
Domesticamos tanto os animais que segundo o teólogo Rafael Rodrigues eles não sabem mais ser “animais”. E chegamos tanto a este excesso de humanização de seres que estão em determinado grau de evolução que começamos a interferir em sua evolução espiritual.

Ao interferirmos em suas vidas estamos causando a eles problemas que antes não existiam. Espíritos benfeitores sinalizam o problema da humanização e as dificuldades criadas no desencarne e na preparação para o reencarne destes nossos irmãos. O abuso com que os tratamos, o casamento entre cães, as pinturas das unhas, sapatos, chapéus, casaquinhos, entre outras coisas são desejos e necessidades puramente humanas. Em sua natureza os animais possuem as próprias defesas biológicas para o frio, para o calor, não necessitando muitas vezes, da nossa intervenção. Podemos alegar que cães extremamente peludos necessitam de tosa. Sim, concordamos, até porque foi nossa interferência em suas vidas – fomos nós que os tiramos de seu país de origem muitas vezes frio para um país quente como o nosso e vice versa-. Podemos notar que toda vez que um animal, desde que tenha sido retirado de seu habitat sofre, sofre por nossa causa, através de nossa interferência.Não é opção dele é nossa, tal como vestir sapatos, colocar lacinhos ou pintar as unhas.

Assim criamos hábitos desnecessários para eles como festas de aniversários, o uso de colares de ouro, de roupas que apenas enfeitam e não possuem qualquer função de proteção, entre tantas coisas que os obrigamos a fazer para “Nossa Satisfação Pessoal”, pois nos projetamos neles ao invés de tentarmos compreender suas necessidades. Humanizar os animais faz bem a quem? Ao animal com certeza não é pois, ao desencarnar, ele não consegue se “reconhecer” nem como animal nem como humano o que vai, como já dissemos, causar problemas à ele na nova reencarnação.

É preciso que os animais, por mais que os amemos, sejam respeitados como animais e não como seres humanos para que satisfaçam as nossas necessidades; a necessidade do animal é ser animal, a do humano é ser humano. Humanizá-los é desequilibrá-los e desequilibrá-los não é prova de amor.Eles não são nossos “filhinhos”, não são nossos “bebezinhos”, não são nossas “criancinhas”, estão ainda animais e merecem sim nosso amor e não sua humanização em relação aos nossos desejos.

Se nós os amamos, se nós nos preocupamos com sua evolução espiritual, humanizá-los só vai prejudicar sua caminhada rumo ao arcanjo. É preciso para amar, antes de tudo saber respeitar.


S.N.

Redação do Blog Irmãos Menores Animais





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segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

A Cultura da Frieza e da Indiferença: Um Grito pela Liberdade


Do ponto de vista moral, há uma cultura de frieza e total indiferença enraizada nas pessoas no que se refere aos animais, todas parecem totalmente incapazes de delegar um pouco de atenção quando o assunto gira em torno da alimentação, dos maus tratos e da desconsideração ética para com eles. Essa barreira que levantam,sabemos, é de autoproteção, é uma cultura de medo e uma frieza de incapacidade moral e ética no que tange a coragem de modificar suas atitudes. 

Sabemos que dia após dia os animais são torturados, explorados e mortos, por pessoas incapazes de rejeitar essa antiga cultura de indiferença, sabemos que a grande maioria das religiões também é incapaz de se posicionar com coragem diante desse assunto, mantendo-se na imparcialidade e no obscuro reduto do silêncio que ajuda a propagar a dor e a morte, talvez acreditando que seu silêncio irá calar os gemidos de dor dos animais. Já é do conhecimento de todos que a sociedade, desde seu início, estabeleceu padrões de comportamento na teoria,na prática, na ética e na moral falaciosa de que os animais foram criados para servidão.

“Nos achamos bons, nos achamos caridosos diante desse teatro de mentiras da qual nos servimos socialmente, porque sabemos que não temos coragem de encarar de frente, a senciência animal. Somos covardes diante de mudanças, relutantes diante de verdades, imorais diante dos animais. Não notamos que estamos cada vez mais frios e indiferentes, não notamos que nada no mundo importa além de que sobrevivamos, não notamos que essa nossa indiferença nos fere tal qual ferimos os animais.”

Chega a ser impressionante a indisposição moral e ética da grande maioria das pessoas em reconhecer que os animais também possuem direito a vida. São capazes de amar um cão quando filhote e abandoná-lo depois de velho. São capazes de chorar ao assistir um filme onde o protagonista é um porquinho ou uma galinha, mas não percebem que são os mesmos animais que eles matam e devoram com grande indiferença, como se fossem os animais reais, seres totalmente diferentes daqueles do cinema.

Porque tanta omissão diante de tanta crueldade? Como explicar esse amor insano e assassino pelos animais?

Loucura. Insanidade. Frieza. Indiferença.

Seja na religião que deveria pregar o Bem, nos bancos acadêmicos que deveriam pregar a Ética ou mesmo nas ruas, essa insanidade ecoa nas mentes desligadas da vida, da moral e do verdadeiro respeito, e as pessoas parecem nem se dar conta disso.

A ausência de sentimento é a causa da indiferença, a ausência do amor é a causa da dor.
A verdade é que a frieza e a indiferença da sociedade é algo realmente assustador e deplorável, onde as pessoas se enganam acreditando que estão realmente vivendo, acreditando que realmente amam os animais. O que podemos esperar de uma sociedade cega, fria e indiferente? O que podemos esperar de pessoas adormecidas no tempo e que mentem para si mesmas? Acreditar que irão aceitar facilmente a verdade dos Direitos Animais? Não, muitas ainda são incapazes disso e, infelizmente, ainda serão durante um longo tempo. Esmorecer? Isso jamais. É preciso que continuemos falando, que continuemos lutando, não apenas no campo teórico, mas na pratica cotidiana que nos coloca frente a frente com essa indiferença. É preciso que exercitemos a nossa teoria colocando em prática tudo aquilo no qual acreditamos a fim de despertá-las desse profundo sono social no qual se encontram, para que um dia todo esse tormento pela qual os animais passam, seja apenas uma triste marca do passado remoto de uma sociedade que vivia na escuridão.

É preciso romper essa barreira da invisibilidade animal, eles existem, eles sofrem, eles possuem direitos, não é mais possível vivermos aprisionados a um mundo intelectual que se omite diante da verdade, esse é um papel essencial a todos, principalmente da Filosofia, libertar corpos e mentes que estão inertes frente a tanto sofrimento. É dever da Filosofia vencer seus próprios medos e mostrar ao Mundo a realidade e os problemas nos quais estamos todos imersos, não podendo ficar igualmente fria e indiferente diante da realidade que cerca os animais, como mera reprodutora de idéias antigas e que não se adéquam mais aos dias de hoje; o sofrimento animal nos exorta a quebrarmos esses antigos grilhões intelectuais rumo a Libertação Animal, não existe outro caminho.

Só podemos lutar para que nossas palavras sejam as luzes que iluminarão e aquecerão esses frios corações que ainda hoje renegam aos animais um direito Divino, o direito da Vida. 




Simone Nardi


Fonte: Feal


Redação do blog Irmão  Animais- Consciência Humana






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segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Água irradiada para os irmãos menores animais


          Ainda existe certa resistência quando se fala em passes para animais ou irradiação da água para estes irmãos, mas tudo é simples quando visto a luz da própria Doutrina. Porém a dúvida sempre persiste: Água fluidificada ou água irradiada? 

         A resposta também é simples : Para seres humanos água fluidificada, para animais água irradiada. Mas há diferença? Sim, e muita.Iniciemos com uma importante frase de Bezerra de Menezes, do livro Loucura e Obsessão -As Consultas-, quando ele coloca que : “A água, em face da constituição molecular, é elemento que absorve e conduz a bioenergia que lhe é ministrada”. 

         Ou seja, a fluidificação da água é aquela em que fluídos vitais necessários à cura do Espírito são colocados e agem como medicamentos no corpo astral, já que nos seres humanos, devido à lei de Causa e Efeito, a doença se inicia no Espírito e posteriormente surge no corpo físico. Nos animais o processo da doença não é o mesmo, ela se inicia no corpo físico , na maioria das vezes as doenças surgem mais por culpa, se podemos assim colocar, do tutor do que propriamente pela necessidade do tutelado,  pois que os animais não estão sujeitos a lei de Causa e Efeito, portanto é necessário que a água aja não no corpo espiritual e sim no corpo material que absorve o magnetismo negativo que muitas vezes provêm dos tutores, por isso a necessidade de se atentar a grande responsabilidade que os tutores têm por seus tutelados. 

Nos dois casos o processo de mudança ocorre através da prece e do auxílio dos benfeitores espirituais, tanto para irradiá-las quanto para fluidificá-las. Assim, diferentemente da água fluidificada onde os fluidos medicamentosos agem no Espírito a água irradiada é, em suas moléculas, acrescida de componentes magnéticos mais materiais, que irão criar uma condição diferente para a melhora da saúde física dos animais, já que, tal como ocorre no passe, muito embora a matéria destes irmãos assemelhe-se a nossa, a energia que a reveste bem como suas necessidades materiais e espirituais são diferentes das dos seres humanos, mas ambas possuem a mesma finalidade, a qual foi bem definida por André Luiz, quando se refere a cura : "[...] precioso esforço de medicação pode ser levado a efeito. Há lesões e deficiências no veículo espiritual a se estamparem no corpo físico, que somente a intervenção magnética consegue aliviar, até que os interessados se disponham à própria cura".

No caso dos animais, onde a doença  existe no corpo material, esses componentes da água irradiada irão criar uma aglutinação nas células desses irmãos, fortalecendo-as assim como a seus órgãos afetados,  possibilitando que o tratamento recebido pelos veterinários da Terra surtam um efeito mais positivo , pois a irradiação da água vem para unificar esses tratamentos e harmonizar o sistema nervoso central de nossos irmãos.

Ao contrário da água fluidificada, a qual sempre se pode adicionar mais água e o efeito será o mesmo, a adição de mais água, no caso da irradiada, não permitirá que o mesmo efeito ocorra, exatamente por se tratar mais da parte material que espiritual, assim, a adição de água acaba por enfraquecer, diminuindo a quantidade de componentes que iriam agir na matéria. 

             Uma questão que pode surgir ainda é: pode-se irradiar a água em casa ou em clínicas veterinárias para fortalecer assim o campo magnético do animal assistido? Sim, tal como é possível fluidificar a água durante o Evangelho no Lar, é possível também irradiar a água que será ministrada aos irmãos menores animais, basta para isso a utilização de um recurso simples, o recurso da prece e da comunhão de pensamentos com os irmãos zoófilos que irão transformar nosso magnetismo, tal como no passe, para a energia necessária a esses irmãos. A água é um recurso necessário tanto para os animais humanos, quanto para os animais não humanos, tal como diz Allan Kardec ao se referir à água em seu livro A Gênese : “[...] as mais insignificantes substâncias, como a água, por exemplo, podem adquirir qualidades poderosas e efetivas, sob a ação do fluido espiritual ou magnético, ao qual elas servem de veículo, ou, se quiserem, de reservatório.”

Sendo assim, a irradiação da água para os irmãos menores animais, bem como a fluidificação da água para os seres humanos, ou animais humanos, serve como veículo, ou ainda como coloca o próprio Kardec “como reservatório de poderosos componentes que irão agir no organismo de cada um”, transformando-se num poderoso recurso para as necessidades e desequilíbrios que causamos a nossos pequemos irmãos .


Referências


Allan Kardec- A Gênese
Divaldo Franco-  Loucura e Obsessão
André Luiz -Nos Domínios da Mediunidade







Este Artigo foi publicado na revista  Animais: Doutrina e espiritualidade da editora Mythos juntamente com mais dois artigos que tratavam sobre a Espiritualidade dos animais. 








Redação do blog Irmão  Animais- Consciência Humana






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